Metas, a importância de fazê-las

Metas, a importância de fazê-las

 

É o presente que determina o que você faz no futuro ou é o futuro que determina o que você faz no presente? Muita gente fica em dúvida sobre a resposta de tal pergunta, então vamos clarificá-la.

Se considerarmos a primeira opção estamos deixando a vida nos levar, vida leva nós. Isto acontece quando alguém não tem objetivos claros que possam lhe levar a algum lugar, na verdade esta pessoa como não tem um norte fica atirando para tudo que é lugar em direção a algo que nem ela sabe onde fica.

Em minhas viagens tenho conversado com muitas pessoas que ficam esperando “dias melhores”, porém o que vem de encontro a que? Os dias vão nos fazer melhores ou nós vamos torná-los melhores?

É claro que temos que tornar os dias melhores, buscando alcançar metas desafiadoras que nos movimente em direção a algum lugar. Mas, que lugar é este?

Exatamente por este motivo é que o futuro que determina o que você faz no presente. É necessário saber onde se que chegar para poder então galgar degraus rumo ao alvo. Para que isto aconteça aqui vão algumas dicas:

1. O que eu quero? Ao estabelecer sua meta opte por detalhar o máximo possível seu desejo. Procure usar imagens ou escrevê-la. Especifique onde quer que ocorra, como quer, com quem (se houver) quer aproveitá-la. Tudo isso faz com que você acesse padrões neurológicos que lhe ajudarão a conseguir resultados melhores.

2. Harmonize sua meta. Não esqueça que muitas vezes suas metas podem afetar sua vida e as pessoas que convivem com você. Portanto, avalie as perdas e ganhos que você terá ao determinar algo como meta.

3. Determine o que quer e esqueça o que não quer. Ao invés de focar no que você não quer mais para sua vida como “Não quero mais viver desta forma”, diga: “ Eu quero viver sem …”, ou “quero parar de …”. Coloque imagens na sua mente do que você quer.

4. Monitore sua meta. No meio do processo de sua meta é necessário ter evidências de que você está indo no caminho correto. Para isso permita-se receber feedback para se auto corrigir.

5. Identifique o que você tem disponível e o que vai precisar. Analise seus recursos para saber se você tem condições de alcançar o que você quer e o que mais você precisa.

6. Não exagere no tamanho da meta. Comece sua meta de uma forma que você consiga dar conta. Dê passos curtos para depois dar aumentá-los. A meta precisa ser prazerosa e não sofrível.

7. Crie um plano de ação. Divida sua meta em submetas e alternativas. Lembre-se: Uma opção é limitada, duas cria um dilema e três permite a escolha.

Na vida temos que colocar planejamentos em nossas ações, só assim conseguiremos mensurar nossos esforços e saber se realmente eles valem a pena.

Sucesso a todos!

 

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Mudar é importante?!

Mudar é importante?!

 

O que nos leva a fazer coisas repetidamente e a tomar as mesmas atitudes durante nossas vidas? Outro dia estava indo a trabalho para o sul da Bahia e comecei a prestar atenção em uma mãe interagindo com sua filha de no máximo três anos de idade. A criança estava entediada com a viagem longa de ônibus e começou a fazer coisas que estavam aborrecendo a mãe. Na verdade, a pequena criança estava mostrando através de ações como estava detestando aquela situação de estar presa por tanto tempo. A mãe, por sua vez, tratava a pequenina com frases do tipo: “Para de encher o saco”, “Você só perturba” ou até mesmo “Toma vergonha na sua cara”. O que a genitora não percebia era o quanto ela estava bombardeando a mente daquele ser com frases que provavelmente irão atrapalhar sua evolução intelectual e emocional.

Este exemplo retrata o número enorme de pessoas que precisam de ajuda psicológica para poderem seguir em frente na vida. Em uma simples analogia, paredões são construídos em nossa mente durante nossa existência toda vez que ouvimos coisas como o que a criança ouviu: medos, angústias, incertezas, rejeições. Com o tempo temos um grande labirinto montado em nosso cérebro. O problema é que depois que nos encontramos dentro dele, como fazemos para sair?

