Hora de construir resultados

Quando você sabe que alcançou resultado em algo na sua vida? Qual sua percepção para compreender que tal acontecimento tenha sido o que você realmente esperava? E quando o resultado não foi o que você esperava como você age e reage?

Uma das coisas que muita gente peca ao estabelecer um objetivo em algum aspecto da sua vida é a manutenção, o parar periódico para medir o que realmente está dando certo e o que não está. A falta disso faz com que em algum momento você se perca dentro do propósito que você estabeleceu.

Eu tenho conversado com muitas pessoas sobre o assunto que venho tratando nos últimos três meses e o que elas têm me relatado é que as grandes dificuldades delas quando se trata de finanças pessoais são primeiramente o planejamento e em seguida a manutenção do mesmo. O planejamento por não terem disciplina e a manutenção por entrarem em uma zona de conforto e acharem que já fizeram o suficiente para levar suas finanças de maneira tranquila.

Mas por que as pessoas então têm tantas dificuldades nestes dois aspectos: planejamento e manutenção? Planejamento porque requer mudar seus conceitos e abrir-se para o novo, para o que você ainda não tentou e manutenção para ter a noção de que você está levando seu planejamento de maneira correta ou se é preciso fazer algumas mudanças estratégicas.

Quando eu comecei a trabalhar com o desenvolvimento humano eu percebia que minhas metas não chegavam ao final como eu gostaria e eu não entendia a razão disso. Certo dia um amigo meu que trabalha com palestras e treinamentos voltados para a gestão de pessoas me relatou que traçar uma meta sem manutenção vai fazer com que em algum momento você a perca, o externo vai tomando conta das suas prioridades, que passam a não serem mais prioridades, e você vai se deixando levar. Eu comecei então a prestar mais atenção na manutenção e percebi que eu poderia dividir a meta em submetas para que eu pudesse até poder ter uma melhor visão das partes e do todo na manutenção. Incrível como deu certo, eu pude perceber com isso o que deveria mudar a partir do momento em que fatos externos estavam começando a me atrapalhar.

Para lhe ajudar, eu criei um infográfico com 10 dicas para você poder fazer a manutenção de seu planejamento financeiro, algo que irá lhe auxiliar e muito a chegar ao objetivo que deseja. Os pontos são:

  1. Planeje seu dinheiro;
  2. Anote seus gastos;
  3. Livre-se das tentações;
  4. Compre o que necessita;
  5. Reavalie seus gastos;
  6. Reflita os ganhos e perdas;
  7. Evite focar no que não quer;
  8. Coloque energia no que quer;
  9. Estude o mercado financeiro;
  10. Invista em conhecimento.

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Aqui abaixo neste artigo você encontrará este infográfico completo com o detalhamento de cada ação, porém perceba que o primeiro passo é saber o que realmente quer com seu planejamento, onde deseja chegar, pois assim você eliminará logo de cara aquele sentimento de que está poupando dinheiro com intuito zero, ou seja, para nada.


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Planejar algo requer muito esforço e disciplina, assim como sua manutenção. Portanto leve este infográfico a sério e você virá como chegará mais perto de seus objetivos.

Eu preparei uma aula online para aprofundar este assunto e também na próxima quinta feira, dia 30/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Um grande abraço!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!

Os paradigmas das finanças pessoais

Você sabe o que é um paradigma? Segundo o dicionário Aurélio, um dos significados é “Algo que serve de exemplo geral ou de modelo”, ou seja, em resumo é algo que você toma pra você para ser como um parâmetro para sua opinião ou tomada de decisão.

E como é que nascem os paradigmas? Eles são estipulados pela sociedade como padrões estabelecidos para que haja uma certa limitação de entendimento e plena aceitação através da mesma. Como um exemplo simples, posso citar que há alguns anos acreditou-se que doenças no geral eram causadas por vírus e bactérias somente, hoje está comprovado que fatores emocionais são seus principais causadores. Ou seja, durante muito tempo havia um paradigma instalado na sociedade sobre este assunto.

Mas isso quer dizer que todo julgamento feito pela sociedade é absorvido pelo ser humano? É claro que não! Depende da crença que você tem de que determinado paradigma seja verdade. No caso do exemplo das doenças citado acima, as pessoas acreditavam no que a sociedade dizia por não haver conhecimento de outras razoes delas acontecerem A partir do momento em que pesquisadores e cientistas começaram a buscar mais informações através de estudos mais comportamentais, então a população passou a abrir mais a mente em relação às causas das doenças.

Portanto, crenças são o que você tem dentro de você como verdade absoluta enquanto que paradigmas são “verdades” estabelecidas pela sociedade. Quando crenças e paradigmas se somam dentro da sua mente e do seu coração você passa a ter algo 100% como verdade absoluta, pois sua crença é fortalecida pela sociedade.

O que estou ilustrando para você, meu amigo(a), acontece em diferentes aspectos da vida. Somos praticamente forçados a acreditar em muitas coisas que com o passar do tempo percebemos que poderiam ser diferentes, porém a sociedade nos leva a acreditar que não devemos mudar nossa linha de raciocínio. Quando se trata de finanças não é diferente. No meu artigo “Dinheiro realmente traz felicidade?” eu falo de algumas crenças que podem limitar o avanço de algumas pessoas em relação a ter uma relação mais sadia com o dinheiro como, por exemplo, acreditar que as pessoas ricas são desonestas. Esta crença é alimentada através de um paradigma que a sociedade tinha ou tem que somente enriquece quem puxa o tapete dos outros.

