Como demolir seus paredões.

Como se derruba uma parede? Você provavelmente irá dizer que depende, não é mesmo? De certa forma você tem razão, porém o fato é que se não houver ferramentas próprias, independentemente do tamanho da parece, será muito difícil derrubá-la.

Por incrível que pareça, os paredões internos também precisam de ferramentas precisas para serem derrubados. Você tem conhecimento de seus paredões e das devidas ferramentas para derrubá-los? Se sim, como você as usa? Se não, como você lida com as que aparecem regularmente à sua frente?

Os paredões internos que eu menciono são tudo aquilo que, de alguma forma, lhe atrapalham de seguir em frente e conquistar o que você deseja.

Medos, pânicos, fobias, receios, desconfianças, traumas, enfim… dentro de nós há uma memória chamada de inconsciente que armazena todas estas mazelas que citei há pouco e muito mais. Todavia, tais mazelas não começaram recentemente, muitas delas iniciaram na sua idade de infância, sabia disso? 

Quando eu era criança meus pais eram muito protetores, não me deixavam fazer muitas coisas e eu era muito dependente. Quando cheguei à adolescência eu custei a sair sozinho de casa, por exemplo.

Para você ter uma ideia, toda vez que eu saia de casa para ir a algum lugar o que eu ouvia era: ”Cuidado, a rua é perigosa, não chegue tarde, não converse com estranhos, etc.”

Sabe o que todo este protecionismo resultou? Toda vez que eu saia de casa eu tinha dor de barriga, e sabe por que isso acontecia? Porque a minha memória inconsciente acionava as frases que eu costumava ouvir e acredite você ou não, isso perdurou até minha fase adulta.

Como terminou? Quando eu comecei a ministrar treinamentos pelo Brasil eu tinha que viajar longas distâncias, então comecei a ter bons diálogos internos para derrubar a parede do medo de sair de casa, até eu vencê-la.

Agora, você já pensou se eu não tivesse demolido este paredão, como seria toda vez que tivesse de viajar eu sentisse dor de barriga? Quantos voos eu já não teria perdido?

Talvez você esteja se perguntando: “E as ferramentas que você usou para derrubar as paredes, quais foram?” Então, perceber quando iniciou o trauma é fundamental para começar a quebrar paredões internos; depois disso, veja se hoje em dia faz sentido você alimentar e manter este trauma; por último, faça a seguinte pergunta: “O que eu ganho mantendo esta crença que me atrapalha?”

Você notará que se for algo que te atrapalha, você buscará soluções para reverter a situação. No inicio será difícil, porém com o tempo e o hábito você superará este problema.

O exemplo que eu lhe dei foi um tanto simplório, porém serve para exemplificar como uma crença que inicia na infância se não for tratada talvez perdure por toda sua vida.

Como você já leu neste artigo, todos nós temos crenças que criam paredões e consequentemente podem estar nos atrapalhando de seguir em frente, porém precisamos ter ferramentas que derrubem estas paredes para que sigamos em frente.

Além das ferramentas que citei acima, tenha disciplina, força de vontade, fé, autoconfiança, foco e o que mais estiver ao seu alcance para que você elimine o que te atrapalha.

O que você achou deste artigo? Escreve um comentário aqui embaixo dando sua opinião, ela é muito importante para que ofereça sempre o melhor para você.

Sucesso sempre!

Como utilizar o locus de controle corretamente

“Acho que o mundo está contra mim, afinal de contas está dando tudo errado”. Você alguma vez pronunciou ou ouviu alguém pronunciar esta frase? É muito comum quando alguém se sente injustiçado e achando que seu fracasso é originado do universo.

“Eu sou o único responsável pela minha vida”. Você certamente já deve ter dito ou ouvido alguém dizer esta frase também, não é mesmo?

Ambas dizem respeito a um comportamento chamado de locus de controle. Tanto uma quanto a outra tem um responsável a quem você atribui. Seja bem vindo(a) ao mundo do LOCUS DE CONTROLE.

Infelizmente há uma tendência do ser humano utilizar muito mais o lócus de controle externo do que o interno. Mas o que significa cada um deles?

O locus de controle externo é quando você atribui seu fracasso ao mundo: pessoas, ambientes, condições climáticas, etc.

O locus de controle interno é quando você atribui toda a responsabilidade de seus atos (positivos ou não) em si mesmo(a).

Qual dos dois está correto? Vamos parar para analisar?