Enquanto somos crianças nosso mapa mental é formado, e se labirintos como o que eu mencionei forem construídos, a tendência é de repetir o que nossos pais nos diziam.

Mas o que fazer? Ficar culpando nossos antepassados por nos dizerem coisas como o que a mãe dizia para a
criança dentro do ônibus? Ou reagir em prol de si e dos filhos que virão no futuro?

A resposta parece óbvia porém não simples: reagir. E para que isso aconteça é necessário que se coloque foco no ‘como estou hoje’, ‘o que eu quero no futuro’ e os caminhos para eu chegar lá.

Como estou hoje?
* O meu estilo de vida me satisfaz? A forma como trato o outro é como eu gosto de ser tratado?
* Estou feliz com os resultados obtidos na minha vida?
* Se não estou feliz com minha vida hoje, seja pessoal ou profissional, então…

O que eu quero?
* Tem relevância para mim esta mudança? Por quê?
* Como seria minha vida se eu conseguisse mudar o que faço e como sou?
* Se mudar é algo tão significante para mim, portanto…

Como faço para chegar lá?
* Quem eu conheço que mudou e que pode me servir como fonte de inspiração?
* Quais as etapas que preciso passar para obter meu objetivo?

Estas são algumas perguntas que se pode fazer para começar algumas mudanças, sempre do hoje para o futuro. E o passado? Bom, o passado que sirva de lição para nos policiar a não repetir os erros, pois uma segunda vez pode ser fatal.

Quem foca no passado se torna prisioneiro do mesmo. Vou ilustrar isso em uma parábola que ouvi outro dia: Certa vez dois monges receberam a missão de levar um recado a outro mosteiro. Um era novato e o outro já era monge veterano. A viagem era longa e a pé. Enquanto andavam, encontraram uma mulher que não conseguia cruzar um riacho. O monge novato, mesmo sabendo que as regras do monastério diziam que um monge não pode tocar uma mulher, a carregou no colo até o outro lado do rio.

Os dois continuaram a caminhada em silêncio. O monge novato percebeu que o outro estava magoado com sua atitude, e em respeito manteve-se em silêncio. Ao avistar o monastério, o monge veterano não aguentou e perguntou:

– Por que tu carregaste aquela mulher no colo? Não sabes que isso é contra nossas regras?
O novato o olhou nos olhos e respondeu:
– Eu larguei aquela mulher mais de dez horas atrás na outra margem e tu ainda a continuas carregando em tua mente?

E assim é para quem guarda o passado na mente, rancores e mágoas são inutilmente guardados enquanto perde-se a grande oportunidade de caminhar em frente.

Refletir sobre a vida, nossos atos e suas consequências são coisas que devemos fazer sempre para que a eterna criança que existe dentro de nós se mantenha cada vez mais de cabeça erguida para encarar a vida.

Sucesso a todos!

Gostou? Então deixe seu comentário aqui, dessa forma posso tirar suas duvidas e saber sua opinião.

 

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A camisa da equipe que eu visto

A camisa da equipe que eu visto

 

Em épocas de copa do mundo, parece que a frase “vestir a camisa” só nos leva a pensar no grande esporte Bretão. Eu estou na verdade falando de empresas e das camisas que os gestores querem que seus funcionários vistam, mas quais são estas camisas? Será que o gestor sabe realmente qual a que ele próprio e sua empresa vestem? Abaixo colocarei alguns exemplos para ilustrar o que estou falando.