Eu conheci um casal em que o marido era altamente empreendedor, ambicioso para ganhar dinheiro, estava sempre buscando novas oportunidades de construir algo sólido na vida. Sua esposa era completamente diferente dele, ela se irritava com a maneira como ele vivia sua vida e sempre dizia a ele que o casal não precisava de muito dinheiro, pois o mesmo corrompia as pessoas e ela não toleraria estar casada com um corrupto.

O curioso era que eles viviam uma vida muito limitada financeiramente falando e limitou mais quando os filhos chegaram. Ao mesmo tempo em que ela reclamava do comportamento dele, ela também se queixava por não ter dinheiro. Muito contraditório você não acha?

Infelizmente a relação não conseguiu se sustentar por incompatibilidade de objetivos e pensamentos, levando o casal ao divórcio.

Este fato que eu acabei de contar mostra o quão sério é manter-se preso a crenças e paradigmas. Ela tinha uma crença de que dinheiro corrompia pessoas baseada em paradigmas de que alguns grupos sociais pregavam isso todo o tempo. Por outro lado ele sustentava a crença de que precisava sempre pensar fora do quadrado através de um paradigma de que somente os empreendedores seriam capaz de fazer movimentos diferenciados rumo ao sucesso financeiro.

Então, qual é o melhor caminho a seguir? Abaixo deixo algumas perguntas reflexivas  que poderão lhe ajudar a ter um olhar mais clinico à respeito de suas atitudes em relação às finanças pessoais:

a) O que você pensa em relação ao dinheiro como um todo? Ele corrompe as pessoas e faz com que as pessoas que o tem sejam desonestas ou pode ser instrumento para resolução de muitos dos seus problemas de maneira puramente lícita?

b) Se você escolheu a primeira opção, quais as evidências de que estas afirmativas são realmente verdade?

c) Se você escolheu a segunda opção o que você tem feito para aumentar sua renda?

d) Se tem feito algo, este algo tem dado certo?

e) Se não tem dado certo, que outras atitudes você poderia tomar que poderiam ser mais eficazes do que as que você já tomou?

Por último eu gostaria que você fizesse uma lista de algumas crenças que possui sobre dinheiro e percebesse se elas ainda são paradigmas estabelecidos pela sociedade ou se já caíram por terra, apesar de você ainda mantê-las. Você com isso poderá descobrir que talvez ainda tenha muitos bloqueios internos sobre finanças.

Paradigmas são criados de fora para dentro, porém crenças são de dentro para fora, portanto não deixe de refletir se o que a sociedade impõe lhe causa algum tipo de impacto e se causar busque dentro de você as razões deste impacto. O mais importante é que você tenha a liberdade de acreditar em algo de maneira pura e baseada em argumentos plausíveis que você correu atrás para saber se realmente existem.

Falar de crenças e paradigmas requer muito autoconhecimento e você só irá alcançar êxito perante muita autorreflexão. Eu sugiro que você se autoconheça todo o tempo, se você tiver dificuldade de buscá-lo sozinho entre em contato comigo, pois posso fazer sessões de Coaching com você para que você consiga alcançar resultados mais expressivos.

Eu quero te convidar para uma sessão experimental de Coaching online, acesse http://bit.ly/AJcontato e marque um horário para conversarmos, é um encontro de apenas uma hora e eu terei o maior prazer em atender você.

Eu trabalho com educação há mais de 30 anos e minha missão de vida é melhorar a vida das pessoas e empresas através da multiplicação do conhecimento e realmente eu levo isso muito a sério.

Então se você realmente quiser a minha ajuda clica no link http://bit.ly/AJcontato e marca este encontro comigo venha fazer parte desta história.

Sucesso sempre!

Como despertar seu termômetro motivacional

É muito comum um individuo querer motivar outro individuo, parece que é uma necessidade que o “motivador” sente de direcionar o suposto “motivado” para um caminho que ele acredita que seja o melhor, porém será que é possível alguém motivar alguém?

Você acredita que quando você tenta motivar alguém com algo que você considera a melhor coisa a seguir, o outro irá comprar a ideia? Bom, tenho uma noticia boa e uma ruim para lhe dar. A boa é que há uma boa chance do outro segurar à sua mão e aceitar sua injeção motivacional e a ruim é que você não foi o causador disso e sim esta motivação já estava instalada dentro dele.

Eu vou explicar melhor. Ninguém motiva ninguém a menos que o que você está tentando mostrar já esteja guardado na mente e no coração do outro como algo que ele(a) acredite como verdadeiro.

Vou exemplificar: Imagina que você torce intensamente por um time de futebol e tem alguns amigos que torcem pelo seu maior rival. Você conseguiria motivar seus amigos a torcerem pelo seu time? E ao contrário, daria certo? Eles conseguiriam lhe motivar a torcer pelo time deles? Eu tenho certeza absoluta que nenhuma das duas coisas iriam acontecer, vocês não se deixariam envolver pelo discurso uns dos outros.

