Hora de construir resultados

Quando você sabe que alcançou resultado em algo na sua vida? Qual sua percepção para compreender que tal acontecimento tenha sido o que você realmente esperava? E quando o resultado não foi o que você esperava como você age e reage?

Uma das coisas que muita gente peca ao estabelecer um objetivo em algum aspecto da sua vida é a manutenção, o parar periódico para medir o que realmente está dando certo e o que não está. A falta disso faz com que em algum momento você se perca dentro do propósito que você estabeleceu.

Eu tenho conversado com muitas pessoas sobre o assunto que venho tratando nos últimos três meses e o que elas têm me relatado é que as grandes dificuldades delas quando se trata de finanças pessoais são primeiramente o planejamento e em seguida a manutenção do mesmo. O planejamento por não terem disciplina e a manutenção por entrarem em uma zona de conforto e acharem que já fizeram o suficiente para levar suas finanças de maneira tranquila.

Mas por que as pessoas então têm tantas dificuldades nestes dois aspectos: planejamento e manutenção? Planejamento porque requer mudar seus conceitos e abrir-se para o novo, para o que você ainda não tentou e manutenção para ter a noção de que você está levando seu planejamento de maneira correta ou se é preciso fazer algumas mudanças estratégicas.

Quando eu comecei a trabalhar com o desenvolvimento humano eu percebia que minhas metas não chegavam ao final como eu gostaria e eu não entendia a razão disso. Certo dia um amigo meu que trabalha com palestras e treinamentos voltados para a gestão de pessoas me relatou que traçar uma meta sem manutenção vai fazer com que em algum momento você a perca, o externo vai tomando conta das suas prioridades, que passam a não serem mais prioridades, e você vai se deixando levar. Eu comecei então a prestar mais atenção na manutenção e percebi que eu poderia dividir a meta em submetas para que eu pudesse até poder ter uma melhor visão das partes e do todo na manutenção. Incrível como deu certo, eu pude perceber com isso o que deveria mudar a partir do momento em que fatos externos estavam começando a me atrapalhar.

Para lhe ajudar, eu criei um infográfico com 10 dicas para você poder fazer a manutenção de seu planejamento financeiro, algo que irá lhe auxiliar e muito a chegar ao objetivo que deseja. Os pontos são:

  1. Planeje seu dinheiro;
  2. Anote seus gastos;
  3. Livre-se das tentações;
  4. Compre o que necessita;
  5. Reavalie seus gastos;
  6. Reflita os ganhos e perdas;
  7. Evite focar no que não quer;
  8. Coloque energia no que quer;
  9. Estude o mercado financeiro;
  10. Invista em conhecimento.

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Aqui abaixo neste artigo você encontrará este infográfico completo com o detalhamento de cada ação, porém perceba que o primeiro passo é saber o que realmente quer com seu planejamento, onde deseja chegar, pois assim você eliminará logo de cara aquele sentimento de que está poupando dinheiro com intuito zero, ou seja, para nada.


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Planejar algo requer muito esforço e disciplina, assim como sua manutenção. Portanto leve este infográfico a sério e você virá como chegará mais perto de seus objetivos.

Eu preparei uma aula online para aprofundar este assunto e também na próxima quinta feira, dia 30/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!

Os paradigmas das finanças pessoais

Você sabe o que é um paradigma? Segundo o dicionário Aurélio, um dos significados é “Algo que serve de exemplo geral ou de modelo”, ou seja, em resumo é algo que você toma pra você para ser como um parâmetro para sua opinião ou tomada de decisão.

E como é que nascem os paradigmas? Eles são estipulados pela sociedade como padrões estabelecidos para que haja uma certa limitação de entendimento e plena aceitação através da mesma. Como um exemplo simples, posso citar que há alguns anos acreditou-se que doenças no geral eram causadas por vírus e bactérias somente, hoje está comprovado que fatores emocionais são seus principais causadores. Ou seja, durante muito tempo havia um paradigma instalado na sociedade sobre este assunto.

Mas isso quer dizer que todo julgamento feito pela sociedade é absorvido pelo ser humano? É claro que não! Depende da crença que você tem de que determinado paradigma seja verdade. No caso do exemplo das doenças citado acima, as pessoas acreditavam no que a sociedade dizia por não haver conhecimento de outras razoes delas acontecerem A partir do momento em que pesquisadores e cientistas começaram a buscar mais informações através de estudos mais comportamentais, então a população passou a abrir mais a mente em relação às causas das doenças.

Portanto, crenças são o que você tem dentro de você como verdade absoluta enquanto que paradigmas são “verdades” estabelecidas pela sociedade. Quando crenças e paradigmas se somam dentro da sua mente e do seu coração você passa a ter algo 100% como verdade absoluta, pois sua crença é fortalecida pela sociedade.