Exemplo Nº01

Tenho conversado com muitos gestores pelo Brasil afora e ouço muito que as pessoas que eles querem designar ou designaram como gerentes não estão correspondendo às expectativas. Eu costumo perguntar o que eles, gestores, gostariam que seus gerentes fizessem e geralmente vem a resposta: “Ah, eu gostaria que meu gerente fizesse tudo”. Na verdade, os gestores dizem isso porque em meus treinamentos falo muito que o lugar deles é no estratégico e os mesmos para justificarem suas culturas operacionais dizem que não conseguem parar para pensar estrategicamente devido não ter, por exemplo, um gerente que façam e resolvam os problemas da empresa. Outra razão é que nem eles sabem o que querem que os gerentes façam dentro da empresa Para que isso se resolva, primeiramente o gestor tem que entender que seus funcionários precisam fazer o que ELE delegar, mas como saber o que ele quer? Perguntas como, “O que pra você é um gerente?” ou “Quais são as competências que você procura em um gerente?” o levarão a refletir. Estas entre outras perguntas realizadas dentro de uma sessão de Coaching vão fazer com que o gestor comece a desenhar um mapa do que ele pensa do profissional que está prestes a contratar ou a promover.

Exemplo Nº02

– Gestor: “Aqui na cidade não tem mão de obra qualificada”.

– Eu: “Se não há, o que lhe impede de qualificar?”

– Gestor: “Ah! Para que ele passe alguns meses comigo, saia e abra concorrência?” ou “Para que ele seja levado para a concorrência por alguns reais a mais?”

Estes argumentos escritos acima são os que eu escuto muito dos empresários pelo Brasil também. Infelizmente não existe ninguém pronto para sua empresa, você que tem que qualificá-los. Outra coisa a considerar é que sempre haverá rompimento de relação, todos nós temos ambições na vida e um dia rompemos com alguém ou com algo para buscar nossas melhorias e assim acontece com os funcionários, um dia eles sairão de onde estão para buscar oportunidades melhores, principalmente se onde estiverem não forem reconhecidos ou bem cuidados.

Exemplo 03

Muitos gestores acham que o que movem seus funcionários é apenas um bom salário e pronto. Ledo engano, o gestor não pode descuidar de algo muito importante chamado relacionamento. O psicólogo Americano Abraham Maslow criou uma pirâmide com cinco patamares que diz que a base de todo ser humano é o fisiológico. Se dentro da empresa não há uma condição de trabalho adequada com água potável, luz apropriada, um banheiro decente, enfim coisas que vão suprir as necessidades fisiológicas de seus colaboradores, como eles irão produzir de forma eficaz? Se o fisiológico deles não está contemplado eles nunca se sentirão seguros, que é o segundo patamar da pirâmide. Sentir-se seguro é ter salários em dia, ter organização, ter processos bem definidos, normas que sejam iguais para todos, ter respeito mútuo dentro da empresa. O terceiro patamar é o social. Se os funcionários estiverem fisiologicamente bem, sentem-se seguro então ele socializa de maneira sadia. Ele contribui, participa, dá ideias, ouve o outro, enfim sente-se parte do todo na empresa. Consequentemente ele tem o quarto patamar atendido, que é a autoestima, ou seja, sente prazer em estar no ambiente de trabalho. O ápice da pirâmide é a realização, Maslow diz que todo ser humano precisa se sentir realizado, e isso só vem com o reconhecimento do outro. Empresas que não reconhecem seus colaboradores tem uma rotatividade muito alta, simplesmente porque isto é relacionamento.

Como vocês podem notar, um bom salário é apenas a ponta do iceberg. A camisa que o gestor quer que o funcionário vista precisa conter calor humano, precisa ser confeccionada com sangue nas veias, costurada com fios de organização para que todos se sintam literalmente em casa. Volto a dizer que relacionamentos um dia se rompem, porém enquanto as pessoas trabalharem com você, elas serão as melhores e consequentemente sentirão orgulho de um dia terem vestido a camisa da sua empresa.

Sucesso a todos!