Assim acontece em qualquer âmbito da sua vida, você não se deixa levar por aquilo que não acredita, portanto o que não está instalado em seu coração. Todavia, há coisas que você pode estar presenciando pela primeira vez, como uma bebida nova, por exemplo, que você está louco para experimentar. Vamos imaginar que seja uma marca nova de cerveja, o que lhe leva estar com vontade de prová-la é o fato de que você gosta de cerveja e será mais uma experiência para você. Se você não gostasse de cerveja nada o motivaria a prová-la. Mas você também poderia dizer que gostaria de provar por curiosidade, é verdade, contudo curiosidade é quando você não tem nenhum parâmetro dentro de você que o impeça de experimentar algo novo e este novo pode-lhe causar motivação.

E quando se trata das suas finanças? Como está seu termômetro motivacional para mudar seu quadro para melhor?

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Em um determinado momento da minha vida eu acreditava que tinha que poupar dinheiro de qualquer maneira e fui criando motivação para tal, o problema era que eu não sabia com o que, então a adrenalina caia na mesma velocidade que subia.

O meu grande empecilho era que eu ouvia o que as pessoas diziam sobre economia e investimento e me empolgava, mas nada do que me falavam estava na minha mente e coração, então o que acontecia? Eu desestimulava sem ao menos procurar aprender do que se tratava.

Certo dia eu fui apresentado à bolsa de valores. Ao invés de mergulhar de cabeça eu fui aprender primeiramente do que se tratava e somente então depois de estar seguro que comecei a investir na mesma.

Daí em diante eu passei a me motivar toda vez que o assunto era bolsa de valores, pois já havia tido a experiência de investir em algo que havia me trazido bons rendimentos.

O que eu quero lhe mostrar com essa minha história é que ninguém ou nada vai lhe motivar se você não tiver algo já instalado dentro de você ou que não procure instalar primeiro. Baseado nessa linha de raciocínio eu percebi a razão de muitas pessoas não se motivarem quando se trata de ajustes de suas vidas financeiras. Aqui vão algumas dicas relacionadas com minhas percepções:

  1. Não acredite em primeira mão do que lhe falam, pesquise sempre;
  2. Não existem métodos milagrosos que irão lhe tornar um milionário da noite para o dia;
  3. Tenha sempre o controle de suas finanças tendo a certeza de quanto ganha x quanto gasta;
  4. Se pensar em investir seu dinheiro em algo, estude primeiro este algo;
  5. Procure focar em um tipo de investimento primeiro, até pelo menos este esteja maduro o suficiente para que você possa se dedicar a outro tipo.
  6. Lembre-se de que todo investimento traz riscos, portanto esteja preparado para ganhar, mas também para perder.

Ninguém realmente motiva ninguém, isso é ilusão e não é diferente em relação a dinheiro, até porque um pequeno deslize pode fazê-lo perder tudo, portanto quando alguém lhe disser algo que você desconheça não se deixe levar pela empolgação, pois é completamente passageira, procure conhecer mais do que se trata, pesquise, questione, enfim faça tudo para minimizar as perdas.

Eu espero que você tenha gostado deste artigo, eu o escrevi para ajudar as pessoas que me procuram perguntando se eu poderia auxiliá-las com suas finanças. Se você tiver prestado atenção eu oriento a maior parte do tempo utilizando os princípios do Coaching, através de perguntas pontuais para lhe fazer refletir e tomar a melhor decisão que você acredita.

Eu preparei uma aula online para aprofundar este assunto e também na próxima quinta feira, dia 16/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Um grande abraço!

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Se está bom na teoria, não há necessidade de ir para a prática (ou há?)

Desde o lançamento do tema “Construindo Resultados em Finanças Pessoais” tenho recebido mensagens de várias pessoas dizendo que se sentem bastante tocadas com as perguntas e dicas que faço e dou sobre como tratar melhor o dinheiro. A cada subtema lançado semanalmente as mensagens que mais recebo são:

  1. Excelente suas dicas, vou seguir todas;
  2. A partir de hoje vou começar a anotar tudo o que gasto;
  3. Nossa, parece que você escreveu este artigo pra mim;
  4. Vou começar a fazer uma autorreflexão da minha relação com o dinheiro;
  5. Se eu soubesse de tudo isso antes minha vida teria tido um rumo diferente.

Bom, há muito mais mensagens, todavia consideremos que em um rank das mais recebidas, estas são as melhores qualificadas. Eu confesso a vocês que eu fico muito feliz quando recebo mensagens assim porque vejo que meu trabalho está tocando o coração de quem me lê e assiste. Contudo, pouquíssimas pessoas estão me procurando para dizer que já começaram a colocar em prática o que aprenderam e que já estão colhendo bons resultados.

Quando eu percebo o quadro teórico supostamente grande e o prático bastante pequeno, sou tentado a lhe fazer uma pergunta no caso de meu trabalho já ter tocado seu coração: “O que lhe impede de começar na prática o que você já sabe na teoria?” É claro que há diversas razões e não estou aqui para pontuá-las e nem para julgar ninguém, porém o cuidado que você, que por um acaso já se olhou no espelho e detectou que precisa mudar, precisa ter é com a procrastinação, o adiamento do que você precisa fazer por algum motivo.

