Em busca do sucesso através do autoconhecimento

conhecimento

Em tempos em que a palavra “crise” está muito em evidência, buscar saídas para aliviar a tensão,  principalmente financeira, dentro das empresas. Gestores batem cabeça querendo soluções para que suas empresas deixem de navegar em águas revoltas e passem a nadar em mares mais calmos.

A pergunta que eu faço a você é:

“É possível

transformar tsunamis em marolas e se for o que você está fazendo para que isso aconteça?”

Em meus treinamentos ao redor do Brasil tenho conversado com muitos empresários e tenho percebido de alguns é que eles não medem esforços para potencializar seus números e consequentemente seus resultados, todavia poucos citam o envolvimento de pessoas em seus planos, apesar de terem equipes. O que acontece é que os empresários querem que as pessoas cheguem prontas às suas empresas e isto nunca vai acontecer. Na verdade, muitas vezes nem os próprios empresários estão prontos, pois eles raramente param para exercer o autoconhecimento.

Trabalhar com pessoas e fazê-las cumprir o que elas têm que fazer exige do gestor muito controle emocional e isto só é possível se o mesmo tiver o hábito de refletir sobre seus próprios comportamentos, porém não é uma tarefa das mais fáceis fazer autoanálise, é mais fácil analisar e julgar o outro. Acontece que sem autoconhecimento você não cresce, fica limitado em paradigmas achando que a maneira como você vê o mundo é a melhor maneira.

Para poder ajudar o outro é necessário se ajudar primeiro e qual a melhor maneira de se ajudar?

Se autoconhecendo.

Abaixo seguem algumas dicas que acredito serem importantes para se autoanalisar e se autoconhecer:

1. Crenças e valores. Você já parou alguma vez para se perguntar em que você crê e o que valoriza? Crença é uma quando você acredita em algo profundamente sem necessariamente ter justificativas racionais. É algo puramente subjetivo no momento de considerar algo certo ou verdadeiro. Os valores são as coisas que usamos como critérios para avaliarmos nossas ações. Por exemplo, o que você valoriza para vencer na vida?

Estudar muito, ser criativo? Conhecer pessoas influentes? Resumindo, o que você vê como valoroso para alcançar objetivos.

2. Pontos fortes e a melhorar. Todo ser humano possui talentos, habilidades e características que o tornam diferenciados de outro, tanto positivamente como negativamente, também chamados de pontos fortes e pontos a melhorar. Experimente pegar uma folha de papel e fazer um levantamento do que você tem de melhor em você e o que precisa melhorar. Você com certeza você vai perceber coisas que ainda não tinha reparado antes. Depois de fazer o levantamento reflita como você pode manter os pontos fortes e melhorar o que precisa ser melhorado.

3. Resiliência. Ser resiliente é superar obstáculos sem perder a postura, é ter controle emocional para resolver crises sem se abalar. Avalie quão resiliente você é, pois na hora de liderar uma equipe você não deve mostrar que perde o controle, pois desta maneira não conseguirá manter a moral perante seus liderados.

4. Paciência. Você é do tipo de pessoa que costuma saber lidar com as pessoas ou é daquelas que perde a paciência facilmente? Se você costuma perdê-la, então reveja seus conceitos, pois ninguém gosta de estar perto de pessoas “pavio curto”. O verdadeiro líder entende que ninguém é igual a ninguém e cabe a ele exercer a prática da empatia para ser bem sucedido e isso exige paciência.

5. Didática e preparação. É comum eu encontrar donos de empresa ensinando sem saber ensinar. Ensinar a alguém algo é uma tarefa que exige didática e sem preparação é impossível conseguir êxito. Você está preparado para transmitir conhecimento? Pare para refletir se, além de estar preparado, você gosta de ensinar.