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A crise que existe dentro de nós (e das empresas)

A crise que existe dentro de nós (e das empresas)

Segundo o site wikipedia.org a palavra “crise” significa toda situação de mudança em nível biológico, psicológico ou social, que exige da pessoa ou do grupo, um esforço suplementar para manter o equilíbrio ou estabilidade emocional. O ser humano, por outro lado, coloca como “crise” tudo aquilo que lhe tira do eixo, que o tira de uma zona de conforto e o leva para um local que muitas vezes se traduz como “problema”.O que fazer quando estamos em crise? Parece ser simples dizer que basta sair dela, mas como fazer isso? Crises conjugais, amorosas, familiares, de relacionamento, internas, enfim para todas elas existe algo chamado SOLUÇÃO.

Eu entendo que muitas vezes não conseguimos encontrar as soluções que desejamos sozinhos, precisamos de ajuda. O fato é que o foco desta ajuda tem de ser do estado atual, o que estamos passando hoje para o estado desejado, onde queremos chegar e para isso existe um processo muito eficaz chamado “Coaching”.

Coaching é um processo que potencializa seus resultados através de perguntas que irão levá-lo a refletir e a buscar as soluções que você precisa sem a necessidade do profissional que lhe atende sugerir ou aconselhar algo. Olhando pelo lado empresarial, muitas instituições vivem em uma eterna crise econômico-financeira, porém esta crise na verdade se chama falta de gestão. Conhecer os números de sua empresa, entender seus funcionários e suas características é fundamental para minimizar riscos de até um dia ter que fechá-la. A seguir coloco perguntas e reflexões para você, empresário, se fazer para tentar resolver as crises que assolam sua empresa e consequentemente sua vida pessoal:

01. Você sabe a razão desta crise?

Toda crise tem uma raiz, um ponto de partida. Você já parou para se perguntar qual ou onde foi o inicio de tudo? Saber disso é importante para entender o que estava acontecendo antes dos problemas começarem.

02. Você tem os números da sua empresa nas mãos?

Você sabe a diferença entre o econômico e o financeiro da sua empresa? A sua crise está na parte econômica ou financeira? Você controla os gastos da sua empresa exatamente como tem que ser feito? Você deprecia seus equipamentos? Você provisiona os gastos com funcionários (13º salário, férias + 1/3 de férias, aviso prévio)? Os seus contas a pagar estão em harmonia com os seus contas a receber?

03. Como está sua relação com o mundo?

Muitos donos de empresa acham que estar ligado ao mundo se resume estar ligado somente aos seus concorrentes. Entendo que é importante saber o que eles estão fazendo, mas não adianta saber de tudo deles sem conhecer SUA empresa e o SEU mercado. Você já parou para fazer análise de mercado? E potencial de mercado? Você conhece seu cliente? Já perguntou o que ele gosta, pensa ou quer dentro da sua empresa? Você já mensurou suas ameaças e oportunidades? E seus pontos fortes e fracos dentro da sua empresa? Tendo conhecimento destes itens, vai ajudá-lo a de certa forma se proteger de crises.

04. Como lida com os riscos?

Você gestor ao analisar um investimento, por exemplo, está ciente do que está fazendo? Você olha para seus números e consegue mensurar até onde consegue ir? E na sua vida pessoal, como você age? Lembre-se que uma boa gestão empresarial começa com uma boa gestão pessoal.

05. Você tem contraído dívidas?

Você tem o hábito de anotar todos seus gastos mensais (pessoais e da empresa) e contrastá-los com seus ganhos? Como você lida com esta relação de ganhos e gastos? Você tem empréstimos em bancos? E seu cartão de crédito, como é usado? Em momentos de crise é de suma importância ter controle destes gastos senão todo seu ganho vai para pagar dívidas.

06. Como você toma suas decisões?

Você analisa bem suas tomadas de decisões em todos os âmbitos de sua vida ou as toma por impulso? Geralmente tomadas de decisões por impulso são movidas pela emoção e em momentos de crise a razão tem que prevalecer, senão você poderá piorar a situação.