De fato, há três motivos para não transpor as barreiras da teoria rumo à pratica, são elas: eu não quero, eu não sei e eu não posso. Em qual delas, se for este caso específico, você se enquadra? Quando você diz “eu não quero” é porque a situação não está lhe incomodando, quando diz “eu não sei” você, se quiser, pode aprender com quem já sabe e quando você diz “eu não posso”, porém você quer, tente detectar o que está lhe impedindo.

Levando o tema para as finanças pessoais e suas mudanças há a necessidade de abraçar as três razões, ou seja, você precisa querer, aprender e se sentir capaz.

Um grande amigo meu costumava dizer que era praticamente impossível saber realmente o quanto alguém poderia gastar durante o mês porque ninguém iria se dar ao trabalho de anotar. Bom, preciso quebrar de cara duas crenças limitantes no discurso do meu amigo: praticamente impossível não significa 100%, portanto há possibilidades sim; ninguém é algo indefinido e impossível de ser mensurado.

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Ele era uma pessoa totalmente perdida em suas finanças, todo mês reclamava que seu dinheiro não dava para nada (outra crença limitante) e que só vivia no vermelho. Eu lancei a ele um desafio, durante um mês seguir os seguintes passos:

  1. Crie uma meta percentual para economizar;
  2. Faça um planejamento para o que conseguir guardar;
  3. Busque informações no mercado sobre um investimento que caiba no seu bolso;
  4. Compre um caderninho ou baixe algum aplicativo no seu celular de controle financeiro;
  5. Crie o hábito de anotar tudo o que gasta, TUDO MESMO!
  6. Faça constantemente um parâmetro do que entra e sai de dinheiro do seu bolso e conta;
  7. Perceba quais são seus gastos mais comuns e se questione sobre a necessidade dos mesmos;
  8. Contabilize tudo ao final do mês.

Meu amigo aceitou e realmente se dedicou 100% à causa e fez exatamente o que propus a ele. Ao final do primeiro mês o que mais o impactou foi perceber para onde seu salário estava escorregando, ou seja, para onde os seus gastos mais comuns estavam indo. Ao ter esta percepção ele imediatamente topou seguir em frente e no segundo mês já começou a dar um direcionamento melhor para seu dinheiro através de um planejamento que começou com 15% do seu salário e foi aumentando gradualmente até chegar em 25%.

Todavia, meu amigo precisou querer, aprender e se sentir capaz. Outra coisa que ele precisou e muito foi estar disposto de sair da teoria e passar para a prática. Portanto, voltando para o inicio deste artigo, se você alguma vez se viu em uma situação que precisa mudar seu comportamento em relação ao dinheiro, que tal começar a sair da teoria para a prática? Tenho certeza que algum insight irá acontecer. Pense nisso!

Na próxima quinta feira, dia 09/03 eu farei uma live no Facebook para tratar mais deste assunto, te aguardo lá. Eu também disponibilizarei uma aula online para lhe dar mais dicas muito importantes. Um grande abraço!

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8 maneiras para reprogramar sua mente rumo a abundância financeira

Quando criança, você pode ter sido levado a acreditar que dinheiro não era algo de Deus, que todo o mal do mundo tinha o dinheiro como o principal responsável. O tempo passou, provavelmente você até hoje ouve frases denegrindo a imagem do dinheiro, mas você amadureceu e não acredita mais em tais frases do tempo de infância. Será que não mesmo?

Desde a infância a sua mente é bombardeada de informações que vão tomando forma fazendo com que você acredite que elas são verdadeiras. Quando estas crenças começam a fazer com que seu senso crítico aumente a ponto de acreditar que sua opinião está quase sempre certa e por outro lado bloqueia sua visão de mundo para experimentar algo novo, então pode-se dizer que você possui crenças limitantes.

No meu artigo “Dinheiro realmente traz felicidade?” eu falo sobre as crenças limitantes e dos cuidados que temos que ter para que elas não sejam responsáveis pelas travas da vida. Tais crenças podem aparecer em qualquer âmbito da sua vida geralmente são criadas ainda na infância, porém isto não é uma regra.

No campo das finanças pessoais é a mesma coisa. Como eu disse no inicio deste artigo, frases sobre o dinheiro são incutidas na sua mente e conscientemente ou não você as carrega e pode vir a pregar algo que você acredita com toda a força. Algumas frases bem clássicas: dinheiro é sujo, dinheiro corrompe as pessoas, dinheiro afasta as pessoas, dinheiro é a maior causa das brigas entre famílias.

Dênis (nome fictício) era uma criança que tinha muitos sonhos e ambições, porém vivia em um ambiente onde as pessoas eram muito conformadas e costumava ouvir que não deveria criar muitas expectativas na vida, pois além de dinheiro ser algo que não era bom, Deus tinha os colocado em uma situação cujo destino nunca iria sorrir para ninguém.

Quando chegou a adolescência Dênis conseguiu um emprego como office boy em um banco de sua cidade ganhando apenas um salário mínimo. Toda vez que ele recebia seu salário, as frases da sua infância vinham muito forte à sua mente fazendo com que ele desse um direcionamento sempre para a escassez e nunca para a abundância, ou seja, gastava tudo e não poupava nada.

