Você não é perfeito, você é perfectível!

Palavras como sorte, azar ou destino norteiam seu dia a dia e a maneira como você lida com os seus resultados? Ou você ao invés de tais palavras utiliza-se de outras como decisão, estratégia e trabalho?

Segundo o filósofo Francês Jean-Paul Sartre, não importa o que a vida faz de você e sim o que você faz com o que a vida faz de você.

Um dos grandes problemas do ser humano é acreditar que a responsabilidade de sua vida está no acaso, que as coisas acontecem porque têm que acontecer e pronto. Isto é uma forma muito simplista e até cruel de pensar, pois significa se abandonar.

É fato que você não consegue controlar tudo o que acontece, por exemplo: clima, inflação, pessoas lhe criticando, etc. Todavia, a maneira como você lida com os acontecimentos é que vai fazer toda a diferença.

O que você está fazendo de você? Em determinado momento da minha vida eu me fiz esta mesma pergunta e a fiz porque o sentimento de ter perdido as rédeas de tudo estava me consumindo muito.

Um dos fatores predominantes foi entender que a vida é muito curta para vivê-la de maneira medíocre, então eu me olhei no espelho e decidi que tomaria decisões diferentes rumo ao que eu desejava e pararia de ficar vivendo ao acaso.

Apesar de ter me olhado no espelho e tomado as decisões que tomei eu precisei mergulhar no campo do AUTOCONHECIMENTO para poder me compreender melhor. Outro filósofo, o grego Sócrates, disse certa vez: “Conhece-te a si mesmo”. A tradução mais perfeita desta frase é que é muito importante ser mais do que já se é, porém mais importante ainda é saber QUEM VOCÊ É!

Todavia, o cuidado que temos que ter é com a tal da perfeição. Quando alguém acredita que chegou à perfeição de algo que faz, este alguém está perdendo a grande oportunidade de crescer, evoluir, ser cada vez melhor e a falta de autoconhecimento é um dos causadores principais para este comportamento.

A palavra “PERFEITO” vem do latim “PERFECTUM” e significa “FEITO ATÈ O FIM” e pensar que estamos no meio da jornada é bem mais saudável do que pensar estar no fim, não acha?

Ao invés de se considerar “PERFEITO”, considere-se “PERFECTÍVEL”, pois desta forma você se coloca no patamar de TRANSFORMAÇÃO.

Freud costumava se perguntar o porquê das pessoas procurarem tanto a INFELICIDADE através de relacionamentos tuins, empregos obrigatórios e estilos de vida medíocres. Olha para dentro de si, busque o autoconhecimento. A vida só faz sentido se for intensamente vivida e aproveitada dentro de seus objetivos. PENSE NISSO!

Faça parte da minha lista de transmissão e receber meus conteúdos exclusivos, toda quarta-feira você receberá um áudio com diversos temas no “O assunto é…”. Para participar é simples, envie uma mensagem para o WhatsApp (91) 991124477 dizendo seu nome que você será incluído imediatamente.

Sucesso sempre!

O jeito workaholic de ser (de cada um)

Workaholic é uma palavra em Inglês usada para quem é viciado em trabalho, um trabalhador compulsivo. Como coach, trainer, palestrante e consultor de empresas eu tenho encontrado centenas de pessoas que se encaixam neste termo e talvez você também se enquadre nele assim como algumas pessoas que você conheça.

Até aí tudo bem, trabalhar é maravilhoso, nos faz sentir úteis e com energia. Eu particularmente agradeço todos os dias a Deus pelo trabalho que tenho, o problema é que muitas das pessoas que encontro infelizmente não gostam do que fazem e consequentemente não fazem com maestria ou não separam seus tempos entre as atividades pessoais e profissionais, e ficam colocando a culpa na falta de tempo.