07. Você tem meta pessoal? E empresarial?

Como e onde você quer estar daqui a alguns anos? E sua empresa? Você já parou para pensar nisso? Uma vida sem objetivos traçados é como ter um barco à deriva, a maré vai levá-lo para onde ela quiser, e é isso que você quer da sua vida pessoal e profissional? Como fugir da crise? Como eu disse no inicio, muitas vezes não conseguimos encontrar soluções para nossos problemas sozinhos, o coaching vem exatamente para lhe dar um norte. Ferramentas o levam a traçar metas nunca antes pensadas e obviamente alcançadas, perguntas o levam a entrar no seu “eu” e buscar respostas que estão em algum lugar, porém você não consegue enxergá-las simplesmente porque você só olha para o problema.

 

Hoje em dia o profissional de coaching é muito procurado no meio corporativo, justamente por quererem buscar melhoras significativas em suas vidas. Sabendo para onde você está indo você estará muito mais preparado quando as crises chegarem.

 

Façam coaching e sucesso a todos!

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Como fazer as coisas acontecerem

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Espero que você esteja aproveitando o seu dia.

Neste texto irei falar com você sobre “Como” você pode desencadear o poder do seu subconsciente e mudar a sua vida. Este pequeno macete é tão poderoso e ainda assim tão simples que ele é frequentemente subestimado ou completamente ignorado, porque a maioria das pessoas acha que ele é simples demais para ser poderoso.

Então mesmo que ele lhe pareça simples, experimente, dê um tempo e veja os resultados. Mas antes de eu lhe falar mais sobre isso, deixe-me lhe falar sobre os dois tipos de pessoas com quem venho me deparando ao longo da vida, e tenho certeza que se você pensar bem, você vai se lembrar de muitas pessoas na sua vida que são assim também. Algumas pessoas sempre perguntam: “Por que é que as coisas são de determinada forma?”.

Em alguns casos, eu encontro com as mesmas pessoas alguns anos depois e elas continuam fazendo as mesmas perguntas, como se as suas mentes estivessem emperradas no mesmo ponto, como um computador congelado e precisando de um reboot.
Eu também já me deparei com um tipo diferente de gente, aqueles que continuamente se fazem perguntas como: “Como que eu posso fazer aquele negócio legal, ter aquela coisa legal, etc.?”.

E então eu encontro com eles um ano ou talvez até alguns meses depois, e eles já conseguiram o que haviam pedido. E agora eles estão pedindo por coisas maiores e melhores. Seria isso uma coincidência? Ou talvez a forma como você faz perguntas tenha um enorme impacto na sua vida?
E então eu encontro com eles um ano ou talvez até alguns meses depois, e eles já conseguiram o que haviam pedido. E agora eles estão pedindo por coisas maiores e melhores. Seria isso uma coincidência? Ou talvez a forma como você faz perguntas tenha um enorme impacto na sua vida?
A pergunta errada pode deixar as pessoas paralisadas, enquanto que as perguntas certas lhes impulsionam em níveis cada vez mais altos de sucesso e consequentemente felicidade.

Perguntar “porque” é ótimo, se você quiser ser um filósofo. É ótimo ser um filósofo, se a sua meta for de fato esta. Mas se você quer que as coisas sejam feitas, se você quiser “resultados”, se você quiser que as coisas aconteçam você precisa de uma pergunta diferente.

Para operar grandes mudanças na sua vida, para alcançar milagres e para manifestar o seu desejo, a maneira certa de perguntar é perguntar “Como” e não “Por que as coisas são como são?”, mas “Como que eu posso mudar as coisas para melhor?” Você pode começar pequeno, “Como que eu posso mudar aquela coisa pequena na minha vida?”, por exemplo. Conforme você for pegando o jeito, comece com as grandes questões.

 

Você se lembra sobre os dois tipos de pessoa sobre as quais lhe falei no inicio? Na vida real, existe um pouco dos dois em cada um de nós. Quando estamos cansados e frustrados, quando estamos resignados e jogamos a toalha, é aí que os “porquês” começam.

