8 maneiras para reprogramar sua mente rumo a abundância financeira

Quando criança, você pode ter sido levado a acreditar que dinheiro não era algo de Deus, que todo o mal do mundo tinha o dinheiro como o principal responsável. O tempo passou, provavelmente você até hoje ouve frases denegrindo a imagem do dinheiro, mas você amadureceu e não acredita mais em tais frases do tempo de infância. Será que não mesmo?

Desde a infância a sua mente é bombardeada de informações que vão tomando forma fazendo com que você acredite que elas são verdadeiras. Quando estas crenças começam a fazer com que seu senso crítico aumente a ponto de acreditar que sua opinião está quase sempre certa e por outro lado bloqueia sua visão de mundo para experimentar algo novo, então pode-se dizer que você possui crenças limitantes.

No meu artigo “Dinheiro realmente traz felicidade?” eu falo sobre as crenças limitantes e dos cuidados que temos que ter para que elas não sejam responsáveis pelas travas da vida. Tais crenças podem aparecer em qualquer âmbito da sua vida geralmente são criadas ainda na infância, porém isto não é uma regra.

No campo das finanças pessoais é a mesma coisa. Como eu disse no inicio deste artigo, frases sobre o dinheiro são incutidas na sua mente e conscientemente ou não você as carrega e pode vir a pregar algo que você acredita com toda a força. Algumas frases bem clássicas: dinheiro é sujo, dinheiro corrompe as pessoas, dinheiro afasta as pessoas, dinheiro é a maior causa das brigas entre famílias.

Dênis (nome fictício) era uma criança que tinha muitos sonhos e ambições, porém vivia em um ambiente onde as pessoas eram muito conformadas e costumava ouvir que não deveria criar muitas expectativas na vida, pois além de dinheiro ser algo que não era bom, Deus tinha os colocado em uma situação cujo destino nunca iria sorrir para ninguém.

Quando chegou a adolescência Dênis conseguiu um emprego como office boy em um banco de sua cidade ganhando apenas um salário mínimo. Toda vez que ele recebia seu salário, as frases da sua infância vinham muito forte à sua mente fazendo com que ele desse um direcionamento sempre para a escassez e nunca para a abundância, ou seja, gastava tudo e não poupava nada.

Todavia, Dênis começou a prestar atenção que onde trabalhava algumas pessoas eram bem sucedidas financeiramente, tinham bons automóveis e moravam em boas casas. Com o tempo fez amizade com alguns deles e então ficava atento aos seus comportamentos, o que conversavam entre eles.

O que mais chamava sua atenção era a relação dessas pessoas com o dinheiro: eles falavam de investimentos, de como poupar, de como multiplicar seus ganhos. Dênis passou três anos no emprego e durante este tempo aprendeu a mudar a maneira de pensar sobre o dinheiro. Na fase adulta tornou-se um grande empresário criando patrimônios e os multiplicando de maneira consistente.

O que Dênis fez para deixar de ser alguém que acreditava que dificilmente iria ter dinheiro em abundância e passou a ser uma pessoa altamente bem sucedida financeiramente falando? Ele simplesmente mudou os conceitos que tinha sobre dinheiro e passou a vê-lo como algo agregador na sua vida e não um objeto de afastamento de tudo e de todos. Seguem abaixo algumas perguntas para autorreflexão baseadas na mudança de comportamento do nosso personagem:

  1. O que eu penso a respeito do dinheiro?
  2. Tudo o que eu penso é realmente verdade ou é coisa da minha cabeça?
  3. O que eu ganho e perco mantendo estes pensamentos sobre o dinheiro?
  4. Eu conheço alguém que tenha obtido sucesso financeiramente pensando que nem eu penso?
  5. Pensar da maneira como eu penso em relação ao dinheiro me incomoda?
  6. Se me incomoda, como eu poderia mudar a maneira de pensar?
  7. Mudando a maneira como eu penso, eu acredito que poderia começar a ter resultados melhores?
  8. Se tudo o que leu acima fez sentido para você, o que lhe impede de começar a agir diferente?

