Eu tenho conversado com algumas pessoas que me questionam o porquê de eu considerar metas tão importantes para o bom desenvolvimento de algo tanto no âmbito pessoal como profissional. O que eu sempre digo é que através das metas e de um bom planejamento dos mesmos torna-se muito mais fácil obter resultados expressivos. Todavia, este argumento muitas vezes não é o suficiente para fazê-las aderir às metas.

Na minha experiência com empresas tenho percebido que há uma certa resistência por parte dos gestores de se criar metas e mais ainda dos funcionários de segui-las. A impressão que eu tenho é que elas são criadas somente por uma questão de dizer que há esta cultura nas instituições, porém como não é algo que está enraizado nada acontece na prática.

Em outra oportunidade eu citei que um dos fatores para que não haja metas bem feitas nas instituições e na vida das pessoas seja porque muitas dizem que dá trabalho pensar e mais ainda executar o que se propôs, mas será que é isso mesmo? Será que as pessoas e empresas que declaram tais argumentos não temem outras coisas, como incapacidade, descrédito ou até mesmo incompetência?

Em meu projeto “Construindo Resultados em Estabelecimento de Metas” tenho me deparado com pessoas e instituições com uma autoestima muito baixa. Este projeto pode ser feito em grupos abertos ou em equipes fechadas nas empresas. Em ambos vejo que há um certo clima de tristeza e de insatisfação de maneira geral.

Desde que eu comecei este projeto percebo duas coisas muito fortes: uma que as pessoas estão desacreditadas em si mesmas e também onde trabalham, quando se trata de Coaching em equipe.

Em um dos trabalhos que realizei encontrei uma equipe altamente desmotivada, sem ânimo nenhum para poder desenvolver um trabalho eficaz. Todos, sem exceção diziam que a responsabilidade era da empresa, de seus gestores e de cada membro da equipe, porém ninguém puxava a responsabilidade para si, nem os próprios gestores. Então como resolver este caso?

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É muito simples responsabilizar o ambiente externo e eximir-se de um contexto no qual você faz parte, então comecei a colocar “espelhos” na frente de cada um da equipe para que eles pudessem perceber que precisavam olhar para dentro de si e extrair o que tem de melhor para que a empresa como um todo ande em uma só direção. O trabalho foi feito da seguinte maneira:

  1. Autoconhecimento. Através das sessões de Coaching cada um pode fazer um diagnóstico de suas expectativas e de seu estado atual e desejado tanto no âmbito pessoal como profissional;
  2. Quebra de crenças limitantes. Uma dinâmica foi realizada para que cada participante pudesse identificar o que o impedia de progredir em seus ideais;
  3. Alinhamento das metas. Uma equipe precisa ter um caminho só a trilhar, portanto definiu-se o que seria mais importante para a empresa naquele momento;
  4. Detalhamento das metas. O que cada um pode especificamente fazer para que o objetivo final seja alcançado?
  5. Análise SWOT. Quais os pontos fortes e a melhorar da empresa? Quais as oportunidades e ameaças que podem ser aproveitadas e evitadas no ambiente externo?
  6. Plano de ação. Hora de começar a trabalhar de maneira mais intensa, deixando de lado o individualismo e focando somente na equipe e nas soluções.

É muito frustrante trabalhar em um lugar onde cada um tem objetivos individuais, assim como é triste levar uma vida cujo destino é quem manda em você. Metas servem para lhe dar um direcionamento e em minha opinião o primeiro passo é o autoconhecimento. Sem ele é impossível saber de maneira consiste seu potencial e suas limitações.

Como você pode perceber eu levo muito à serio estabelecimento de metas, então eu gravei uma aula online para falar mais sobre como elas podem fazer a diferença na sua vida. Assista!

Para assistir a aula basta clicar nesse link: QUERO ASSISTIR A AULA!

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