Finanças pessoais, uma questão de raciocínio e de emoção.                                

  Desde o inicio dos tempos a matemática tem feito parte da vida de todo ser humano, direta ou indiretamente, inclusive há uma teoria que diz que tudo gira em torno da mesma. E quando se fala em matemática se fala em raciocínio e exatidão.

  Falar de finanças tem tudo a ver com a matemática, apesar de eu acreditar que o que move finanças é o emocional e não o racional. Aliado a isso, finanças pessoais não é diferente, pois emoção e razão andam lado a lado. Talvez o grande empecilho seja a relação que as pessoas têm com os dois sentimentos.

  Se você é uma pessoa que costuma contabilizar seus gastos então você consegue perceber até onde sua capacidade financeira consegue ir. Nas diversas cidades que eu ministro treinamento pelo Brasil eu costumo conversar muito com os empresários que me assistem e há uma tendência deles colocarem a culpa de suas situações muitas vezes difíceis somente nos números. Frases como “não estou vendendo”, “o mercado está difícil”, “só estou levando prejuízo” são muito comuns entre eles. Dificilmente as razões, expressadas por eles, são comportamentais e sim racionais.

  Eu percebo que muitos empresários negligenciam o fator gestão de pessoas dentro de suas empresas, eles não conseguem ver que os resultados numéricos que eles almejam estão diretamente ligados ao comportamental, pois sem uma equipe que esteja em harmonia com a filosofia e os valores da empresa e vice versa não há como ter uma companhia saudável.

  Mas o que isso tem a ver com finanças pessoais já que eu mencionei o lado empresarial? Tem muito a ver, pois dependendo da maneira como você encara seu momento financeiro atual tudo ou praticamente tudo na sua vida será diretamente impactado pela escassez momentânea do dinheiro.

  No meu círculo de convivência há diversas pessoas que acreditam que a maior razão da vida é ter dinheiro no bolso, que acreditam que seriam mais felizes se ganhassem mais. Uma dessas pessoas fica incessantemente correndo atrás do dinheiro e quando ele aparece, ela o gasta imediatamente por ter muitas dívidas e cai em depressão novamente.

  O que ela não percebe é que a presença ou a falta do dinheiro dita o seu comportamental, se tem dinheiro está feliz se não tem está triste. Então porque não começar a equilibrar emocional e racional? Provavelmente a combinação dos dois poderia dar um efeito diferente.

  O cérebro possui dois hemisférios: o direito e o esquerdo. O hemisfério esquerdo é responsável pelo racional, o lógico. O Hemisfério direito pelo emocional, o criativo. Finanças fica em qual lado? Você pode estar se dizendo agora “é claro que é no esquerdo”, porém sinto lhe dizer que fica no lado direito, no emocional e eu explico o porquê.

  Como você se sente quando está com algum problema financeiro? Por exemplo, você faz suas contas e percebe que o que irá entrar na sua conta não será o suficiente para pagar suas dívidas e nem comprar algo que você estava precisando? Qual hemisfério te abala mais? O direito ou o esquerdo? Certamente o direito, pois você passa a ter preocupações, não dormir direito, recolher-se. Enfim, as primeiras coisas que são abaladas são o coração e o tórax (estômago, fígado, etc.).

  Então que tal evitar ter surpresas desagradáveis? Vou aqui te dar algumas dicas que julgo serem muito importantes:

1 –  Reflita sobre a sua situação financeira atual, tente lembrar a raiz do problema, quando tudo começou e o que desencadeou para sua vida estar do jeito que está;

2 – Tenha em mente que apesar de que algumas situações em sua vida acontecerem inesperadamente, a maneira como você as encara é escolha sua;

3 – Mantenha o foco na solução, no inicio você poderá ter alguma dificuldade em tirar o foco do problema, se for o caso converse com um coach para lhe ajudar;

4 – Independentemente de suas dívidas atualmente serem maiores do que você ganha não as perca de vista, continue tomando nota de tudo o que gasta para ter o controle da situação;