Todavia, Dênis começou a prestar atenção que onde trabalhava algumas pessoas eram bem sucedidas financeiramente, tinham bons automóveis e moravam em boas casas. Com o tempo fez amizade com alguns deles e então ficava atento aos seus comportamentos, o que conversavam entre eles.

O que mais chamava sua atenção era a relação dessas pessoas com o dinheiro: eles falavam de investimentos, de como poupar, de como multiplicar seus ganhos. Dênis passou três anos no emprego e durante este tempo aprendeu a mudar a maneira de pensar sobre o dinheiro. Na fase adulta tornou-se um grande empresário criando patrimônios e os multiplicando de maneira consistente.

O que Dênis fez para deixar de ser alguém que acreditava que dificilmente iria ter dinheiro em abundância e passou a ser uma pessoa altamente bem sucedida financeiramente falando? Ele simplesmente mudou os conceitos que tinha sobre dinheiro e passou a vê-lo como algo agregador na sua vida e não um objeto de afastamento de tudo e de todos. Seguem abaixo algumas perguntas para autorreflexão baseadas na mudança de comportamento do nosso personagem:

  1. O que eu penso a respeito do dinheiro?
  2. Tudo o que eu penso é realmente verdade ou é coisa da minha cabeça?
  3. O que eu ganho e perco mantendo estes pensamentos sobre o dinheiro?
  4. Eu conheço alguém que tenha obtido sucesso financeiramente pensando que nem eu penso?
  5. Pensar da maneira como eu penso em relação ao dinheiro me incomoda?
  6. Se me incomoda, como eu poderia mudar a maneira de pensar?
  7. Mudando a maneira como eu penso, eu acredito que poderia começar a ter resultados melhores?
  8. Se tudo o que leu acima fez sentido para você, o que lhe impede de começar a agir diferente?

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Eu entendo que este movimento diferente pode se configurar um grande desafio no inicio e também sei que não é o suficiente para que você comece a pensar em ficar rico, mas acredite que tudo começa na mente e mudando a maneira de pensar quebrando suas crenças limitantes sobre dinheiro vai fazê-lo abrir a mente em direção a um futuro melhor.

Se você tiver dificuldade em começar, entre em contato comigo, podemos começar um trabalho de Coaching para lhe direcionar e lhe ajudar a criar planos e estratégias rumo ao seu sucesso financeiro, será um prazer atendê-lo.

Você poderá assistir a uma aula minha online aprofundando este assunto com o intuito de abrir mais sua mente em prol da abundância financeira. Na próxima quinta feira eu farei uma live para trocarmos uma ideia de como melhorar seu desempenho financeiro, te aguardo lá. Um grande abraço!

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Você sabe como reconhecer seu potencial financeiro?

Como você mede seu atual potencial financeiro? Através de suas contas a pagar ou a receber? Como você consegue perceber se é um bom momento de comprar algo que você já está almejando há algum tempo? Muitas vezes perdemos oportunidades de adquirir algo por desconhecermos se temos condições ou não e por não haver este conhecimento boas oportunidades podem ser desperdiçadas.

Além da perda de oportunidades, acredito que saber como você pode se comportar financeiramente até para poder se planejar é algo que o Brasileiro ainda carece de conhecimento. O fato é que não temos a educação financeira que Japoneses e Americanos adquirem desde a infância para que com certeza os ajudam a administrar melhor seus rendimentos.

Se você tivesse acesso ao estudo mais completo de como cuidar de seu dinheiro como seria? É disso que eu estou falando, de entender e saber controlar seu dinheiro de maneira inteligente. Todavia, há como você saber de seu potencial financeiro através de uma ferramenta que é muito usada na administração chamada de análise SWOT.

Em 2013 eu prestei consultoria em uma empresa que precisava saber de seu potencial nos diversos setores que possuía: estoque, administração, financeiro e RH. Os gestores queriam saber não só a capacidade interna como externa de seus setores e a análise SWOT foi perfeita para este momento, pois pode-se saber com mais precisão o real potencial da empresa. O resultado da análise foi além de poder conhecer tal potencial, foi possível também saber onde e o que deveria ser melhorado.

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A análise SWOT é uma sigla em Inglês que significa: S – strenght (forças), W – weaknesses (fraquezas), O – opportunities (oportunidades) e T – threaten (ameaças) e consiste em checar ambientes internos e externos da seguinte maneira:

* Ambiente externo:

– Ameaças: O que está acontecendo vindo de fora que pode estar impactando diretamente no desempenho como um todo;

– Oportunidades: O que há no ambiente externo que se for olhado de maneira cuidadosa pode se caracterizar como algo que seja aproveitado.

* Ambiente interno:

– Pontos fortes: Quais os aspectos que andam bem e que precisam ser potencializados cada vez mais para que fiquem cada vez mais fortes;

– Pontos a melhorar: O que está precisando ser olhado com mais atenção, pois de alguma maneira está atrapalhando o bom andamento dos processos.

Quando se trata de finanças pessoais, a análise SWOT pode ser perfeitamente utilizada em prol de uma melhor administração do dinheiro, vamos ver como funciona:

Apesar de ser uma ferramenta empresarial já a apliquei à minha vida não somente às questões financeiras, mas também em outros aspectos. Portanto, ela pode ser considerada multiuso.