Por outro lado, você já reparou na maneira de trabalhar das pessoas bem sucedidas? Duas coisas são certas em suas vidas: Primeiro, elas amam o que fazem e segundo, elas têm um planejamento que as permitem viver e aproveitar dos resultados que obtêm no trabalho. Baseado nisso, estabeleço sete dicas que considero importantes para você fazer uma auto avaliação e saber se o seu jeito workaholic de ser é o que você realmente pensa que é:

  1. Você ama o que faz? Como eu disse anteriormente, as pessoas bem sucedidas amam seus ofícios, elas na verdade não trabalham e sim se divertem. Ao sair de casa para trabalhar como está o seu nível de felicidade? Porém, a palavra que estou usando é “AMAR” e não gostar.
  2. Você exerce sua profissão com excelência? Quando há amor no que se faz o universo sempre irá conspirar a favor, consequentemente você irá dar sempre o melhor de si.
  3. O que você executa está dentro do seu propósito de vida? É muito comum virmos pessoas trabalhando em algo simplesmente pelo fator dinheiro, porém detestando o que fazem, pois não condiz com o propósito de vida.
  4. Você tem o hábito de se (re)capacitar sempre? Capacitar-se é sempre bom para você e para sua profissão, pois o faz diferente dos demais.
  5. Você investe na sua profissão? Quantos cursos e / ou treinamentos você investe por ano? Quantas horas por dia / semana você se dedica para ampliar seus conhecimentos sobre o que faz ou até mesmo para aprender algo novo?
  6. Você exerce sua profissão para quem? Quando você está trabalhando em quem você procura satisfazer primeiramente? A você mesmo ou a pessoa que você está prestando o serviço? Lembre-se que para sermos reconhecidos precisamos contemplar primeiramente o outro.
  7. Você está feliz com seus resultados? Ao longo de seus anos de trabalho como você tem se sentido? Satisfeito com seus resultados? O que você construiu hoje é realmente o que você sempre desejou?

Por muito tempo na minha vida profissional fiquei preso a coisas que não me traziam felicidade, na ilusão de que ter um salário que eu pudesse viver era o que eu precisava. Eu somente abri meus olhos quando percebi o quanto não gostava mais do que eu fazia e que meus resultados financeiros eram compatíveis com o “prazer” que eu tinha em ir para o trabalho. Na verdade o problema não era com a empresa ou com as pessoas que eu convivia, o problema era simplesmente eu. Eu não me sentia realizado, era um workaholic nato, trabalhava muito, me dedicava ao máximo, porém não era feliz.

Um dia me olhei no espelho e comecei a refletir sobre as razões de eu não ter os resultados que eu gostaria de ter, e as principais eram:

  1. Trabalhava somente pensando no dinheiro;
  2. Entrei em uma zona de conforto acreditando que o que eu fazia já era o suficiente;
  3. Não tinha reconhecimento e eu necessitava disso como todo ser humano;
  4. Pensar em mudanças me aterrorizava, e se não desse certo o que seria de mim?
  5. Criava desculpas para mim todo o tempo como o de não ter tempo para fazer algo diferente.

Posso lhes dizer com toda segurança que a conversa que tive comigo mesmo na frente do espelho foi o melhor diálogo que eu tive na minha vida, ali caíram dezenas e até centenas de fichas suficientes para que eu mudasse e assim o fiz.

Portanto, não perca tempo! Seja workaholic sim, porém com precisão, planejamento e muita autorreflexão e você perceberá que tudo pode ser diferente.

Um grande abraço a todos!

As dores e os prazeres da mudança

Muitas vezes em nossa vida recebemos sinais de que precisamos mudar algo para podermos evoluir, isso acontece tanto no âmbito pessoal como no profissional. Ao que precisamos ficar atentos é o que esta mudança irá nos agregar de bom e como lidaremos com a mesma. E como saber disso?

Na minha experiência em sala de aula como educador e em palestras tenho percebido que as pessoas querem mudança, porém uma coisa que trava a maioria delas é que mudar dá trabalho. É verdade, dá muito trabalho! Todavia, sempre teremos dois lados para olhar: o do prazer e o da dor. É ai que entra a atenção de que falo no primeiro parágrafo. Você precisa perceber se tais mudanças vão agregar algo a você, dai prevalece o lado do prazer. E como saber para que lado olhar? Tente refletir os seguintes aspectos:

