Eu tenho porque sou feliz ou sou feliz porque tenho?                                      

Eu tenho porque sou feliz ou sou feliz porque tenho

Você já parou pra refletir se o que você tem é por conta da sua felicidade ou o contrário? Desta vez trago a você uma diferença entre a causa e a consequência que podem fazer a diferença na sua vida pessoal e profissional. Espero que você goste. Grande abraço!

No inicio do século XX Napoleon Hill fez uma enquete com trabalhadores Americanos para saber se eles gostavam do que faziam profissionalmente. Para surpresa de todos a grande maioria declarou que não gostava do que faziam e que faziam somente por uma necessidade.

O tempo passou e hoje em dia este sentimento ainda é muito forte. Vivemos um momento em que as pessoas definitivamente esquecem o prazer da realização e focam somente no resultado que é o financeiro.

No livro “O jeito Harvard de ser feliz” o autor Shawn Achor diz que para que o ser humano conquiste algo na vida ele precisa acima de tudo estar feliz, pois a felicidade é o combustível para o sucesso. Ele menciona que acreditava que qualquer pessoa que fosse estudar em Harvard se sentiria feliz e realizado assim como ele se sentiu, porém o que ele encontrou foi pessoas tristes e angustiadas em estar naquele lugar.

Se prestarmos atenção, as pessoas que detestam o que fazem profissionalmente não se sentem realizadas, elas executam porque têm uma necessidade em tal, geralmente pautada em valores monetários. O grande problema de tudo isso é que as pessoas não percebem que dinheiro é consequência e não causa.

Segundo o grande compositor Paulinho da Viola “dinheiro na mão é vendaval”. Principalmente quando não o respeitamos. Certa vez ouvi o depoimento de um cliente sobre seu momento pessoal e profissional: “Sabe o que mais levo de lição de toda esta situação? É que eu não sei ser rico.” Esta conversa foi em um momento em que ele tev a certeza que estava falindo e o resumo de tudo é que ele não respeitou o dinheiro.
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Depois de um tempo analisando toda a situação daquele cliente e de outros, cheguei a conclusão que muito se faz em prol da consequência e pouco da causa. E o pior de tudo é que este fenômeno está aumentando por conta da recessão que passamos. As pessoas estão largando mão do amor pelo resultado, porém isto e muito perigoso.

Eu gostaria que você pensasse em duas tarefas que você executa ou já executou em sua vida: na primeira pense em algo que você realiza ou já realizou com amor, sentia um prazer enorme em executar e na segunda pense em algo que você não gosta ou não de gostou de executar e só queria o resultado final. Por favor, seja honesto com você mesmo. Quais das duas tarefas foram mais bem sucedidas? Faça uma autorreflexão. O prazer maior está na realização.

Apesar de toda recessão que temos lá fora, procure fazer algo que lhe dê prazer, algo que lhe faça brilhar os olhos e que arremesse para cima e não o que lhe puxe para baixo. A sua vida é preciosa demais para ficar buscando coisas vazias que lhe darão curtos momentos de prazer. Pense nisso!

Sucesso a todos!
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Socorro, o cerco está fechando!

Socorro, o cerco está fechando

São 5h da manhã e Miguel (nome fictício) ainda não conseguiu dormir. Ele está desde 23h do dia anterior tentando dormir o sono dos justos, porém as preocupações tomam contam de sua mente. O dinheiro está acabando e o que vou fazer?

Miguel é autônomo, presta serviço para diversas empresas, já teve faturamentos fantásticos em um passado bem recente, mas aos poucos viu sua conta bancária entrar menos dinheiro mês após mês. Seus fornecedores foram aos poucos diminuindo a demanda de serviços e ele estava à beira da falência.

Quantos cidadãos Brasil afora têm perdido o sono todas as noites que nem Miguel pensando em que fazer perante a escassez financeira que o país se apresenta?  Empresas, empresários e funcionários têm mergulhado em profundo desgaste mental e emocional imaginando o que fazer já que em grosso modo o dinheiro parece que está aos poucos se afastando das pessoas e as necessidades estão aumentando?

Mas será que o problema é só de fora pra dentro? Ou será que o fator falta de gestão também contribui para este tsunami econômico-financeiro? É notório que todos estão com medo, que a palavra crise se instalou na mente e no coração das pessoas. É notório também que muitos se apegam a esta palavra para tentar justificar uma falta de gestão. Então o que fazer? Cruzar os braços e deixar que a maré da vida lhe leve para onde ela quiser ou procurar melhorias contínuas?

Eu tenho certeza de que cruzar os braços e esperar não é a solução, então qual é a melhor saída? Aqui vão algumas dicas importantes:

  1. Faça um levantamento de seus gastos pessoais. Você tem ideia de quanto gasta por mês com as contas fixas (aluguel, água, luz, etc.)? E com diversão? Se você não tem este controle passe a ter. Crie o hábito de anotar tudo o que você gasta. Fazendo isso você começará a perceber para onde seu dinheiro está indo.
  2. O que você gasta por mês é realmente necessário? Meu saudoso pai costumava me dizer assim: “Compre o que você precisa e não o que você quer”. Ao querer comprar algo, faça a você mesmo a seguinte pergunta: “Eu quero isso ou eu preciso disso?” Você terá uma resposta em imediato.
  3. Seu orçamento está baixo, o que fazer? Você já deve ter ouvido falar em plano B, certo? Pois bem, procure ter o C, D, E… Se você chegou a conclusão ao reunir seus gastos de que ele estão maiores do que você ganha, então você tem duas saídas: Você diminui seus gastos ou aumenta seu faturamento.
  4. Trabalhe para ter lucro e não salário. Salário paga contas, lucro gera riquezas. Simples assim!
  5. Olhe para o dinheiro como consequência e não como causa. Você deve conhecer alguém que repete incessantemente que precisa ganhar dinheiro e sai por ai dando tiros para tudo quanto é lado sem foco. Resultado: foco zero, desgaste e decepção dez. Faça o que tem que fazer bem feito e o retorno financeiro será certo.

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A recessão que está acontecendo no país está afetando a maioria dos Brasileiros, mas dentro da análise SWOT o ambiente externo não é controlável e sim adaptável. Por outro lado, o ambiente interno é totalmente do nosso controle, todos cinco itens que coloco acima só dependem de você. Estando bem preparado internamento você terá possibilidades maiores de ter êxito perante as ameaças que existem lá fora. Pense nisso!

Sucesso a todos!
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