O que estou ilustrando para você, meu amigo(a), acontece em diferentes aspectos da vida. Somos praticamente forçados a acreditar em muitas coisas que com o passar do tempo percebemos que poderiam ser diferentes, porém a sociedade nos leva a acreditar que não devemos mudar nossa linha de raciocínio. Quando se trata de finanças não é diferente. No meu artigo “Dinheiro realmente traz felicidade?” eu falo de algumas crenças que podem limitar o avanço de algumas pessoas em relação a ter uma relação mais sadia com o dinheiro como, por exemplo, acreditar que as pessoas ricas são desonestas. Esta crença é alimentada através de um paradigma que a sociedade tinha ou tem que somente enriquece quem puxa o tapete dos outros.

Eu conheci um casal em que o marido era altamente empreendedor, ambicioso para ganhar dinheiro, estava sempre buscando novas oportunidades de construir algo sólido na vida. Sua esposa era completamente diferente dele, ela se irritava com a maneira como ele vivia sua vida e sempre dizia a ele que o casal não precisava de muito dinheiro, pois o mesmo corrompia as pessoas e ela não toleraria estar casada com um corrupto.

O curioso era que eles viviam uma vida muito limitada financeiramente falando e limitou mais quando os filhos chegaram. Ao mesmo tempo em que ela reclamava do comportamento dele, ela também se queixava por não ter dinheiro. Muito contraditório você não acha?

Infelizmente a relação não conseguiu se sustentar por incompatibilidade de objetivos e pensamentos, levando o casal ao divórcio.

Este fato que eu acabei de contar mostra o quão sério é manter-se preso a crenças e paradigmas. Ela tinha uma crença de que dinheiro corrompia pessoas baseada em paradigmas de que alguns grupos sociais pregavam isso todo o tempo. Por outro lado ele sustentava a crença de que precisava sempre pensar fora do quadrado através de um paradigma de que somente os empreendedores seriam capaz de fazer movimentos diferenciados rumo ao sucesso financeiro.

Então, qual é o melhor caminho a seguir? Abaixo deixo algumas perguntas reflexivas  que poderão lhe ajudar a ter um olhar mais clinico à respeito de suas atitudes em relação às finanças pessoais:

a) O que você pensa em relação ao dinheiro como um todo? Ele corrompe as pessoas e faz com que as pessoas que o tem sejam desonestas ou pode ser instrumento para resolução de muitos dos seus problemas de maneira puramente lícita?

b) Se você escolheu a primeira opção, quais as evidências de que estas afirmativas são realmente verdade?

c) Se você escolheu a segunda opção o que você tem feito para aumentar sua renda?

d) Se tem feito algo, este algo tem dado certo?

e) Se não tem dado certo, que outras atitudes você poderia tomar que poderiam ser mais eficazes do que as que você já tomou?

Por último eu gostaria que você fizesse uma lista de algumas crenças que possui sobre dinheiro e percebesse se elas ainda são paradigmas estabelecidos pela sociedade ou se já caíram por terra, apesar de você ainda mantê-las. Você com isso poderá descobrir que talvez ainda tenha muitos bloqueios internos sobre finanças.

Paradigmas são criados de fora para dentro, porém crenças são de dentro para fora, portanto não deixe de refletir se o que a sociedade impõe lhe causa algum tipo de impacto e se causar busque dentro de você as razões deste impacto. O mais importante é que você tenha a liberdade de acreditar em algo de maneira pura e baseada em argumentos plausíveis que você correu atrás para saber se realmente existem.

Falar de crenças e paradigmas requer muito autoconhecimento e você só irá alcançar êxito perante muita autorreflexão. Eu sugiro que você se autoconheça todo o tempo, se você tiver dificuldade de buscá-lo sozinho entre em contato comigo, pois posso fazer sessões de Coaching com você para que você consiga alcançar resultados mais expressivos.

Eu quero te convidar para uma sessão experimental de Coaching online, acesse http://bit.ly/AJcontato e marque um horário para conversarmos, é um encontro de apenas uma hora e eu terei o maior prazer em atender você.

Eu trabalho com educação há mais de 30 anos e minha missão de vida é melhorar a vida das pessoas e empresas através da multiplicação do conhecimento e realmente eu levo isso muito a sério.

Então se você realmente quiser a minha ajuda clica no link http://bit.ly/AJcontato e marca este encontro comigo venha fazer parte desta história.

Sucesso sempre!