5 – Faça um planejamento seguido de um plano de ação do que você pode fazer de diferente para poder alavancar seu orçamento. Lembre-se que você terá capacidade de desenvolver muito mais do que já faz;

6 – Autocontrole é fundamental para manter a higiene mental e para que isso aconteça a maneira que você pensa sobre sua situação irá definir o bom andamento de seus objetivos. Olhe este quadro:

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O resultado que você quer almejar (no caso, em relação a finanças pessoais) está diretamente ligado à maneira como canaliza seus pensamentos. Eles são responsáveis pelas emoções que você absorve, ou seja, pensamentos positivos, emoções positivas, ações positivas, resultados positivos. Contudo, o oposto também é verdadeiro, portanto tenha muito cuidado com o que você pensa.

Eu acredito que muito do que acontece com o ser humano é de alguma maneira potencializado pelo mesmo. Como eu disse antes, você muitas vezes não pede para ter um determinado problema na sua vida, sendo mais específico, se você está passando por problemas financeiros você com certeza não pediu isso, porém para começar a virar este jogo você precisa focar na causa e não na consequência. Portanto, reflita sobre a origem de sua atual situação financeira estar do jeito que está.

Na próxima quinta feira você poderá assistir uma aula sobre este tema: “Finanças pessoais, uma questão de raciocínio e de comportamento”. Eu lhe aguardo para poder lhe dar mais dicas importantes de como planejar melhor seu dinheiro. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!

Planeje, provisione e alcance resultados.                                 

Nos últimos dois artigos que escrevi, tratei de assuntos que são grandes responsáveis pelos problemas financeiros: compulsividade nas compras e falta de anotação dos gastos. Estes dois temas lhe tiram qualquer chances de planejamento financeiro, fazendo com que você não consiga aproveitar melhor seu dinheiro em prol de um futuro mais tranquilo.

Quando você planeja algo para sua vida é baseado em fatos concretos ou ilusórios? Parece uma pergunta óbvia não é mesmo, mas difícil de responder com exatidão. A partir de que momento você começa a pensar em conquistar algo à curto, médio ou longo prazo? Quais suas estratégias?

As perguntas que lhe faço se encaixam perfeitamente quando se trata de finanças pessoais. Se você respondeu que seus planejamentos são baseados em fatos concretos, então eu acredito que você não terá nenhuma dificuldade em também planejar seu dinheiro.

Se você parar um pouco para refletir, quantos planejamentos financeiros você fez nos últimos cinco anos de sua vida? Quantos realmente se concretizaram em algo palpável? Independentemente da quantidade, se houve algum que terminou em final feliz foi porque você tinha o conhecimento total de suas condições financeiras, do contrário os que não deram certo foi porque em determinado momento você percebeu que o que você almejava estava fora do seu alcance à curto e médio prazos.

Luciana (nome fictício) tinha muita vontade de fazer uma cirurgia de redução de seios, mas sempre achava que o que ganhava era insuficiente para tal. Na época esta redução girava em torno de R$5.000,00 a R$7.000,00 e toda vez que ela se consultava e ouvia este valor dos médicos voltava para casa frustrada.

Em sessões de Coaching comigo ela trouxe este problema à tona: Como ela iria realizar a tão sonhada cirurgia com o salário que ela ganhava? Através das sessões ela conseguiu perceber que ela tinha algumas alternativas que poderiam levá-la ao seu objetivo final. Todavia, ela teria que sair completamente da sua zona de conforto.

Luciana precisou fazer um plano de ação para alcançar o que desejava e para isso ela começou a ver as possibilidades que tinha:

Possibilidade 1: Sua meta era de conseguir fazer a cirurgia em doze meses e para isso precisaria economizar 20% de seu salário a mais do que já gastava;

Possibilidade 2: Criar uma renda extra para poder alcançar o objetivo no tempo que gostaria;

Possibilidade 3: Aumentar o tempo de sua meta de 12 meses para 18 ou 24 meses.