  1. Você quer mudar? Você já deve ter ouvido aquela famosa frase: “em time que está ganhando não se mexe”. Essa é uma das frases mais confortáveis que existe, porém muitas pessoas se prendem nela para justificar a estagnação;
  2. Você está disposto(a) a pagar o preço? Como eu disse antes, mudar dá trabalho e para isso você terá que abdicar de muitas coisas na sua vida pessoal e profissional;
  3. Você terá paciência? Uma das características do povo brasileiro é o imediatismo e se tratando de mudança ser imediatista só vai atrapalhar as coisas, portanto paciência é tudo.
  4. Você está pronto para as críticas? Muitas pessoas, principalmente e infelizmente da família, têm o hábito de criticar alguém quando você está tentando algo novo na vida e isto pode bater de duas formas no seu coração: Empurrar-lhe para baixo ou te dar mais força para continuar em frente;
  5. O que você irá fazer caso não dê certo na primeira tentativa? Como enfatizado no item 3, paciência é fundamental no processo de mudança, portanto não fique esperando que possa dar certo logo na primeira tentativa, siga em frente;
  6. Mudei, atingi o que queria. E agora? Como um ciclo, ao atingir seu objetivo tudo volta ao normal e então vem a fatídica pergunta: Eu quero mais ou está bom? Todavia, lembre-se que o empreendedor jamais estagna em algo, ele quer sempre inovar, porém isto é uma escolha exclusivamente sua.

Apesar de estabelecer 6 pontos fundamentais para lidar com a mudança, eu deixei um de fora que na minha opinião vem antes de todos (apesar de deixá-lo por último): o amor pelo que você faz. Lembra de que falei dos dois lados no início do artigo? Então, o lado do prazer está diretamente ligado ao amor que você tem pelo que faz e consequentemente sempre vai querer realizar o melhor.

Tudo o que realizamos na vida tem causa e consequência. Vou dar um exemplo prático: Fazer algo com amor é causa, ganhar dinheiro com o que faz é consequência. Infelizmente as pessoas pensam ao contrário, elas depositam todos seus esforços na consequência e pouco ligam para a causa.

Eu conheço muitas pessoas que entram em algum projeto exclusivamente pelo dinheiro e esquecem ou desconhecem que dinheiro não move pessoas e sim realizações, e você só se sentirá realizado plenamente se fizer algo que o deixe feliz. Portanto, procure fazer algo que te dê prazer que a consequência virá em breve.

Perceba então que o processo de mudança para melhor é inevitável se você assim o quiser, é claro. Todavia, sinto lhe dizer que se você não quiser mudar ela acontecerá mesmo assim, mas você ficará para trás e defasado. É isso o que você deseja? Pense nisso!

Um grande abraço e sucesso!

Inovar para não afundar

Em tempos de crise há quem acredite que a vida é assim mesmo, que enquanto esta nuvem negra continuar pairando sobre os céus do nosso país não há nenhuma esperança de dias melhores. Bem, você provavelmente já deve ter conversado com pessoas assim, que só querem uma oportunidade para colocar a responsabilidade do seu insucesso à crise, não é mesmo?

Desde que o mundo é mundo a palavra crise já existe. Em todo lugar há crise: famílias, casais, amigos, equipes, empresas. Você com certeza já atravessou algumas em sua vida e saiu delas também, portanto eu lhe pergunto: Você desistiu ou seguiu em frente para poder superá-la? É evidente que você foi em frente até que a crise não existisse mais e o que você fez para vencê-la? Você inovou, fez algo diferente. E sabe por quê? Simplesmente porque da maneira como você estava fazendo já estava obsoleta e não trazia mais resultados eficazes.

Inovar quer dizer tornar novo, renovar e é impossível conseguir êxito em algo continuando a fazer as mesmas coisas, pois movimentos iguais resultados iguais. No meu artigo “As crenças limitantes do nosso dia a dia” eu cito algumas frases paradigmáticas que muitas vezes entranham nas nossas mentes e corações durante nossas vidas e que nos levam a pensar que não há outro caminho a não ser se conformar com a tal da crise.

Você, empresário, muitas vezes deve ter perdido o sono pensando em como superar estes momentos difíceis que passamos e não chegou a nenhuma conclusão. Será que você não focou demais no problema ao invés da solução? Entenda que o problema já está instalado, o que você tem que fazer é buscar soluções para driblar os problemas, e como fazer isso? Abaixo estabeleço alguns princípios que podem lhe ajudar a ter dias melhores:

1. Você já passou por algo parecido ou igual antes?  Como eu citei no segundo parágrafo, você já deve ter passado por algumas crises, então pare para refletir como você as superou, o que você fez para transformar o problema em solução;

2. Você conhece alguém que passou por algo parecido? Muitas vezes em sua rede de contatos você pode conhecer alguém que já tenha passado pelo mesmo sufoco que você está passando agora ou algo parecido, que tal trocar uma ideia com esta pessoa?