Como despertar seu termômetro motivacional

É muito comum um individuo querer motivar outro individuo, parece que é uma necessidade que o “motivador” sente de direcionar o suposto “motivado” para um caminho que ele acredita que seja o melhor, porém será que é possível alguém motivar alguém?

Você acredita que quando você tenta motivar alguém com algo que você considera a melhor coisa a seguir, o outro irá comprar a ideia? Bom, tenho uma noticia boa e uma ruim para lhe dar. A boa é que há uma boa chance do outro segurar à sua mão e aceitar sua injeção motivacional e a ruim é que você não foi o causador disso e sim esta motivação já estava instalada dentro dele.

Eu vou explicar melhor. Ninguém motiva ninguém a menos que o que você está tentando mostrar já esteja guardado na mente e no coração do outro como algo que ele(a) acredite como verdadeiro.

Vou exemplificar: Imagina que você torce intensamente por um time de futebol e tem alguns amigos que torcem pelo seu maior rival. Você conseguiria motivar seus amigos a torcerem pelo seu time? E ao contrário, daria certo? Eles conseguiriam lhe motivar a torcer pelo time deles? Eu tenho certeza absoluta que nenhuma das duas coisas iriam acontecer, vocês não se deixariam envolver pelo discurso uns dos outros.

Assim acontece em qualquer âmbito da sua vida, você não se deixa levar por aquilo que não acredita, portanto o que não está instalado em seu coração. Todavia, há coisas que você pode estar presenciando pela primeira vez, como uma bebida nova, por exemplo, que você está louco para experimentar. Vamos imaginar que seja uma marca nova de cerveja, o que lhe leva estar com vontade de prová-la é o fato de que você gosta de cerveja e será mais uma experiência para você. Se você não gostasse de cerveja nada o motivaria a prová-la. Mas você também poderia dizer que gostaria de provar por curiosidade, é verdade, contudo curiosidade é quando você não tem nenhum parâmetro dentro de você que o impeça de experimentar algo novo e este novo pode-lhe causar motivação.

E quando se trata das suas finanças? Como está seu termômetro motivacional para mudar seu quadro para melhor?

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Em um determinado momento da minha vida eu acreditava que tinha que poupar dinheiro de qualquer maneira e fui criando motivação para tal, o problema era que eu não sabia com o que, então a adrenalina caia na mesma velocidade que subia.

O meu grande empecilho era que eu ouvia o que as pessoas diziam sobre economia e investimento e me empolgava, mas nada do que me falavam estava na minha mente e coração, então o que acontecia? Eu desestimulava sem ao menos procurar aprender do que se tratava.

Certo dia eu fui apresentado à bolsa de valores. Ao invés de mergulhar de cabeça eu fui aprender primeiramente do que se tratava e somente então depois de estar seguro que comecei a investir na mesma.

Daí em diante eu passei a me motivar toda vez que o assunto era bolsa de valores, pois já havia tido a experiência de investir em algo que havia me trazido bons rendimentos.

O que eu quero lhe mostrar com essa minha história é que ninguém ou nada vai lhe motivar se você não tiver algo já instalado dentro de você ou que não procure instalar primeiro. Baseado nessa linha de raciocínio eu percebi a razão de muitas pessoas não se motivarem quando se trata de ajustes de suas vidas financeiras. Aqui vão algumas dicas relacionadas com minhas percepções:

  1. Não acredite em primeira mão do que lhe falam, pesquise sempre;
  2. Não existem métodos milagrosos que irão lhe tornar um milionário da noite para o dia;
  3. Tenha sempre o controle de suas finanças tendo a certeza de quanto ganha x quanto gasta;
  4. Se pensar em investir seu dinheiro em algo, estude primeiro este algo;
  5. Procure focar em um tipo de investimento primeiro, até pelo menos este esteja maduro o suficiente para que você possa se dedicar a outro tipo.
  6. Lembre-se de que todo investimento traz riscos, portanto esteja preparado para ganhar, mas também para perder.

Ninguém realmente motiva ninguém, isso é ilusão e não é diferente em relação a dinheiro, até porque um pequeno deslize pode fazê-lo perder tudo, portanto quando alguém lhe disser algo que você desconheça não se deixe levar pela empolgação, pois é completamente passageira, procure conhecer mais do que se trata, pesquise, questione, enfim faça tudo para minimizar as perdas.

Eu espero que você tenha gostado deste artigo, eu o escrevi para ajudar as pessoas que me procuram perguntando se eu poderia auxiliá-las com suas finanças. Se você tiver prestado atenção eu oriento a maior parte do tempo utilizando os princípios do Coaching, através de perguntas pontuais para lhe fazer refletir e tomar a melhor decisão que você acredita.