Das três possibilidades ela resolveu economizar, pois tinha plena ciência de que gastava muito e de maneira incontrolável. Para que tivesse um resultado eficaz decidiu pelas seguintes estratégias:

  1. Começar a anotar todos seus gastos;
  2. Fazer um estudo dos gastos que podia minimizar ou até eliminar durante a busca do objetivo;
  3. Tratar de se policiar quando saia de casa;

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  1. Começar a prestar mais atenção em que poderia diminuir de gastos em casa (energia, água, telefone fixo e celular, supermercado, etc.);
  2. Comprar o máximo que pudesse do que necessitava à vista, evitando assim o cartão de crédito;
  3. Estabelecer um percentual de seu salário para provisionar mensalmente aplicando seu dinheiro em algum fundo que lhe desse um bom rendimento ao longo de 12 meses.

Como você pode perceber planejar algo financeiramente exige muita disciplina, comportamento diferenciado e acima de tudo disposição para sair da zona de conforto. A Luciana precisou mudar hábitos que vinha praticando há anos. Em sua opinião o que mais deu trabalho a ela foi começar a anotar os gastos no inicio, porém quando começou a ver que podia reduzir seus gastos sabendo o quanto saia de seu bolso, ficou tão satisfeita que não parou mais.

Portanto, se você pretende planejar algo que exija provisionamento à curto, médio ou longo prazos, siga os passos que a Luciana seguiu começando pela anotação dos seus gastos para poder mapear sua situação atual.

Na próxima quinta feira você poderá assistir uma aula sobre este tema: “Planeje, provisione e alcance resultados”. Eu lhe aguardo para poder lhe dar mais dicas importantes de como planejar melhor seu dinheiro. Um grande abraço!

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Como conhecer e administrar seus gastos em 30 dias                                   

Em momentos de crise que vivemos no Brasil, ter uma renda mensal está infelizmente cada vez mais virando artigo de luxo para muitas pessoas e como um objeto que você tem o maior zelo do mundo, cuidar bem de suas finanças é fator primordial para a boa manutenção da sua vida e da sua família.

O brasileiro tem a cultura de gastar primeiro e depois pensar em juntar dinheiro, o que é diferente dos japoneses e dos americanos. Nestes países os jovens são ensinados a juntar primeiro e depois gastar, mas gastar com disciplina e responsabilidade. Infelizmente no nosso país não há uma educação financeira formalizada, uma matéria que fizesse parte do currículo escolar. Com isso, nossos jovens crescem sem alicerce algum para tomar conta de seus rendimentos.

Além disso, algumas crenças que carregamos desde criança sobre dinheiro ajudam para que a situação piore. Com certeza você ouviu bastante na sua infância (e talvez ouça até hoje) que dinheiro não trazia felicidade, que dinheiro era sujo e que corrompia as pessoas. Tudo isso contribuiu e contribui para uma relação de escassez com o dinheiro, Esta crença vem do passado, se aloja no presente e pode, se você permitir, se impregnar na sua mente durante toda sua vida.

Outro fator que talvez possa vir prejudicar o bom andamento da sua saúde financeira seja a falta de anotação periódica dos gastos. Quando você não toma nota do que sai do seu bolso você acaba se perdendo e não sabendo o que está consumindo mais o teu salário. Você pode até me dizer que sabe qual seu gasto maior, porém os gastos aparentemente menores são os que levam a maior parte dos seus rendimentos.

Quando eu comecei a ministrar treinamentos de gestão econômico-financeira, o coordenador que nos dava os repasses perguntou uma vez para a turma: “Quem aqui tem dívidas bancárias ou de outro tipo?” Quase 100% da turma levantou a mão e então ele continuou: “Tratem de não ter, pois vocês vão ensinar pessoas a cuidarem de suas rendas e como vocês conseguirão se não cuidam das suas?”