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Eu entendo que este movimento diferente pode se configurar um grande desafio no inicio e também sei que não é o suficiente para que você comece a pensar em ficar rico, mas acredite que tudo começa na mente e mudando a maneira de pensar quebrando suas crenças limitantes sobre dinheiro vai fazê-lo abrir a mente em direção a um futuro melhor.

Se você tiver dificuldade em começar, entre em contato comigo, podemos começar um trabalho de Coaching para lhe direcionar e lhe ajudar a criar planos e estratégias rumo ao seu sucesso financeiro, será um prazer atendê-lo.

Você poderá assistir a uma aula minha online aprofundando este assunto com o intuito de abrir mais sua mente em prol da abundância financeira. Na próxima quinta feira eu farei uma live para trocarmos uma ideia de como melhorar seu desempenho financeiro, te aguardo lá. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!

Você sabe como reconhecer seu potencial financeiro?

Como você mede seu atual potencial financeiro? Através de suas contas a pagar ou a receber? Como você consegue perceber se é um bom momento de comprar algo que você já está almejando há algum tempo? Muitas vezes perdemos oportunidades de adquirir algo por desconhecermos se temos condições ou não e por não haver este conhecimento boas oportunidades podem ser desperdiçadas.

Além da perda de oportunidades, acredito que saber como você pode se comportar financeiramente até para poder se planejar é algo que o Brasileiro ainda carece de conhecimento. O fato é que não temos a educação financeira que Japoneses e Americanos adquirem desde a infância para que com certeza os ajudam a administrar melhor seus rendimentos.

Se você tivesse acesso ao estudo mais completo de como cuidar de seu dinheiro como seria? É disso que eu estou falando, de entender e saber controlar seu dinheiro de maneira inteligente. Todavia, há como você saber de seu potencial financeiro através de uma ferramenta que é muito usada na administração chamada de análise SWOT.

Em 2013 eu prestei consultoria em uma empresa que precisava saber de seu potencial nos diversos setores que possuía: estoque, administração, financeiro e RH. Os gestores queriam saber não só a capacidade interna como externa de seus setores e a análise SWOT foi perfeita para este momento, pois pode-se saber com mais precisão o real potencial da empresa. O resultado da análise foi além de poder conhecer tal potencial, foi possível também saber onde e o que deveria ser melhorado.

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A análise SWOT é uma sigla em Inglês que significa: S – strenght (forças), W – weaknesses (fraquezas), O – opportunities (oportunidades) e T – threaten (ameaças) e consiste em checar ambientes internos e externos da seguinte maneira:

* Ambiente externo:

– Ameaças: O que está acontecendo vindo de fora que pode estar impactando diretamente no desempenho como um todo;

– Oportunidades: O que há no ambiente externo que se for olhado de maneira cuidadosa pode se caracterizar como algo que seja aproveitado.

* Ambiente interno:

– Pontos fortes: Quais os aspectos que andam bem e que precisam ser potencializados cada vez mais para que fiquem cada vez mais fortes;

– Pontos a melhorar: O que está precisando ser olhado com mais atenção, pois de alguma maneira está atrapalhando o bom andamento dos processos.

Quando se trata de finanças pessoais, a análise SWOT pode ser perfeitamente utilizada em prol de uma melhor administração do dinheiro, vamos ver como funciona:

Apesar de ser uma ferramenta empresarial já a apliquei à minha vida não somente às questões financeiras, mas também em outros aspectos. Portanto, ela pode ser considerada multiuso.

Com esta ferramenta você terá maiores condições de perceber os ambientes e melhorar administrar seu dinheiro, portanto experimente fazê-la e comece a perceber mais pontualmente se sua vida financeira está indo bem e precisa melhorar em algum aspecto e o que você pode fazer para aproveitar as oportunidades que podem aparecer à sua frente.      .

Na próxima quinta feira eu farei uma aula sobre a análise SWOT e você poderá aprofundar mais seu aprendizado desta fantástica ferramenta. Neste mesmo dia farei também uma live para aprofundar este tema e te dar dicas de como melhorar a percepção de seu potencial financeiro, te aguardo lá. Um grande abraço!