Com esta ferramenta você terá maiores condições de perceber os ambientes e melhorar administrar seu dinheiro, portanto experimente fazê-la e comece a perceber mais pontualmente se sua vida financeira está indo bem e precisa melhorar em algum aspecto e o que você pode fazer para aproveitar as oportunidades que podem aparecer à sua frente.      .

Na próxima quinta feira eu farei uma aula sobre a análise SWOT e você poderá aprofundar mais seu aprendizado desta fantástica ferramenta. Neste mesmo dia farei também uma live para aprofundar este tema e te dar dicas de como melhorar a percepção de seu potencial financeiro, te aguardo lá. Um grande abraço!

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As armadilhas do mercado

As armadilhas do mercado

Como consultor de empresas, trainer e palestrante também na área econômico-financeira eu tenho visto regularmente empresários à beira da loucura por não ter os resultados que eles gostariam de ter. Alguns acreditam que nos tempos de seus pais e avós era mais tranquilo ter uma empresa, que a concorrência era menor e que o mercado mais tranquilo. Por acreditar que isso seja verdade, tais empresários de hoje tendem a querer tomar as atitudes que seus ancestrais tomavam, porém o mercado mudou completamente.

Nos dias de hoje a quantidade de empresas que fecham suas portas depois de 4 anos é proporcional ao número que abrem, Segundo uma reportagem da Folha de São Paulo de setembro de 2015 de dez empresas que abrem as portas depois de 4 anos 50% fecham e muito se deve ao jeito como o empresário lida com o mercado.

Quando eu digo que o mercado mudou completamente, quero dizer que desde sempre há alterações que exigem que os gestores busquem constantemente maneiras de se adaptarem às novas demandas e tendências que vão surgindo.  A maneira como o consumidor, por exemplo, se comporta é totalmente diferente de anos atrás. Nós como consumidores estamos mais exigentes, mais respaldados, com mais alternativas de opções para comprar e consequentemente tudo isso faz com que os empresários estejam bem preparados.

É fato que o ser humano está em constante mudança e assim é o mercado, então não dá para cruzar os braços e achar que a culpa é do momento atual do país. O empresário deve buscar alternativas para poder ultrapassar as barreiras das dificuldades de maneira que não perca sua qualidade. Todavia, que alternativas seriam essas? O que é necessário fazer para caminhar de maneira mais consistente?

  1. Possuir ferramentas econômico-financeiras. A sua empresa possui planilha de custos? E fluxo de caixa? A primeira ferramenta mostra o econômico de sua empresa e a segunda o financeiro. Ambas precisam andar lado a lado, porém mostram seu dinheiro de maneira diferente.
  2. Cuidar de seus funcionários. Você possui alguma estratégia para capacitar seus funcionários com o intuito de torná-los cada vez melhores e consequentemente aumentar de maneira positiva os resultados de sua empresa?
  3. Ter metas claras e alcançáveis. Você sabe exatamente o que quer da sua empresa? Em 5 anos como você quer vê-la? Provavelmente você deve estar dizendo: “É lógico que quero vê-la melhor do que está hoje”. Pois bem, o que você está fazendo para que haja esta melhora? E se está fazendo algo, como você está medindo estes números.
  4. Conhecer o mercado em que atua. Desde que você abriu sua empresa quantas vezes você fez uma pesquisa de satisfação com seus clientes? Você realmente conhece o potencial do mercado em que atua? Como você sabe se ainda há espaço para crescimento no seu segmento?
  5. Estar ligado ao estratégico. Os itens que foram colocados acima dizem respeito ao estratégico da empresa. O gestor é a pessoa que tem que olhar sua empresa de uma maneira mais holística, ampla. Se ele (o gestor) ficar preso ao operacional não conseguirá enxergar muito longe.

banner-do-site amandio junior ebook construindo resultadosDe posse destas informações, vem a fatídica pergunta: você continuará acreditando que o mercado é o principal responsável pelos seus resultados ou você irá tomar atitudes diferentes das que você toma hoje em dia? Entenda que a solução está em suas mãos, você que precisa fazer acontecer. Portanto, pare de olhar para o passado, analise seu estado atual e faço algo diferente para alcançar seu estado desejado no futuro.

Pense nisso!
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Meu estoque e eu: Um caso eterno de amor

estoque um caso de amor

Eu ouço muitos empresários dizerem que suas empresas são como filhos para eles,  e eu creio nisso, apesar de que muitas vezes este sentimento é só na teoria.  Porém se isso for realmente verdade,  se tratando principalmente de empresas no ramo do comércio,  a parte deste filho chamado empresa que os empresários mais amam se chama estoque.  Conheço muitos gestores que não admitem estoque vazio, pois o cliente não pode de maneira alguma deixar de encontrar tudo. O grande problema é que o cliente não quer comprar tudo,  ele quer somente o que ele necessita e os gestores muitas vezes não sabem das necessidades do seu cliente, pois não têm o hábito de fazer pesquisas.

Vamos entender primeiramente o porque de toda este apego pelo estoque.  Quando havia hiperinflação no Brasil,  os gestores costumavam comprar em grande escala evitando assim comprar todo o tempo com um valor maior.  Hoje apesar de ainda haver inflação é bem menor do que naquela época e além disso há muito mais fornecedores hoje em dia do que antigamente, o que faz com que não haja uma necessidade de um estoque muito alto. O segundo fator foi relatado no primeiro parágrafo,  não há uma interação mais de perto com o cliente.