Ele estava certo, você só consegue levar o outro até onde você já foi. Foi aí que ele disse que um dos pulos do gato era anotar o que gastava, pois assim poderíamos ter noção de até onde poderíamos gastar. Eu comecei a anotar e confesso a você que não quero outra vida, pois fazendo isso eu comecei a perceber em qual momento o balde começa a querer transbordar, então é a hora de diminuir ou até de parar de gastar.

Eu vou lhe mostrar agora como eu consegui criar o hábito de anotar tudo que eu gasto e passar a ter uma visão diferente das entradas e saídas do meu dinheiro. Eu experimentei fazer isso durante um mês e foi incrível que já neste mesmo mês eu comecei a perceber duas coisas: A primeira foi que meus gastos maiores não eram provenientes de onde eu achava que era e a segunda foi que eu passei a saber exatamente onde tinha que colocar o pé no freio dos gastos para não correr o risco de terminar o mês sem nada ou no vermelho:

  1. Adquira um caderninho ou uma agenda com datas. Dê preferência por algo que você possa carregar com você sempre. Para os amantes da tecnologia, crie um arquivo no Excel ou Word mesmo. Há também diversos aplicativos de gestão de custos gratuitos.
  1. Comece pelas contas fixas.Quando iniciar seu processo de anotação de gastos faça uma lista de seus gastos fixos (água, energia, aluguel, supermercado, etc.). Você pode fazer uma coluna de um previsto baseado em seu histórico e outra coluna de realizado, quando você souber quanto realmente foi o valor de cada item fixo.
  1. Comece a anotar os gastos diários. Diferente dos gastos fixos que só acontecem na sua maioria uma vez por mês (energia, telefone, água, etc.), alguns gastos diários podem vir a ocorrer mais de uma vez durante o mês, como passagem de ônibus, combustível, etc. Estes gastos precisam ser anotados toda vez que eles acontecerem para que no final do mês você possa ter uma noção de quantos por cento eles representam dos seus ganhos.

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  1. Cuidado com os gastos “pequenos”. Os gastos maiores têm certa preferência perante os gastos menores quando se trata de prestar mais atenção. Todavia, estes gastos menores podem ser responsáveis pela maior parte dos teus gastos. Por exemplo, se você for ao cinema provavelmente seu gasto não será somente com o ingresso da sessão, você fatalmente irá comprar algo para comer e beber durante o filme. Outro exemplo é se você for ao estádio assistir uma partida de futebol você não ficará somente no ingresso e também consumirá algo para comer e beber. Não deixe de anotar estes gastos também, pois você verá que eles levam uma parte considerável dos seus ganhos.

Eu gostaria de ressaltar que minha intenção aqui não é que você pare de comprar, principalmente se for algo que lhe dê muito prazer. O que estou dizendo é que você crie o hábito de anotar o que gasta, tente se disciplinar para isso e você começará a entender melhor para onde seu dinheiro está indo e então você perceberá qual impacto cada gasto seu tem nos seus recebimentos.

Eu espero que este artigo tenha feito sentido pra você, pois para mim fez muito, tanto que eu posso dizer que minha gestão pessoal melhorou muito desde que iniciei este processo. Portanto, adquira logo um caderno, crie um arquivo no Excel ou no Word ou baixe um aplicativo de gestão de controle financeiro e comece imediatamente a anotar tudo o que você consome. Você precisará ter muita disciplina, força de vontade, foco, não se importar com o que as pessoas irão dizer a respeito como muitas pessoas me chamavam de fanático e até de louco, o que eu dizia e digo é que podem me chamar do que quiserem, mas eu sei quanto tenho no bolso.

Na próxima quinta feira e irei ministrar uma aula online onde falarei mais sobre este tema que é anotar tudo o que gasta. Eu lhe aguardo para poder lhe dar mais dicas importantes de como administrar melhor seu dinheiro.

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA

Um grande abraço!

Um grande abraço!