Os liderados de uma empresa sempre esperam muito de seus líderes e se frustram quando suas expectativas não são alcançadas. Portanto, faça uma reflexão de todos os pontos que você acabou de ler acima, você perceberá que ao estar a frente do processo você se sentirá muito mais preparado para tocar o coração de seus funcionários. Pense nisso!

Sucesso a todos!

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Comunicação eficaz para todos

Comunicação eficaz para todos_  No último artigo da série “Gestão de pessoas ou para pessoas?” vou abordar um

tema que aflige muitas empresas: comunicação.  Infelizmente este fator que causa tanto

aborrecimento às pessoas e prejuízos nos setores não é encarado de maneira séria, pois

se fosse eu não ouviria tantas reclamações dos gestores com quem converso.

      Outro dia uma empresária me contou que toda vez que delega a tarefa de fazer

pedido junto a um fornecedor a uma de suas funcionárias o pedido sai errado.  Eu

perguntei a ela de que maneira ensinava suas funcionárias,  ela me disse que as

ensinava só dizendo como queria.  Você consegue perceber a seriedade desta situação?

Determinar uma tarefa a alguém que nunca fez aquilo e querer que saia perfeito é

a mesma coisa que achar que uma pessoa é um robô que você programa e sai tudo

perfeito.

   Uma comunicação mal feita causa ruídos que trarão consequências desastrosas,

mas de quem é a responsabilidade?  Perceba que em um processo de comunicação

existe o emissor e o receptor e que se houver falha a culpa é sempre do emissor. É muito

comum o emissor colocar a responsabilidade do não entendimento de uma explicação,

por exemplo, no receptor. Porém, note que a maneira como a comunicação está sendo

passada pode chegar cheia de ruídos fazendo com que o outro não entenda. Que ruídos

seriam esses?

1. Ruídos físicos. São aqueles ruídos que vem de fora e atrapalham muito como uma

música alta indesejada ou o barulho vindo de uma construção;

2. Ruídos psicológicos. São aqueles pensamentos que invadem sua mente lhe tirando a

concentração como alguma preocupação ou outro compromisso que você terá e que lhe

impede de focar no que está sendo dito naquele momento;

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3. Ruídos fisiológicos. Fatores fisiológicos atrapalham muito a comunicação eficaz,

dores de cabeça, fome, sede, enfim qualquer problema que você esteja sentindo

fisiologicamente falando pode ser suficiente para lhe tirar do foco da comunicação;

4. Ruídos semânticos. Esses ruídos são típicos de pessoas que são de uma certa área

profissional e se expressam com termos técnicos da mesma, por exemplo, médicos,

arquitetos, engenheiros, etc.

   Ruídos geralmente não são bem vindos, principalmente quando se trata de

comunicação. As empresas têm grandes problemas com comunicação, mas o que fazer

para evitar problemas?

Abaixo coloco algumas dicas que considero muito importantes para o gestor:

1. Evite problemas de relacionamento. Não há comunicação que sobreviva quando se

tem problemas de relacionamento, afinal de contas duas pessoas não irão nunca se

comunicar de coração e mente abertas se há conflitos entre as mesmas. Portanto, esteja

aberto para diálogos evitando desavenças inúteis com seus funcionários, afinal de contas

você é um líder ou não é?

2. Esclareça até o completo entendimento. Há uma frase famosa de um canal de TV

que diz que “o que move o mundo são as perguntas e não as respostas”, portanto

pergunte até você perceber que você entendeu perfeitamente o que o outro quis lhe dizer.

3. Seja racional e não emocional. Ao comunicar-se com alguém procure ter o máximo

de controle emocional sobre seus atos, do contrário suas mensagens entrarão distorcidas

e causarão problemas como o citado no primeiro item sobre relacionamento.

4. Seja empático. Empatia significa a capacidade de se colocar no lugar do outro e isso é

mais difícil do que parece.

5. Anote o que pretende delegar. Você já deve ter ouvido falar que as palavras se

perdem com o tempo, portanto anote tudo o que você irá delegar para o outro fazer e de

preferência peça para o mesmo assinar e datar a tarefa. Você perceberá que minimizará

os problemas.