3. O que levou a desencadear esta situação? Faça um “flashback” na sua mente e tente reconstruir o passo a passo que levou a esta situação difícil.

4. O que você pode fazer de diferente que ainda não fez antes? Faça uma lista de atitudes que poderia tomar diferente do que já fez.

É imprescindível que você foque somente na solução, afinal de contas potencializar o problema só vai piorar as coisas. Entenda que se você pensar bem a crise só aumenta quando você dá crédito a mesma, portanto busque saídas que a tirarão de rota.

O filósofo Platão já dizia há muitos anos a seguinte frase: “Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida”, em outras palavras ele queria dizer para não deixarmos para tomar providências somente quando nossa vida pessoal ou profissional está indo de encontro a um paredão. Procure evitar buscas de soluções somente quando se sentir em apuro e para isso um bom planejamento é fundamental.

Planejar significa deixar de improvisar baseado em fatos vazios e é exatamente o que a maioria faz, em outras palavras é o chamado “apagar incêndio”. Sabia que muitas pessoas estão mergulhadas em problemas diversos em suas empresas por não fazer um bom planejamento e responsabilizam a crise?

Não deixe de inovar na sua vida pessoal e profissional, afinal de contas a vida é um grande oceano e nosso corpo um grande navio que pode ser levado a portos muito bons como também ficar à deriva e até mesmo vir a afundar. A decisão é sua!

Quer saber mais sobre como agir para mudar e potencializar a sua saída deste estado atual? No dia 25 de agosto realizarei em Belém, o Workshop “Construção de Resultados”. Quer saber mais como este trabalho pode lhe ajudar? Entra em contato comigo pelo whatsapp (91) 99112-4477.

Um grande abraço a todos!

 

Para evoluir, mudanças são necessárias!

Uma das frases mais bem construídas que já ouvi e li na minha vida foi dita por Albert Einstein: “Insanidade é querer resultados diferentes fazendo as mesmas coisas”, ela é simplesmente fantástica e totalmente verdadeira em minha opinião.

É muito comum eu me deparar com pessoas repetindo comportamentos que não a levarão a nenhum lugar, porém elas insistem e a sensação que tenho é que há um sentimento de esperança dentro de cada uma delas, esperança de que tais comportamentos resultem em algo a favor delas. Infelizmente não irão acontecer.

“Plante maçãs e você colherá maçãs”, disse outra pessoa em algum lugar no passado. Tanto esta frase como a de Einstein tem o mesmo significado, não haverá resultados diferentes com atitudes e comportamentos iguais.

Quando eu decidi trabalhar com educação empreendedora e comprei meus primeiros 7 livros, todos eles diziam que resultados levavam algum tempo para chegar, porém a potência colocada no objetivo é que iria determinar o período de fato.

Em pouco tempo eu ‘devorei’ os livros e estabeleci uma meta de 5 anos para me lançar ao mercado como consultor e facilitador.

Então, como contestar a frase de Einstein? Você quer resultados diferentes? Então mova-se, saia da zona de conforto e nesta transição mude alguns comportamentos. Aqui estão algumas dicas:

1) Comprometa-se com o seu objetivo – Se o que você deseja realmente é alcançar algo que especial que irá lhe beneficiar de alguma maneira, então esteja 100% comprometido;

2) Evite prometer o que não pode cumprir – Quando você não estiver em condições de fazer algo (principalmente para alguém) não prometa que fará, pois você perderá credibilidade;

3) Mantenha-se focado todo o tempo – De certo que durante sua caminhada rumo ao que deseja haverá contratempos que poderão lhe tirar do foco, neste caso pergunte-se quão importante é alcançar o que quer, se for então mantenha o foco;

4) Busque aprender o máximo – No que deseja alcançar você pretende ser bom ou excelente? Em ambos os casos você precisa se capacitar, entenda que o mundo está cada vez mais rejeitando amadores, portanto que tal elevar seu nível ao profissional?

5) Aproxime-se de pessoas que possam lhe ajudar – Não é pecado nenhum buscar ajuda em alguém que já trilhou ou está trilhando o mesmo caminho que você deseja para que você construa parâmetros sólidos.