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Dinheiro realmente traz felicidade?

Alguém pode ser plenamente feliz por ter muito dinheiro? Qual a sua opinião a respeito? Você acredita que alguém pode se considerar uma pessoa de sucesso por possuir uma quantia considerada em sua conta bancária? Se você acredita que sim então você está ligado na consequência e não na causa maior que é a realização e depois a recompensa.

É curioso como a pergunta se dinheiro traz felicidade é automaticamente respondida pela maioria das pessoas como “não, de jeito nenhum.” Contudo, o que mais se vê são pessoas correndo atrás de quantias para poderem suprir suas necessidades e então se sentirem “felizes”. Você não acha que é um tanto quanto contraditório acreditar que algo não traz felicidade, mas ficar constantemente correndo atrás dele para se sentir feliz?

Não é surpresa para ninguém que vivemos em um país capitalista e que o consumo constante é massivo e incansavelmente potencializado para que a população cada vez compre mais e mais e com isso sinta-se melhor. Eu já tratei no artigo “Finanças pessoais, uma questão de raciocínio e de emoção” que tudo o que pensamos vem de algo que vimos, ouvimos e percebemos e que criamos histórias para nós mesmos que passamos a acreditar como sendo uma verdade absoluta. Se você recebe bombardeios de mensagens o tempo todo de que você precisa consumir para supostamente preencher lacunas na sua vida, o que você acha que vai acontecer?

Desde criança Denise (nome fictício) ouvia de seus pais que tinha que estudar bastante, arranjar um bom emprego, ganhar bastante dinheiro para que se um dia casasse e seu casamento não desse certo, não dependeria de nenhum homem para sustentá-la, com isso seria independente e feliz. Ela levou esta crença durante toda a sua vida e com isso tudo o que fazia girava em torno do dinheiro: Fez faculdade do curso que lhe pagasse melhor, procurou emprego nas empresas que remunerassem mais, afastou-se de relações verdadeiras por achar que só queriam seu dinheiro. O resultado de tudo isso? Estava sozinha e infeliz.

O que eu quero dizer com esta história real é que o dinheiro nunca trouxe e nunca trará felicidade na sua vida, simplesmente porque felicidade é diferente de prazer. Prazer é momentâneo, o dinheiro proporciona prazer: viagens, carro do ano, casa nova, etc. Todavia percebe que são estados momentâneos e que sua felicidade independe de coisas materiais. Você pode ser feliz com ou sem os exemplos acima, tudo depende de como você deixa seu pensamento agir perante a sua realidade e eliminar crenças que limitam sua capacidade de pensar o dinheiro de maneira diferente.

As crenças que falo são as chamadas limitantes, as que muitas vezes são construídas na sua mente ainda na infância, como no caso de Denise, podendo se estender por toda sua vida. Então como eliminá-las? Eu gostaria primeiramente de lhe explicar o que é uma crença limitante: são resultados de interpretações negativas das experiências que vivemos. No momento que nos identificamos com uma situação ou modelo, nossas decisões sofrem influências daquele padrão, impedindo a mudança de paradigmas. Seguem abaixo algumas dicas de como tirá-las da sua vida:

1 – Este processo precisa ser iniciado sempre que você perceba que há em você um sentimento diferente sobre determinada situação, algo que você não consiga avançar por acreditar que sua crença é a verdade absoluta, como o exemplo da Denise;

2 – Pensar da maneira como pensa sobre determinada situação já está lhe incomodando? Se sim, é sinal que uma mudança pode estar sendo necessária;

3 – Qual o sentimento que você sente ao pensar nesta crença?

4 – Agora pense como seria se você não tivesse esta crença, você se sentiria melhor ou pior sem ela?

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5 – Você está disposto a eliminar esta crença? Quais ferramentas você já possui dentro de você (por exemplo, disposição, força de vontade, etc.)?

6 – Quais ferramentas você não tem e quais seriam para lhe ajudar neste processo?