   O fato é que o gestor é o grande solucionador de problemas dentro da empresa e a

comunicação pode se tornar um se não for combatido a tempo. Fofocas, mal entendidos,

informações distorcidas, tudo isso pode acontecer se não houver ações eficazes para

diminui-las. Pense nisso!

Sucesso a todos!
Deixe seu comentário, dessa forma posso tirar suas duvidas e saber sua opinião.

Relacionamentos: Quanto mais transparentes melhor

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Nas empresas que não possuem setor de RH geralmente quem entrevista os

candidatos são os próprios gestores e muitas vezes depois de contratados eles passam a

não realizar com eficácia suas tarefas, apesar de afirmarem que assim o fariam. Mas se a

entrevista é justamente para acertar os ponteiros de ambos os lados para que haja uma

relação trabalhista sadia, então quais as razões de com o tempo as coisas não darem

mais certo?

O fato é que o erro está na falta de transparência na relação e para começar

corretamente os dois lados têm que ser claros em suas intenções.  O grande problema é

que o candidato precisa da vaga e vai aceitar qualquer condição para entrar,  inclusive

mentir. Pelo outro lado o empregador muitas vezes não possui procedimentos bem

definidos e com isso não cria argumentos sólidos para exigir que as regras, que até ele

desconhece, sejam cumpridas.

O relacionamento patrão – empregado na maioria das vezes é feito na base do

“manda quem pode, obedece quem tem juízo”. O gestor acha que apenas uma conversa

inicial e uma manutenção feita “na marra” vai transformar o funcionário no melhor do

mundo. Isto é totalmente utópico, o funcionário chega muitas vezes como um diamante na

empresa e precisa ser lapidado, porém esta lapidação precisa ser feita de acordo com as

características da empresa que o está contratando.

Então como ter um relacionamento aberto e franco desde o inicio? Seguem alguns

passos que são importantes desde a contratação até a manutenção do funcionário na

empresa:

 

1. Tenha um manual de normas e procedimentos em mãos. As regras da empresa

precisam estar contidas neste manual, que é considerada a bíblia de toda instituição. Ao

conduzir uma entrevista de contratação através de um manual bem feito, você determina

o que pode e o que não pode ser feito.

2. Faça perguntas inteligentes para o candidato. Não adianta perguntar se ele(a) é

uma pessoa trabalhadora ou honesta, o que você acha que ele(a) vai te responder? Faça

perguntas que o faça refletir, como “Porque devo te contratar?” ou mesmo “O que você

tem a agregar se eu te contratar?”. O cuidado que o entrevistador tem que ter é que ele

pode te devolver a pergunta: “E a empresa, o que tem a agregar para mim?”. Outro

cuidado é com as respostas vazias: “Você deve me contratar porque sou honesto e

trabalhador”. Por um acaso você, gestor, esperaria algo diferente?

3. Tire todas as dúvidas com o candidato no momento da entrevista. Não deixe o

candidato sair da sua frente sem antes saber se ele entendeu tudo o que foi tratado, e

vice versa. Este momento é crucial, pois evita contratempos e fofocas no futuro.

4. Tenha um roteiro de treinamento. No meu artigo anterior eu falo sobre a importância

de um roteiro de treinamento, isto é um dos grandes segredos da padronização dentro

das empresas. Um treinamento padrão e bem feito deixa todos falando a mesma língua.
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5. Crie um sistema de monitoramento. A pessoa que acabou de ser treinada não vai

absorver tudo de uma vez, desta maneira é essencial que haja alguém monitorando os

passos da mesma para saber se ela está fazendo de maneira correta ou se precisa de

alinhamento, e se precisar faça-o quantas vezes forem necessárias.