Compulsividade nas compras – o que fazer (imediatamente)?                                      

Em recente pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) 61,1% dos brasileiros estão endividados pagando prestações ou financiamentos, sendo que 76,1% envolvem cartão de crédito, carnê 16,9% e financiamento de carros 13,7%. Esta é a dura realidade da vida financeira do Brasileiro.

Identificação do problema com o público

Você utiliza um desses meios de compras que acabei de citar? Você está enrolado em algum deles ou em outro diferente? Se sim, o que te levou a esta situação, você já parou para refletir?

Há diversas razões para se endividar e minha tarefa aqui não é listá-las, mas sim dizer que uma delas seja a compulsividade dos gastos, o que caracteriza a falta de controle no momento de comprar e de critérios para medir a real necessidade de uma compra.

Comprar é um dos prazeres do ser humano e se é um prazer porque não usufruí-lo? O caso é que assim como todo prazer, o exagero pode trazer sérios danos à saúde, no caso a financeira. Portanto, eu tenho certeza que boa parte dos percentuais citados acima tem a ver com a compulsão dos gastos.

Eu comecei minha carreira profissional como educador aos 17 anos. Como você sabe, no inicio algumas vezes você praticamente paga para trabalhar e comigo não foi diferente. Eu ganhava pouco, porém morava com meus pais e 70% das minhas despesas eram bancadas por eles. Com o tempo eu fui me firmando como professor e meu salário aumentando gradativamente, tanto que havia meses em que eu pagava minhas contas, dava dinheiro à minha mãe e ainda me sobrava para passar o mês folgadamente.

Era muito bom ter dinheiro à disposição, porém com a inexperiência da juventude e sem nenhuma orientação financeira eu gastava tudo. E por qual razão eu gastava tudo? Porque eu era extremamente compulsivo, comprava tudo o que meu dinheiro podia comprar. Eu só andava na moda, comprava coleções de discos e depois de CDs, comprava até coisas que eu nem usava apesar de meu querido pai sempre me dizer que era para eu comprar o que eu precisava e não o que eu queria.

O resultado disso é que eu nunca pude construir nada até meus 30 anos quando eu comecei a pensar de maneira diferente.

Para eu mudar meu pensamento em relação a compulsividade eu precise mudar também alguns conceitos e comportamentos que passo a lhe relatar agora:

Passo 1

Sempre que vou a algum local que haja possibilidades de consumo (shopping centers, por exemplo) e vejo algo que me chama a atenção, eu procuro analisar se eu realmente preciso daquilo, ou seja, se não é apenas um capricho de querer trocar ou obter algo.

Passo 2

Periodicamente estou analisando os objetos que mais uso como roupas, calçados, etc. pra saber se o que tenho ainda dá para ser utilizado ou se já é o momento de trocar. É claro que há coisas que não tem como evitar, perfume por exemplo, terminou tem que comprar outro.

Passo 3

Eu tenho o hábito de anotar tudo o que eu gasto com o principal intuito de saber até onde posso ir, sendo assim quando eu percebo que meus gastos estão se aproximando do limite que tenho de dinheiro evito comprar em vão.

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Para que eu pudesse definitivamente acabar com minha compulsão de gastar desmedidamente eu precisei seguir os passos que lhe detalhei acima, com eles eu pude definitivamente entender que continuar fazendo o que eu fazia não iria me levar a nenhum lugar.

Um dos que mais me impactou foi o de analisar a real necessidade de comprar algo quando me dava vontade. Isto tem tudo a ver com o que meu pai me dizia sobre eu comprar o que eu precisava e não o que eu queria. Experimente fazer isso, toda vez que você sentir vontade de comprar algo, reflita se aquele é o momento, se você não pode esperar mais um pouco ou se é realmente necessário.

Eu gostaria de lhe convidar para uma aula que irei ministrar online sobre este assunto, compulsividade nas compras – o que fazer. Nela eu vou detalhar mais sobre como abandonar este vício que pode lhe levar para o fundo do poço.

Para assistir à aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIRA À AULA

 

Um grande abraço!