O verdadeiro sentido da vida: servir!

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Quantas vezes você já se deparou pronunciando a frase: “Há profissionais e profissionais”. No sentido mais comum esta frase quer dizer que há pessoas realmente engajadas com o que fazem, enquanto há pessoas que fazem por fazer. E o mais interessante é que quase sempre nos reportamos aos outros quando falamos esta frase, mas você já parou para pensar se esta frase se aplica a você? Se sim, em qual dos dois lados você está? Do lado do profissional que está 100% comprometido ou do lado dos que fazem por fazer?

Pode parecer óbvia minha pergunta e mais óbvia sua resposta respondendo que você exerce o “lado branco da força”, mas será que exerce mesmo? O que o faz acreditar que realmente é um profissional que faz a diferença no mercado? O que hoje você faz para se autodenominar um profissional “de mão cheia” como se diz na gíria? O que quero dizer é que sempre há espaço para refletir o que fazemos, profissionalmente falando. A autorreflexão nos faz melhorar cada vez mais, não estou aqui menosprezando os feedbacks que são também muito importantes para nosso crescimento.

Para lhe ajudar com a autorreflexão coloco seis itens que lhe ajudarão a perceber se você é realmente o profissional tão cobiçado no mercado.

1. Capacitação. Você tem o hábito de buscar capacitação para melhorar cada vez mais o que faz? Se não, o que o está impedindo de fazê-lo? Há uma frase que é muito dita pelos empresários Brasileiros: “Não há mão de obra qualificada no mercado”. Eu discordo completamente, o que há são profissionais mal capacitados que não buscam melhorar o que fazem buscando a excelência. Seja um aficionado pelo aprender, pelo conhecimento que nunca é demais.

2. Desejo de vencer. Até onde vai sua ambição para fazer o melhor? Atualmente, de zero a dez como está seu nível de ambição para buscar fazer o melhor? Aonde você quer chegar e o que está fazendo para isso? Ou o bom já está bom para você? Lembre-se que quem faz o médio, mediano será. As empresas que mais se destacam no mercado são aquelas que buscam mais, são as que buscam algo diferente de todas as suas concorrentes.

3. Persistência e dedicação. Qual a intensidade que você coloca nestes dois itens? Quando as coisas não saem do jeito como você planejou, o que você faz? Foca no problema ou na solução? Você prefere deixar como está ou busca se superar para atingir o ápice? Se você busca o melhor, quanto tempo se dedica para tal? Percalços no meio do caminho sempre haverá, o que você não pode fazer é se entregar. Busque as melhores soluções, não se prenda aos problemas porque eles só levam ao fundo do poço.

4. Inteligência e controle emocional. Como você lida com a adversidade? Quando algo na empresa não está indo bem como você age? É na crise que aparecem as oportunidades, mas para buscá-las é necessário usar a razão, parar para pensar e buscar a melhor situação, focando na solução e não no problema, de forma madura e centrada.

5. Ame o que faz. Sabe qual é a razão de se fazer algo ligado no piloto automático? É a falta de amor pela profissão. O Americano Napoleon Hill em seu livro “A Lei do Sucesso” escreve que analisou cerca de 16 mil pessoas para saber se eles tinham propósitos definidos na vida e chegou a conclusão de que 95% não tinham, e o pior, que a maioria dele não gostavam do que faziam, portanto não alcançavam resultados satisfatórios. A chave do sucesso é: Realize com prazer, saia de casa todos os dias para trabalhar como se fosse seu primeiro dia. Se isso não está acontecendo, reavalie seus conceitos, talvez o amor pela profissão tenha acabado ou nunca existiu.

6. Ajudar o outro. Outro dia eu assisti a uma palestra do monge Budista Matthieu Ricard que dizia que a salvação da humanidade está no altruísmo e eu concordo plenamente, se não instalarmos em nossos corações e mentes que servir ao outro é a melhor maneira de ajudar a si mesmo nunca seremos bem sucedidos. Portanto, dedique-se a fazer o melhor que pode, mas não para se satisfazer e sim para satisfazer o outro.

Não é porque ajudar o outro vem por último que seja o menos importante, pelo contrário. Já reparou qual é o título deste artigo? Servir ao outro é realmente o grande sentido da vida. O ser humano tem uma grande dificuldade em olhar para o outro primeiro, nos colocamos sempre em primeiro lugar. Porém, pare para pensar: no mundo dos negócios atender às necessidades do cliente é uma causa ou uma consequência? Parece óbvio, mas não é o que acontece na prática. O que mais vemos são “profissionais” que se preocupam mais em encher seus bolsos de dinheiro do que entender o que o outro precisa, ou seja, o dinheiro é a causa. Servir não é isso, servir é dedicar-se ao outro sem orgulho, sem egoísmo, deixar de lado interesses pessoais e acima de tudo ser empático, o que significa calçar os sapatos do outro.

A frase “Há profissionais e profissionais” passa por esta leitura. Analise os resultados que tem tido na sua vida e veja de que lado você está. Pense nisso!

Sucesso a todos”

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