Eu acredito que antes de ler este artigo você já sabia que movimentos iguais geram resultados iguais, não é mesmo? Todavia, o meu papel como profissional que leva pessoas a alcançarem picos de resultados positivos é de cutucar no sentido de que você pode (e deve) sempre fazer mais.

Portanto, se você deseja ter resultados expressivos na sua vida, olhe com carinho os pontos que cito acima e faça uma autorreflexão para ficar atento se você já não está cometendo um ou mais deles, e se estiver, o que você pode fazer de diferente para evitá-lo(s).

Se precisa de apoio neste processo, entre em contato comigo que posso lhe ajudar! Mande-me uma mensagem de whatsapp (http://bit.ly/AmandioJunior).

Conte comigo e Sucesso sempre!

Os riscos da falta de padronização nas empresas

Você já deve ter passado pela seguinte situação: Necessitando de um determinado produto (uma roupa, por exemplo) você entra em uma loja e é recebido(a) por um(a) vendedor(a) muito simpático(a) que lhe atende com excelência e eficácia.

Após alguns meses você retorna à mesma loja para comprar outro produto na esperança de encontrar aquela mesma pessoa que lhe atendeu tão bem, porém ela já não trabalha mais lá e no lugar dela está outra que é mal humorada, insegura e totalmente indisposta a lhe atender bem.

Você consegue se identificar neste relato escrito acima? Quem nunca passou por uma situação dessas pelo menos uma vez na vida não é mesmo? Todavia, a pergunta que lhe faço é: Qual a razão de tanta diferença no atendimento em uma mesma empresa?

A resposta é muito simples: falta de padronização dos processos e falta de treinamento. As duas coisas estão diretamente ligadas, sem padronização não há linearidade nos processos e mesmo havendo, sem treinamento para aperfeiçoá-los não adianta de nada.

Contudo, eu acredito que todo empresário tem pelo menos noção de que padronização e treinamento são muito importantes para o bom andamento de suas empresas, então não seria mais sensato colocar estes dois itens em seus planejamentos?

Bem, teoricamente sim, porém o fato é que muitas empresas não possuem nenhum dos três itens aqui citados: planejamento, padronização e treinamento ou se têm não são eficazes, além disso, seus gestores não fazem muita questão em implantá-los.

A padronização de uma empresa passa por 3 ferramentas de gestão organizacional que são: organograma, fluxograma e normas & procedimentos.

Imagina duas pessoas preparando um bolo de chocolate cada uma, utilizando suas experiências e expertises. O sabor é o mesmo, os ingredientes são os mesmos, a estrutura (cozinha, equipamentos, etc.) é a mesma. De certo que o bolo sairá com o mesmo gosto, certo? Não mesmo! Agora cada pessoa terá a oportunidade de fazer outro bolo de chocolate com a mesma receita em mãos. E agora? O bolo sairá parecido ou quem sabe igual? As chances são infinitamente maiores do que o primeiro exemplo, não acha?

A padronização passa por este processo, unificar os procedimentos para que todos caminhem em uma só direção.

Após a elaboração das ferramentas acima citadas (organograma, fluxograma e normas & procedimentos), chega a hora do treinamento e execução para saber se está tudo dentro das conformidades, do contrário, volta-se para a fase da elaboração.

Com exceção do organograma, o fluxograma e normas & procedimentos devem ser feitos com a participação de toda a equipe, cada um em seus setores.

Sem padronização e treinamento cada colaborador irá fazer da sua maneira, conforme sua experiência e a empresa não terá controles eficazes. Além disso, padronizar e treinar têm que ser contínuo acordado no planejamento períodos e datas específicas.

Identificou sua empresa na descrição acima? Entre em contato comigo através do whatsapp (http://bit.ly/AmandioJunior) e deixe eu lhe ajudar a mudar esta realidade.

Sucesso sempre!

Como utilizar o locus de controle corretamente

“Acho que o mundo está contra mim, afinal de contas está dando tudo errado”. Você alguma vez pronunciou ou ouviu alguém pronunciar esta frase? É muito comum quando alguém se sente injustiçado e achando que seu fracasso é originado do universo.

“Eu sou o único responsável pela minha vida”. Você certamente já deve ter dito ou ouvido alguém dizer esta frase também, não é mesmo?

Ambas dizem respeito a um comportamento chamado de locus de controle. Tanto uma quanto a outra tem um responsável a quem você atribui. Seja bem vindo(a) ao mundo do LOCUS DE CONTROLE.

