Você sabe o que é um paradigma? Segundo o dicionário Aurélio, um dos significados é “Algo que serve de exemplo geral ou de modelo”, ou seja, em resumo é algo que você toma pra você para ser como um parâmetro para sua opinião ou tomada de decisão.

E como é que nascem os paradigmas? Eles são estipulados pela sociedade como padrões estabelecidos para que haja uma certa limitação de entendimento e plena aceitação através da mesma. Como um exemplo simples, posso citar que há alguns anos acreditou-se que doenças no geral eram causadas por vírus e bactérias somente, hoje está comprovado que fatores emocionais são seus principais causadores. Ou seja, durante muito tempo havia um paradigma instalado na sociedade sobre este assunto.

Mas isso quer dizer que todo julgamento feito pela sociedade é absorvido pelo ser humano? É claro que não! Depende da crença que você tem de que determinado paradigma seja verdade. No caso do exemplo das doenças citado acima, as pessoas acreditavam no que a sociedade dizia por não haver conhecimento de outras razoes delas acontecerem A partir do momento em que pesquisadores e cientistas começaram a buscar mais informações através de estudos mais comportamentais, então a população passou a abrir mais a mente em relação às causas das doenças.

Portanto, crenças são o que você tem dentro de você como verdade absoluta enquanto que paradigmas são “verdades” estabelecidas pela sociedade. Quando crenças e paradigmas se somam dentro da sua mente e do seu coração você passa a ter algo 100% como verdade absoluta, pois sua crença é fortalecida pela sociedade.

O que estou ilustrando para você, meu amigo(a), acontece em diferentes aspectos da vida. Somos praticamente forçados a acreditar em muitas coisas que com o passar do tempo percebemos que poderiam ser diferentes, porém a sociedade nos leva a acreditar que não devemos mudar nossa linha de raciocínio. Quando se trata de finanças não é diferente. No meu artigo “Dinheiro realmente traz felicidade?” eu falo de algumas crenças que podem limitar o avanço de algumas pessoas em relação a ter uma relação mais sadia com o dinheiro como, por exemplo, acreditar que as pessoas ricas são desonestas. Esta crença é alimentada através de um paradigma que a sociedade tinha ou tem que somente enriquece quem puxa o tapete dos outros.

Eu conheci um casal em que o marido era altamente empreendedor, ambicioso para ganhar dinheiro, estava sempre buscando novas oportunidades de construir algo sólido na vida. Sua esposa era completamente diferente dele, ela se irritava com a maneira como ele vivia sua vida e sempre dizia a ele que o casal não precisava de muito dinheiro, pois o mesmo corrompia as pessoas e ela não toleraria estar casada com um corrupto.

O curioso era que eles viviam uma vida muito limitada financeiramente falando e limitou mais quando os filhos chegaram. Ao mesmo tempo em que ela reclamava do comportamento dele, ela também se queixava por não ter dinheiro. Muito contraditório você não acha?

Infelizmente a relação não conseguiu se sustentar por incompatibilidade de objetivos e pensamentos, levando o casal ao divórcio.

Este fato que eu acabei de contar mostra o quão sério é manter-se preso a crenças e paradigmas. Ela tinha uma crença de que dinheiro corrompia pessoas baseada em paradigmas de que alguns grupos sociais pregavam isso todo o tempo. Por outro lado ele sustentava a crença de que precisava sempre pensar fora do quadrado através de um paradigma de que somente os empreendedores seriam capaz de fazer movimentos diferenciados rumo ao sucesso financeiro.

Então, qual é o melhor caminho a seguir? Abaixo deixo algumas perguntas reflexivas  que poderão lhe ajudar a ter um olhar mais clinico à respeito de suas atitudes em relação às finanças pessoais:

a) O que você pensa em relação ao dinheiro como um todo? Ele corrompe as pessoas e faz com que as pessoas que o tem sejam desonestas ou pode ser instrumento para resolução de muitos dos seus problemas de maneira puramente lícita?

b) Se você escolheu a primeira opção, quais as evidências de que estas afirmativas são realmente verdade?

c) Se você escolheu a segunda opção o que você tem feito para aumentar sua renda?

d) Se tem feito algo, este algo tem dado certo?

e) Se não tem dado certo, que outras atitudes você poderia tomar que poderiam ser mais eficazes do que as que você já tomou?

Por último eu gostaria que você fizesse uma lista de algumas crenças que possui sobre dinheiro e percebesse se elas ainda são paradigmas estabelecidos pela sociedade ou se já caíram por terra, apesar de você ainda mantê-las. Você com isso poderá descobrir que talvez ainda tenha muitos bloqueios internos sobre finanças.

Paradigmas são criados de fora para dentro, porém crenças são de dentro para fora, portanto não deixe de refletir se o que a sociedade impõe lhe causa algum tipo de impacto e se causar busque dentro de você as razões deste impacto. O mais importante é que você tenha a liberdade de acreditar em algo de maneira pura e baseada em argumentos plausíveis que você correu atrás para saber se realmente existem.

Falar de crenças e paradigmas requer muito autoconhecimento e você só irá alcançar êxito perante muita autorreflexão. Eu sugiro que você se autoconheça todo o tempo, se você tiver dificuldade de buscá-lo sozinho entre em contato comigo, pois posso fazer sessões de Coaching com você para que você consiga alcançar resultados mais expressivos.

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Sucesso sempre!

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