O empresário que acredita que para poder tocar seu negócio em frente precisa abarrotar seu estoque com produtos está emperrando a engrenagem de sua empresa e vamos ver as causas e consequências disso:

Causa 1. Compra errada. O fornecedor ou representante quer vender toda a sua oferta e para isso oferece produtos com descontos em troca de uma compra em maior quantidade ou de um prazo mais elástico de pagamento.

Outra estratégia que as empresas fornecedoras tem é a de oferecer compra casada. Elas oferecem um ou mais produtos com descontos maiores e / ou prazos de pagamento maiores.

O grande problema disso tudo é adquirir produtos a mais do que seu estoque comporta ou ter produtos que não giram.

Causa 2. Não conhecer seu estoque profundamente. É muito comum encontrar empresários que não tem o real conhecimento,  age puramente no achismo e na hora de comprar geralmente compra errado.  Comparo isto com fazer a compra do mês no supermercado sem lista, fatalmente virá produtos desnecessários, quantidades maiores ou menores.

Consequência 1. Produto no estoque por muito tempo significa dinheiro parado. Outro fato muito comum nas empresas é ter empréstimos em bancos enquanto há dinheiro dentro da empresa em forma de produto.  Conheci um empresário que tinha o equivalente a R$600.000,00 em produtos a preço de custo e precisava de R$180.000,00. Ou seja,  ele tinha R$420.000,00 parados dentro da empresa e tinha feito um empréstimo de R$200.000,00 junto ao banco.

Consequência 2. Aumento da necessidade de capital de giro.  Muitas vezes quando o empresário começa a perceber que não está entrando dinheiro no seu caixa ele ataca no aumento do preço de venda e esquece ou até mesmo não sabe que o grande problema está no seu estoque parado. Produtos encalhados não se transformam em receita,  então o gestor pede um empréstimo ao banco, aumenta o custo financeiro e consequentemente a necessidade de capital de giro tornando s empresa mais pesada, até ele não aguentar mais e falir.

Toda empresa necessita de estoque, porém é fundamental entender algumas coisas:

  1.  Qual o consumo médio do produto? em média quantas unidades você vende?
  2. Qual o tempo de reposição do produto? Quanto tempo leva desde s decisão da compra até a chegada do produto na empresa?
  3. Qual o estoque de segurança necessário? Se a entrega do fornecedor atrasar quantas unidades tenho para suprir a necessidade do cliente? E quantos dias edta quantidade comporta?

Há muitas outras análises para se fazer do estoque, como a análise da curva ABC, por exemplo,  porém o que não pode haver de jeito nenhum é paixão pelo estoque.  Trate-o com razão e não com emoção,  pois produto bom é na mão do cliente e não dentro da sua empresa.  Pense nisso!

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Minha empresa vive ou sobrevive?

sobrevive

Certa vez estava ministrando um treinamento quando um gestor me perguntou porque era mais fácil ser empresário nos tempos de seu pai do que hoje em dia. Na ocasião eu respondi que não é que antes era mais fácil, o fato é que na época havia menos ferramentas de gestão e menos profissionalismo para colocá-las em prática .

Para melhor ilustrar meu exemplo vou fazer uma analogia com carros de corrida. Vamos imaginar uma corrida onde 20 carros possuam a mesma tecnologia, a mesma potência, a mesma quantidade de combustível e que todos saiam alinhados um do lado do outro no grid de largada. Teoricamente no final todos chegariam juntos, certo? Errado! Haveria um vencedor ao final, no máximo dois chegando empatados. Mas o que este vencedor teria feito para conseguir vencer já que todos os carros são iguais? A melhor utilização das ferramentas, o melhor uso da tecnologia, potência e combustível a seu favor.

Antigamente os empresários achavam que simplesmente dobrar ou triplicar o valor do produto era o suficiente para ter lucro. Por exemplo, para o gestor da época um produto comprado por R$10,00 e vendido por R$20,00 lhe daria uma margem tranquila de 100% de lucro. Como todos faziam da mesma forma, havia uma falsa impressão de que todos ganhavam. Um dia alguém percebeu duas coisas:

1. Comprar por R$10,00 e vender por R$20,00 não era o suficiente para obter lucro, pois agregado ao valor de custo do produto ainda tinha que somar os custos fixos e as despesas variáveis, portanto se esta soma desse maior do que o preço de venda obviamente o produto daria prejuízo;

2. Não existe 100% de lucro, pois o mesmo é um resultado de faturamento menos custos e este é um percentual do faturamento e não do custo. Portanto:
Faturamento = R$20,00
Custo = R$10,00
Lucro = R$10,00 / R$20,00 * 100 = 50% (Considerando apenas o preço de custo do produto, mas se pegarmos R$10,00 + CF + DV com certeza o custo final vai ser maior do que R$20,00, portanto prejuízo).

Nos dias de hoje ainda há muita gente que pratica os dois pontos citados acima, porém quem domina este raciocínio, aliado a uma completa planilha de custos com provisionamento e depreciação além de outras ferramentas como fluxo de caixa e balanço patrimonial tem grandes chances de seguir em frente no mercado, apesar de isto não ser tudo .