7 – Somando as ferramentas que já tem com as que você percebeu que precisa, você acredita que já tem munição o suficiente para eliminar sua crença limitante?

8 – Quando e que horas você começará a eliminá-la?

As crenças limitantes podem ser um grande atraso na sua vida se você assim permitir, portanto faça uma análise de quais crenças podem estar lhe prejudicando de avançar e depois tratar de eliminá-la da sua vida.         .

Na próxima quinta feira eu liberarei uma aula sobre crenças limitantes e na ocasião vou lhe mostrar uma ferramenta fantástica de como eliminá-las. Neste mesmo dia farei também uma live para aprofundar este tema, te aguardo lá. Um grande abraço!

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Como começar a organizar sua vida em 4 passos.

Como você se sente quando começa a perceber que a sua vida está uma verdadeira bagunça e você não sabe por onde começar a organizar? Família, profissão, espiritualidade, saúde, enfim vários pontos precisam ser revistos, mas qual é a prioridade?

Todos nós em determinado momento de nossa vida passamos por fases em que não conseguimos evoluir, parece que há um paredão na nossa frente que nos bloqueia sempre que tentamos avançar. O detalhe é que este paredão realmente existe e sabe onde ele se encontra? Dentro de nossas mentes e a tendência é que ele (o paredão) aumente se nós o cultivarmos e alimentá-lo.

De repente o turbilhão de problemas nos diversos aspectos da vida começa a crescer e quando você tenta resolver um, outro aparece e você larga o primeiro para resolver o segundo, de repente aparece o terceiro e… Ufa! Que confusão, não é mesmo? Mas porque será que as coisas acontecem nesta proporção?

Tente se imaginar agora em frente a uma mesa onde está sendo servido um banquete. Nesta mesa há diversos tipos de comida, uma mais gostosa do que a outra. É hora de comer, por onde você começa? Qual sua prioridade? O tamanho da fome, o que você mais gosta, a comida mais leve ou a mais pesada? Enfim, você terá suas escolhas e com elas ganhos e perdas.

Havia uma cliente de Coaching que estava passando por esta fase e se abatia muito com tudo o que estava acontecendo, a ponto mesmo de querer desistir de tudo e de todos. Segundo ela, seus problemas eram muito grandes e difíceis de resolver. O curioso era que logo na primeira sessão ela responsabilizava as coisas que aconteciam com ela aos fatores externos, pessoas e fatos eram os principais culpados de seus problemas.

Seu principal motivo de estar fazendo sessões de Coaching comigo era o de tentar resolver o que estava acontecendo apesar de acreditar que já havia feito de tudo, então dentre outras ferramentas utilizadas em seu processo de melhoria eu apliquei a “Matriz de perdas e ganhos” para que ela pudesse visualizar o que já tinha feito e onde perdia e ganhava agindo da mesma maneira por algum tempo.

A matriz de perdas e ganhos trabalha dois fatores em dois momentos:

Estado atual:

* Perdas – O que você perde ao continuar enfrentando os aspectos da sua vida da maneira que está fazendo? A minha coachee pontuou que perdia amizades, a paciência, saúde, entre outas coisas.

* Ganhos – O que você ganha ao continuar enfrentando os aspectos da sua vida da maneira que está fazendo? A minha coachee pontuou que não estava ganhando absolutamente nada.

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Estado desejado:

* Perdas – O que você perde mudando a maneira como age e buscando soluções que ainda não tentou antes? A minha coachee disse que a única coisa que iria perder seria a amizade de algumas pessoas, pois as mesmas se aproveitavam de sua passividade em alguns aspectos.

* Ganhos – O que você ganha mudando a maneira como age e buscando soluções que ainda não tentou antes? Ela pontuou que vai ganhar entre outras coisas paz de espírito.

É importante enfatizar que esta ferramenta deve ser aplicada somente no momento em que a pessoa esteja em um turbilhão de barreiras e não consegue avançar, para então mapear o que agrega ou não no presente e no futuro. Após seu uso a sessão continua e os alinhamentos são feitos rumo ao plano de ação.