Infelizmente há uma tendência do ser humano utilizar muito mais o lócus de controle externo do que o interno. Mas o que significa cada um deles?

O locus de controle externo é quando você atribui seu fracasso ao mundo: pessoas, ambientes, condições climáticas, etc.

O locus de controle interno é quando você atribui toda a responsabilidade de seus atos (positivos ou não) em si mesmo(a).

Qual dos dois está correto? Vamos parar para analisar?

Você pode estar pensando que nem tudo o que acontece na sua vida é culpa sua, certamente que não, porém a responsabilidade é e sabe qual a razão? Porque é você quem escolhe a maneira de lidar, agir e reagir em cada situação.

Na minha infância um dos maiores medos que eu tinha era de ficar reprovado, pois meus pais eram muito rigorosos, eles costumavam dizer que eu só fazia estudar na vida então não havia razão para tirar notas baixas ou não passar de ano.

Com isso eu instalei uma crença de que eu nunca poderia falhar quando se tratava de testes escolares e aprovações. Esta crença tornou-se altamente limitante, pois eu geralmente fazia provas com muito receio de tirar notas baixas, fracassar e decepcionar meus pais. A minha limitação era de não me achar bom o suficiente.

Certo dia eu descobri uma estratégia que poderia me ajudar, apesar de não ter nunca dado certo.

Quando eu tirava nota baixa eu chegava em casa cabisbaixo, triste, desolado. Ao encontrar com meus pais eu dizia: “Olha só, tirei nota baixa porque o professor não gosta de mim, não ensina direito, a sala é barulhenta, ninguém quer nada e me atrapalham, o calor é intenso e prejudica a concentração”. E assim por diante.

A minha estratégia era de colocar a culpa em tudo e em todos que estavam à minha volta para livrar a minha barra. Eu usava o locus externo.

Por outro lado, quando eu tirava uma nota alta a minha postura ao chegar em casa era diferente, o nariz empinado até o teto e coluna ereta.

Neste momento eu era 100% locus interno porque meu argumento era que apesar de todas as dificuldades o mérito era meu.

Eu quis explanar com este pequeno case de minha vida é que eu não tinha noção de que na alegria e na tristeza a responsabilidade era toda minha independentemente da situação.

Assim é na vida de cada um, problemas e percalços sempre aparecerão na vida, porém a sua responsabilidade é absorver e transformá-los em algo positivo e isso só depende de você.

Entenda que ao estabelecer uma meta e seu planejamento tudo está com você: como, onde, quando, com quem ou quanto você terá que dispor para chegar ao objetivo e nada como estar ciente de sua responsabilidade.

Por esta e outras razões é que o autoconhecimento é tão importante ao se estabelecer uma meta, sem se conhecer você não conseguirá avançar muito em seu objetivo e pode acabar achando que a culpa e a responsabilidade é de tudo e de todos, menos sua.

Você acredita que este artigo lhe ajudou a entender melhor o grau de responsabilidade que você tem sobre seus atos? Se sim, então venha saber mais, Clica neste link aqui http://bit.ly/construirmudança e comece a receber mais informações de como você pode construir resultados maiores e melhores na sua vida.

Sucesso sempre!

Com quantos paus se constrói uma crise

Com quantos paus se constrói uma crise

Jonas (nome fictício) acorda todos os dias pontualmente às seis horas, toma banho, se veste e enquanto toma seu café assiste as notícias da manhã. Ao terminar o telejornal sai para trabalhar em uma empresa no qual já trabalha a 5 anos como gerente. Durante seis dias da semana sua rotina é a mesma e todos os dias ele fica mais e mais preocupado com o que assiste em relação ao momento econômico do país.

Do outro lado da cidade Joaquim (nome também fictício) tem uma rotina parecida, porém ao invés de ser funcionário é dono da mesma empresa onde Jonas é funcionário. Apesar de posições diferentes a preocupação de Joaquim é mesma de Jonas. E toda esta preocupação se resume na palavra mais pronunciada pelos Brasileiros nos últimos tempos: CRISE!