O que move uma empresa são pessoas e quão dispostas elas estão para fazê-la funcionar de forma eficaz. Gestor que não investe em pessoas vai ficar para trás e terá que viver trocando de equipe todo o tempo ou irá falir. É comum encontrar donos de empresas não querendo investir na equipe porque acham que assim que os funcionários estiverem capacitados vão sair da empresa e abrir concorrência. Na verdade estes empresários não conseguem perceber que nenhuma relação é para sempre e que mais cedo ou mais tarde seus colaboradores sairão da empresa, seja por uma ou outra razão.

Está mais do que na hora de olhar para sua empresa com mais profissionalismo, implantar ferramentas que te mostrem a real situação da mesma e ter pessoas competentes e treinadas para fazer a diferença no mercado. Pense nisso.

Sucesso a todos!

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A camisa da equipe que eu visto

A camisa da equipe que eu visto

 

Em épocas de copa do mundo, parece que a frase “vestir a camisa” só nos leva a pensar no grande esporte Bretão. Eu estou na verdade falando de empresas e das camisas que os gestores querem que seus funcionários vistam, mas quais são estas camisas? Será que o gestor sabe realmente qual a que ele próprio e sua empresa vestem? Abaixo colocarei alguns exemplos para ilustrar o que estou falando.

Exemplo Nº01

Tenho conversado com muitos gestores pelo Brasil afora e ouço muito que as pessoas que eles querem designar ou designaram como gerentes não estão correspondendo às expectativas. Eu costumo perguntar o que eles, gestores, gostariam que seus gerentes fizessem e geralmente vem a resposta: “Ah, eu gostaria que meu gerente fizesse tudo”. Na verdade, os gestores dizem isso porque em meus treinamentos falo muito que o lugar deles é no estratégico e os mesmos para justificarem suas culturas operacionais dizem que não conseguem parar para pensar estrategicamente devido não ter, por exemplo, um gerente que façam e resolvam os problemas da empresa. Outra razão é que nem eles sabem o que querem que os gerentes façam dentro da empresa Para que isso se resolva, primeiramente o gestor tem que entender que seus funcionários precisam fazer o que ELE delegar, mas como saber o que ele quer? Perguntas como, “O que pra você é um gerente?” ou “Quais são as competências que você procura em um gerente?” o levarão a refletir. Estas entre outras perguntas realizadas dentro de uma sessão de Coaching vão fazer com que o gestor comece a desenhar um mapa do que ele pensa do profissional que está prestes a contratar ou a promover.

Exemplo Nº02

– Gestor: “Aqui na cidade não tem mão de obra qualificada”.

– Eu: “Se não há, o que lhe impede de qualificar?”

– Gestor: “Ah! Para que ele passe alguns meses comigo, saia e abra concorrência?” ou “Para que ele seja levado para a concorrência por alguns reais a mais?”

Estes argumentos escritos acima são os que eu escuto muito dos empresários pelo Brasil também. Infelizmente não existe ninguém pronto para sua empresa, você que tem que qualificá-los. Outra coisa a considerar é que sempre haverá rompimento de relação, todos nós temos ambições na vida e um dia rompemos com alguém ou com algo para buscar nossas melhorias e assim acontece com os funcionários, um dia eles sairão de onde estão para buscar oportunidades melhores, principalmente se onde estiverem não forem reconhecidos ou bem cuidados.

Exemplo 03

Muitos gestores acham que o que movem seus funcionários é apenas um bom salário e pronto. Ledo engano, o gestor não pode descuidar de algo muito importante chamado relacionamento. O psicólogo Americano Abraham Maslow criou uma pirâmide com cinco patamares que diz que a base de todo ser humano é o fisiológico. Se dentro da empresa não há uma condição de trabalho adequada com água potável, luz apropriada, um banheiro decente, enfim coisas que vão suprir as necessidades fisiológicas de seus colaboradores, como eles irão produzir de forma eficaz? Se o fisiológico deles não está contemplado eles nunca se sentirão seguros, que é o segundo patamar da pirâmide. Sentir-se seguro é ter salários em dia, ter organização, ter processos bem definidos, normas que sejam iguais para todos, ter respeito mútuo dentro da empresa. O terceiro patamar é o social. Se os funcionários estiverem fisiologicamente bem, sentem-se seguro então ele socializa de maneira sadia. Ele contribui, participa, dá ideias, ouve o outro, enfim sente-se parte do todo na empresa. Consequentemente ele tem o quarto patamar atendido, que é a autoestima, ou seja, sente prazer em estar no ambiente de trabalho. O ápice da pirâmide é a realização, Maslow diz que todo ser humano precisa se sentir realizado, e isso só vem com o reconhecimento do outro. Empresas que não reconhecem seus colaboradores tem uma rotatividade muito alta, simplesmente porque isto é relacionamento.

Como vocês podem notar, um bom salário é apenas a ponta do iceberg. A camisa que o gestor quer que o funcionário vista precisa conter calor humano, precisa ser confeccionada com sangue nas veias, costurada com fios de organização para que todos se sintam literalmente em casa. Volto a dizer que relacionamentos um dia se rompem, porém enquanto as pessoas trabalharem com você, elas serão as melhores e consequentemente sentirão orgulho de um dia terem vestido a camisa da sua empresa.

Sucesso a todos!

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