Eu particularmente gosto muito desta ferramenta, pois ajuda muito o coachee a selecionar o que deve ficar e o que deve ser descartado. Eu já a apliquei diversas vezes e as pessoas geralmente tomaram um susto e viram que agindo da maneira como agem não iriam muito longe.

Na próxima semana eu ministrarei uma aula e uma live para falar mais sobre a matriz de perdas e ganhos.  Um grande abraço e até lá!

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Como mensurar os ganhos e perdas de minhas atitudes financeiras.                            

 As consequências da sua atual vida financeira, seja ela boa ou ruim, são mensuradas? Você reflete sobre a maneira como você agiu em determinada situação para mostrar o que resultou?

Quando se trata de finanças, o brasileiro não tem o hábito de olhar para as três fases de um processo de compra: o início, o meio e o final de suas atitudes, geralmente ele só olha para a fase dois que é o meio, negligenciando a fase um que é a raiz e a fase três que são as consequências. Deixe-me explicar melhor utilizando um exemplo prático:

Você fez a compra de algo acreditando que seria a melhor do momento por alguma razão (necessidade ou capricho). Na ocasião da compra você entra na fase dois, que é a compra propriamente dita. Neste momento você está empolgado com a aquisição, aquilo era tudo o que você gostaria, o que lhe deixava contemplado, é o agora.

Com o tempo a felicidade da compra tende a desaparecer, pois você começa a perceber que a compra referente não tinha sido tão boa assim como você tinha pensado. Além disso, a aquisição foi feita no cartão de crédito paga em várias parcelas.    

Quando você percebe, você é dono de algo que não utiliza com a mesma potência que acreditava que iria utilizar e acaba tendo que se desfazer do que comprou ou deixando de lado e não o usando mais.

O fato é que você de certa maneira negligenciou as fases um e três deste processo, que foram a raiz e as consequências.

Certa vez um amigo meu recebeu a oferta de compra de um carro que ele tinha muita vontade de ter. Na época ele estava guardando dinheiro para uma viagem de negócios para alavancar a empresa em que ele era sócio. O fato era que o dinheiro que ele tinha só daria para pagar até certo valor do veiculo, sendo necessário o financiamento do restante. Seu sócio ficou muito aborrecido em saber que ele estava disposto em abdicar da viagem em prol do veiculo e foi exatamente o que ele fez.

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Ele comprou o carro e o colocou pra rodar como taxi para tentar reaver seu investimento mais rapidamente, porém não foi isso o que aconteceu. Ele foi muito mal sucedido em seu investimento e acabou tendo que vender o carro e ainda por cima não viajou a negócios, desfazendo sua sociedade.

 O que faltou para meu amigo dentro do que eu estou falando? Faltou a ele seguir os três passos: o inicio, o meio e o fim. Tanto como o inicio que é a raiz, como o fim que é a consequência deveriam ter sido analisadas com uma ferramenta que uso muito em minhas sessões de Coaching que é a matriz de perdas e ganhos.

No primeiro passo que é a raiz ele deveria ter feito a seguinte análise: O que ganho e o que perco adquirindo o veiculo? E no último passo a pergunta é o que ganharei e o que perderei tendo as parcelas a pagar do veiculo? Essas perguntas iriam dar a ele um norte maior para a tomada de decisão, porque ele poderia no inicio perceber que não seria negócio comprar o veiculo naquele momento através de uma autorreflexão do que ganharia e do que perderia.

Em minha opinião, analisar o que irá comprar através dos ganhos e perdas é uma grande atitude rumo a uma gestão financeira eficaz e o inicio de tudo é no primeiro passo que é o antes. Portanto, quando você estiver propício a comprar algo que fuja dos seus padrões de compra faça uma avaliação do que irá ganhar e perder adquirindo seu desejo.

Na próxima quinta feira eu liberarei uma aula pra te ensinar exatamente como utilizar esta ferramenta fantástica que é a matriz de perdas e ganhos além de uma live que farei no mesmo dia, te aguardo lá. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!