Eu preparei uma aula online para aprofundar este assunto e também na próxima quinta feira, dia 16/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Um grande abraço!

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Se está bom na teoria, não há necessidade de ir para a prática (ou há?)

Desde o lançamento do tema “Construindo Resultados em Finanças Pessoais” tenho recebido mensagens de várias pessoas dizendo que se sentem bastante tocadas com as perguntas e dicas que faço e dou sobre como tratar melhor o dinheiro. A cada subtema lançado semanalmente as mensagens que mais recebo são:

  1. Excelente suas dicas, vou seguir todas;
  2. A partir de hoje vou começar a anotar tudo o que gasto;
  3. Nossa, parece que você escreveu este artigo pra mim;
  4. Vou começar a fazer uma autorreflexão da minha relação com o dinheiro;
  5. Se eu soubesse de tudo isso antes minha vida teria tido um rumo diferente.

Bom, há muito mais mensagens, todavia consideremos que em um rank das mais recebidas, estas são as melhores qualificadas. Eu confesso a vocês que eu fico muito feliz quando recebo mensagens assim porque vejo que meu trabalho está tocando o coração de quem me lê e assiste. Contudo, pouquíssimas pessoas estão me procurando para dizer que já começaram a colocar em prática o que aprenderam e que já estão colhendo bons resultados.

Quando eu percebo o quadro teórico supostamente grande e o prático bastante pequeno, sou tentado a lhe fazer uma pergunta no caso de meu trabalho já ter tocado seu coração: “O que lhe impede de começar na prática o que você já sabe na teoria?” É claro que há diversas razões e não estou aqui para pontuá-las e nem para julgar ninguém, porém o cuidado que você, que por um acaso já se olhou no espelho e detectou que precisa mudar, precisa ter é com a procrastinação, o adiamento do que você precisa fazer por algum motivo.

De fato, há três motivos para não transpor as barreiras da teoria rumo à pratica, são elas: eu não quero, eu não sei e eu não posso. Em qual delas, se for este caso específico, você se enquadra? Quando você diz “eu não quero” é porque a situação não está lhe incomodando, quando diz “eu não sei” você, se quiser, pode aprender com quem já sabe e quando você diz “eu não posso”, porém você quer, tente detectar o que está lhe impedindo.

Levando o tema para as finanças pessoais e suas mudanças há a necessidade de abraçar as três razões, ou seja, você precisa querer, aprender e se sentir capaz.

Um grande amigo meu costumava dizer que era praticamente impossível saber realmente o quanto alguém poderia gastar durante o mês porque ninguém iria se dar ao trabalho de anotar. Bom, preciso quebrar de cara duas crenças limitantes no discurso do meu amigo: praticamente impossível não significa 100%, portanto há possibilidades sim; ninguém é algo indefinido e impossível de ser mensurado.

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Ele era uma pessoa totalmente perdida em suas finanças, todo mês reclamava que seu dinheiro não dava para nada (outra crença limitante) e que só vivia no vermelho. Eu lancei a ele um desafio, durante um mês seguir os seguintes passos:

  1. Crie uma meta percentual para economizar;
  2. Faça um planejamento para o que conseguir guardar;
  3. Busque informações no mercado sobre um investimento que caiba no seu bolso;
  4. Compre um caderninho ou baixe algum aplicativo no seu celular de controle financeiro;
  5. Crie o hábito de anotar tudo o que gasta, TUDO MESMO!
  6. Faça constantemente um parâmetro do que entra e sai de dinheiro do seu bolso e conta;
  7. Perceba quais são seus gastos mais comuns e se questione sobre a necessidade dos mesmos;
  8. Contabilize tudo ao final do mês.

Meu amigo aceitou e realmente se dedicou 100% à causa e fez exatamente o que propus a ele. Ao final do primeiro mês o que mais o impactou foi perceber para onde seu salário estava escorregando, ou seja, para onde os seus gastos mais comuns estavam indo. Ao ter esta percepção ele imediatamente topou seguir em frente e no segundo mês já começou a dar um direcionamento melhor para seu dinheiro através de um planejamento que começou com 15% do seu salário e foi aumentando gradualmente até chegar em 25%.

Todavia, meu amigo precisou querer, aprender e se sentir capaz. Outra coisa que ele precisou e muito foi estar disposto de sair da teoria e passar para a prática. Portanto, voltando para o inicio deste artigo, se você alguma vez se viu em uma situação que precisa mudar seu comportamento em relação ao dinheiro, que tal começar a sair da teoria para a prática? Tenho certeza que algum insight irá acontecer. Pense nisso!

Na próxima quinta feira, dia 09/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Eu também disponibilizarei uma aula online para lhe dar mais dicas muito importantes. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!