Você já reparou que quando alguém fica frustrado com outra pessoa, a primeira pergunta que surge inconscientemente é “Por que é que você é assim?” ou “Por que você está agindo assim?”. Quando estamos prontos para operar mudanças e manifestar grandes coisas, nós começamos a nos perguntar “Como”. As perguntas “Como” freiam o circulo vicioso de pensamentos negativos. Desta forma, imediatamente a sua mente escolhe um novo caminho, um caminho que leva a soluções.

Eu sei que algumas pessoas podem duvidar deste método, porque ele é simples demais.. Mas o seu poder está justamente na sua simplicidade. Então durante o dia, quando você estiver pensando em alguma coisa, experimente modificar qualquer pensamento para uma pergunta “Como”, você ficará surpreso com os resultados depois de um tempo.

Agora, quanto tempo você vai demorar para encontrar as respostas? Ou como você pode acelerar as respostas às suas perguntas?

Sucesso a todos!

* Este artigo foi um presente do meu grande amigo Marcelo Lindemberg que me presentou e me deu a liberdade de adaptá-lo. Então os créditos deste texto não são somente meus. Muito obrigado, Marcelo.

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O ontem, o amanhã … mas e o hoje?

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Quando falamos de tempo cronológico, o dividimos em passado, presente e futuro. Porém, dos 3 mencionados o que o ser humano menos gosta e consegue se concentrar é no presente, no hoje. Pensar no passado e no futuro é mais cômodo, pois um não volta mais e o outro ainda irá acontecer, não tem uma forma definida. Além disso, há algumas frases prontas que carregamos em nossas mentes provenientes de nossos antepassados que nos deixam presos a estes dois tempos. Vamos ver que frases são estas:

“Recordar é viver …”. Viver o que se já passou?
Viver aprisionado no passado não leva a nada, não irá nos beneficiar para conquistas futuras, a não ser para extrairmos lições que deram ou não certo. Concentrar-se no passado nos limita, pois daí vem frases carregadas de “se”, porém o “se” leva a algo que poderíamos ter feito diferente … mas o fato é um só: Não fizemos diferente.

“O futuro a Deus pertence …”. Se o futuro pertence a Ele, então porque penso tanto no amanhã?
O ser humano tem o hábito de colocar a responsabilidade de seu futuro na mão de Deus, mas fica o tempo todo planejando o mesmo muitas vezes de forma vazia, sem embasamento, sem algo concreto que o leve até onde ele almeja, ou até pior, não faz nada como se esperando cair do céu. É comum no final do ano vir pessoas dizendo que o próximo ano será diferente, que serão mais felizes, mais magras, mais inteligentes, mais tudo. O ano passa, nada acontece. Mas não se preocupe, ano que vem será diferente.

No meio deste fogo cruzado entre passado e futuro há o presente, justamente do que precisamos, a ponte entre o que já aconteceu e o que virá pela frente. Quando queremos algo no futuro é exatamente no presente que buscamos alicerces para atingir nossos objetivos.

Vamos imaginar, por exemplo, um jovem que está no ensino médio e almeja ser médico. O futuro ele já decidiu, cabe às atitudes que ele tomará no presente que o levarão a tão sonhada profissão. Quais são os passos a serem tomados no presente, então?
1. Terminar o ensino médio. Não adianta pensar em vestibular sem conclui-lo.
2. Passar no vestibular. Mas para isso, o que deve ser feito? Vai fazer cursinho, onde? Quantas horas precisa estudar por dia? Quantos dias da semana?
3. Fazer faculdade por 5 ou 6 anos.
4. Fazer residência.
5. Ser médico.

Como podemos notar, somente o item 5 refere-se ao futuro, os outros 4 passos estão no presente. a dificuldade maior não está em planejar o futuro e sim planejar o presente, pois exige muita disciplina, exige pensar e isto dá trabalho. O presente nos liberta de algo que não volta mais e nos aproxima do que queremos amanhã. Pense nisso.

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