6. Reúna periodicamente com seus funcionários. Treinar nunca é demais, crie o hábito

de reciclar o que foi aprendido anteriormente. O mundo gira muito rapidamente e coisas

novas acontecem todo o tempo, então é essencial que haja reuniões periódicas para

mapear o que está dando errado e fazer as correções necessárias.

Todo gestor sabe que é muito mais caro demitir do que contratar, então não é

mais sensato fazer algo direito desde a contratação para evitar desperdícios de tempo,

dinheiro e de energia no futuro? A empresa que vira às costas para padronização de

processos não vai muito longe, pois terá um bando de pessoas se batendo e não uma

equipe. Pense nisso!

 

Sucesso a todos!

Deixe seu comentário, dessa forma posso tirar suas duvidas e saber sua opinião.

A busca da excelência através de treinamentos

A busca da excelência através de treinamentos_

Você já viu alguém chegar pronto para exercer uma determinada função em uma empresa?  Provavelmente não, porém o dono desta empresa acredita que sim ou até tenta treinar a mesma.  Qual o problema disso?  O primeiro é que ninguém chega pronto, pois as empresas têm características e processos diferentes mesmo que sejam informais;  O segundo é que muitas vezes a pessoa responsável pelo treinamento não sabe ensinar ou está muito ligado ao operacional e não delega ninguém para treinar quem está entrando.  O resultado é geralmente catastrófico, pois pessoas são colocadas para assumir cargos sem a mínima condição. Portanto,  Se você quer pessoas excelentes na sua empresa treine-as com excelência.  Do contrário você terá pessoas medíocres.

Em determinada ocasião precisei trocar de celular e fui até a loja da minha operadora.  A atendente me mostrou 3 marcas, mas insistia para eu levar a mais cara. Então eu perguntei a ela qual a diferença de cada uma delas para que eu pudesse escolher, para minha surpresa ela não sabia explicar tendo que pedir ajuda ao colega do lado. Repare que estou falando de uma multinacional renomada, agora imagine o que pode acontecer em uma micro e pequena empresa onde não há nenhum tipo de processos e precariedade em treinamentos.

Por mais proativa e experiente que seja, raramente alguém chega em uma empresa colocando em prática tudo que sabe e por uma simples razão: a pessoa não conhece as características da empresa e tem receio de errar. Então cabe ao gestor ou a pessoa responsável pelo treinamento ensinar quem está entrando de maneira consistente e eficaz e isto requer alguns questionamentos:

  1. Eu sei ensinar? Para treinar alguém se faz necessário ter didática;
  1. Eu tenho um roteiro de treinamento? A execução do treinamento através de um passo a passo chamado roteiro cria uma padronização e minimiza o risco de que cada um fará da sua maneira;
  1. O treinamento é prático?  Teoria sem prática não adianta de nada;
  1. Há acompanhamento após o treinamento?  Ninguém submetido a um aprendizado consegue absorver tudo em pouco tempo, daí a necessidade de estar do lado do mesmo;
  1. Há controle e avaliação do treinado? Criar uma periodicidade para corrigir alguma falha e rever aspectos importantes do treinamento é muito importante,  faz com que minimize o risco do erro.

 

Treinar nunca é demais, converso bastante com gestores sobre os tipos de dificuldades que eles têm nas suas empresas e o que mais ouço é a falta da mão de obra qualificada. O fato é que ninguém chega qualificado em uma empresa, cabe ao gestor deixá-lo capacitado conforme ele deseja e não esperar que a pessoa chegue pronta para trabalhar.
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Quando eu falo de capacitação para os gestores alguns acham que é perigoso pois muitas vezes os funcionários aprendem a fazer e pedem demissão para ir para outra empresa ou abrir suas próprias empresas. Eu falo a eles que a relação patrão – empregado precisa ser ganha-ganha para que haja uma possibilidade maior de ser duradoura.

Por fim, ficando muito tempo ou não enquanto o funcionário estiver com você será o melhor profissional do mundo, pois ele estará capacitado e apto para o mercado. Pense nisso!

 

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