Mas o que é crise afinal? Se você perguntar para alguém qual seu significado provavelmente este alguém lhe dirá que é algo muito ruim e que representa um momento de depressão em alguma situação. Na verdade, a palavra crise vem do latim e quer dizer momento de decisão, de mudança súbita. Isto ilustra muito bem que em momentos de dificuldade o mais sensato que temos que fazer é buscar mudanças que saiam do foco do problema e mergulhem na direção da solução. E daí vem a grande pergunta: por qual razão as pessoas focam tanto no problema?

Não seria mais sensato e lógico tentar solucionar seus problemas do que ficar de braços cruzados acreditando que alguém tem que fazer algo e que tudo é culpa do governo e seus capangas?
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Na verdade mais razões para mergulhar em rios de lamentações do que imaginamos e para ilustrá-las vou traçar um paralelo entre patrões e empregados com seus discursos:

PATRÕES FUNCIONÁRIOS
* Não há mão de obra qualificada; * As empresas não querem investir em seus funcionários;
* As pessoas não querem trabalhar, só querem explorar seus patrões e empresas; * Os patrões não querem que os funcionários trabalhem, só sabem explorar;
* Antigamente era mais fácil conseguir bons funcionários; * Hoje em dia os patrões só pensam em si;
* Pagamos muitos impostos, como dá para aumentar os salários? * Além de pagar pouco, os funcionários tem descontos altíssimos por conta dos encargos.

Esta é a tônica da discussão e quem tem razão? Patrões e funcionários duelando o tempo todo para justificar as causas dos problemas e se esquecem de buscar soluções, afinal de contas a culpa é sempre do outro concordam?

E qual seria a maneira correta de agir? Que tal usar a palavra crise de um jeito correto e partir para mudanças ao invés de cruzar os braços e acusar o outro? Abaixo seguem algumas perguntas para autorreflexão:

  1. O que está me afligindo neste momento?
  2. O que eu gostaria que fosse diferente em relação ao que está acontecendo agora?
  3. Quais ferramentas eu tenho para mudar esta situação e quais eu vou precisar?
  4. Quem já fez diferente e foi bem sucedido que poderia me ajudar ou me inspirar?
  5. O que preciso fazer uma vez que já sei o que fazer?

Estas são algumas perguntas que você pode se fazer para tentar mudar um quadro total ou imparcial de insatisfação, porém não demore muito pois se demorar você corre dois riscos: De se acomodar com a situação ou se autoflagelar com a mesma. Use definitivamente na sua vida a palavra crise de maneira correta tome uma atitude revolucionária. Pense nisso!
Sucesso a todos!
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Ano novo chegando, o que vai mudar na sua vida?

Ano novo chegando, o que vai mudar na sua vida

É muito comum as pessoas dizerem que ano que vem as coisas serão diferentes, que tudo vai mudar e que vida nova acontecerá. Como um balão cheio de gás o ano novo começa com força total, alçando voos altos em busca de um horizonte melhor e todas as esperanças se renovam.

Inicia-se então uma busca incessante ao novo, “muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender” como diz a tradicional música de final de ano. Porém abrem-se então questionamentos como o que você está fazendo para realmente adquirir o que você está almejando? E se está fazendo algo, é o suficiente para chegar onde você deseja?

Querer mudar de vida para melhor é o sonho de todo ser humano, todos nós temos ambições e estamos sempre em busca de algo que mude nossa vida, porém a vida não irá mudar se não mudarmos primeiramente. Então pare para refletir, o que você está fazendo de verdade para que as coisas aconteçam no novo ano que está para chegar?

Iniciar realmente o ano novo de maneira diferente e chegar ao final do mesmo almejando o que deseja requer reflexão, planejamento e ação, tudo isso recheado de muita atitude. Gostaria de lhe levar a refletir o que você está fazendo hoje que poderá lhe ajudar a mudar o rumo da história da sua vida. Sugiro que pegue papel e caneta:

  1. O que você planejou este ano e que não aconteceu? Quantas coisas foram iniciadas, porém não terminadas? Faça uma lista.
  1. As coisas que não aconteceram eram realmente importantes você? Eram relevantes? Faça um ranking das mais importantes para as menos importantes.
  1. Quais as razões de não ter darem certo? O que lhe impediu de tê-las bem sucedidas?
  1. Das razões que você listou no item 3 o que você poderia ter feito de diferente para que tivessem acontecido e de maneira eficaz? Liste pelo menos 3 coisas para cada item.
  1. Tudo o que você listou ainda será relevante para você no ano que vem? Qual ou quais dos itens que não aconteceram este ano você realmente quer que aconteça em 2016?
  1. Você fará tudo da mesma maneira que fez este ano? Se não, como fará então?

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  1. Como você se sentirá quando conseguir realizar o que estiver planejado no final de 2016?

Você pode tranquilamente fazer acontecer em 2016, basta querer. Não há limites quando se quer algo, o maior limitador do ser humano é ele mesmo. Então, depois do momento de reflexão e exercício que você passou você ainda acha que em 2016 haverá mudanças ou você as provocará? Pense nisso!

Sucesso a todos!
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A sustentável leveza do valor agregado

A sustentável leveza do valor agregado

Em um mundo em que o nível de informações globalizadas está cada vez mais intenso é muito fácil dispersar e dar vazão ao que não tem importância, ao que não agrega nada significativo, portanto não o levará a lugar algum. Pessoas estão cada vez mais perdidas entre as dezenas e até centenas de afazeres que têm sem saber como sair do labirinto das inutilidades que percorrem suas mentes e corações. O resultado disso é que a vida vai passando com uma velocidade muito intensa e quando menos se percebe parte dela foi jogada fora dando importância a coisas que desagregavam.

O escritor Henry Cloud em seu livro “Coloque um Ponto Final” da editora Lua de Papel faz uma analogia perfeita da nossa vida e o que inutilmente alimentamos e temos dificuldades de jogar fora com um jardineiro cuidando de uma roseira. Segundo Cloud, o jardineiro precisa utilizar o processo da poda para que suas rosas fiquem lindas, então 3 atitudes são tomadas para que seu objetivo final seja alcançado:

1. Brotos ou galhos que não são os melhores. Ao crescer as roseiras criam brotos em demasiado que impedem que a planta cresça de maneira eficaz, a quantidade de brotos torna-se então desnecessária. O jardineiro sabe quais deles precisa cortar e quais darão rosas lindas. Na nossa vida precisamos podar pessoas e atitudes que não nos agregam assim como a quantidade de brotos o não filtro pode nos levar a ter problemas e ficar repetindo as mesmas coisas durante anos e anos e sustentando relacionamentos que não acrescentam nada.

2. Galhos doentes que não vão se desenvolver bem. Durante o crescimento das roseiras alguns galhos precisam ser cortados para o bem das rosas, porém antes do jardineiro fazer isso ele tenta recuperar os mesmos. Passado algum tempo, ao perceber que tais galhos não agregarão nada às roseiras, o jardineiro então os corta e deixa as roseiras mais leves. Algumas vezes insistimos e relacionamentos e atitudes que não irão dar mais frutos bons, só ruins. Ficamos nos autoflagelando na estúpida esperança de que algo irá mudar e que será diferente. Assim como o jardineiro, precisamos nos respeitar mais e dar um fim em relacionamentos e atitudes doentes.

3. Galhos mortos, que ocupam o espaço para que os saudáveis se expandam. Após cortar os brotos e os galhos que não servem mais a tarefa do jardineiro é varrer o que não presta para dar espaço a galhos e brotos novos. Ao cortarmos relacionamentos e atitudes que não agregam mais nada precisamos varrê-los de nossos corações e mentes para dar lugar a novas experiências, porém sempre com o cuidado de, quando necessário, fazer o processo da poda.

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Você deve estar se perguntando se realizar tudo isso é tarefa fácil, claro que não é! Cortar inutilidades de nossas vidas requer muita disciplina, quebra de paradigmas e força de vontade. As podas não podem acontecer de uma maneira radical e única. O jardineiro não as faz de uma vez, ele analisa muito bem o que deve ficar e o que deve ir embora. Suas tesouradas são cuidadosas, mas precisas. Assim é como devemos fazer, tirar pessoas e atitudes de nossas vidas requer precisão e cuidado, do contrário podemos nos arrepender no futuro e pode ser tarde demais.

Após extinguir velhos hábitos e pessoas que não agregam nada a sua vida você perceberá que só teve a ganhar, a vida fica mais leve, outros horizontes se abrem e você dará a você mesmo a oportunidade de recomeçar, porém tente de vez em quando lançar mão do processo da poda e você perceberá que o que resta é realmente o que agrega.

Pense nisso!

Sucesso a todos!
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