Você pode estar pensando que nem tudo o que acontece na sua vida é culpa sua, certamente que não, porém a responsabilidade é e sabe qual a razão? Porque é você quem escolhe a maneira de lidar, agir e reagir em cada situação.

Na minha infância um dos maiores medos que eu tinha era de ficar reprovado, pois meus pais eram muito rigorosos, eles costumavam dizer que eu só fazia estudar na vida então não havia razão para tirar notas baixas ou não passar de ano.

Com isso eu instalei uma crença de que eu nunca poderia falhar quando se tratava de testes escolares e aprovações. Esta crença tornou-se altamente limitante, pois eu geralmente fazia provas com muito receio de tirar notas baixas, fracassar e decepcionar meus pais. A minha limitação era de não me achar bom o suficiente.

Certo dia eu descobri uma estratégia que poderia me ajudar, apesar de não ter nunca dado certo.

Quando eu tirava nota baixa eu chegava em casa cabisbaixo, triste, desolado. Ao encontrar com meus pais eu dizia: “Olha só, tirei nota baixa porque o professor não gosta de mim, não ensina direito, a sala é barulhenta, ninguém quer nada e me atrapalham, o calor é intenso e prejudica a concentração”. E assim por diante.

A minha estratégia era de colocar a culpa em tudo e em todos que estavam à minha volta para livrar a minha barra. Eu usava o locus externo.

Por outro lado, quando eu tirava uma nota alta a minha postura ao chegar em casa era diferente, o nariz empinado até o teto e coluna ereta.

Neste momento eu era 100% locus interno porque meu argumento era que apesar de todas as dificuldades o mérito era meu.

Eu quis explanar com este pequeno case de minha vida é que eu não tinha noção de que na alegria e na tristeza a responsabilidade era toda minha independentemente da situação.

Assim é na vida de cada um, problemas e percalços sempre aparecerão na vida, porém a sua responsabilidade é absorver e transformá-los em algo positivo e isso só depende de você.

Entenda que ao estabelecer uma meta e seu planejamento tudo está com você: como, onde, quando, com quem ou quanto você terá que dispor para chegar ao objetivo e nada como estar ciente de sua responsabilidade.

Por esta e outras razões é que o autoconhecimento é tão importante ao se estabelecer uma meta, sem se conhecer você não conseguirá avançar muito em seu objetivo e pode acabar achando que a culpa e a responsabilidade é de tudo e de todos, menos sua.

Você acredita que este artigo lhe ajudou a entender melhor o grau de responsabilidade que você tem sobre seus atos? Se sim, então venha saber mais, Clica neste link aqui http://bit.ly/construirmudança e comece a receber mais informações de como você pode construir resultados maiores e melhores na sua vida.

Sucesso sempre!

Seja líder de si primeiro, depois do outro

Desde que o mundo é mundo o homem tem necessidade de demonstrar poder, com isso ele cria artifícios diversos para se impor perante o outro. Agindo assim ele cria autoridade, as pessoas passam a respeitá-lo ou a temê-lo e isso faz com que ele se sinta pleno com tal “poder” nas mãos. Todavia, será que o homem tem toda esta autoridade quando se trata de liderar a si mesmo? Eu sou o Master Coach Amandio Junior e este é o artigo da semana.

Luiz (nome fictício) é gerente em uma loja de departamentos. Ele lidera em torno de 12 pessoas. Todos os dias antes de iniciar o expediente ele promove uma reunião de alinhamento com sua equipe para que os equívocos do dia anterior não se repitam.

Acontece que seus liderados evitam esta reunião, poucos comparecem (a reunião acontece 30 minutos antes do horário oficial de entrada), o clima é pesado e geralmente Luiz perde as rédeas da situação.

Ao perder o controle Luiz se irrita e parte para a agressão e ameaças. Ou seja, o dia já começa tenso, sua equipe mal humorada passa a não atender seus clientes bem e exalam toda sua insatisfação pelos poros.

Você já viveu ou presenciou situação parecida? O que causa todo este mal estar? Como tudo isso poderia ser evitado? São perguntas que levam a diversas direções e uma delas é a falta de autoconhecimento e consequentemente falta de auto liderança.

Luiz foi colocado nesta função sem nenhum preparo, simplesmente por trabalhar nesta empresa por muito tempo.

Buscar o autoconhecimento e ter a perfeita noção de que está preparado ou não para exercer liderança sobre o outro é fundamental para uma boa gestão. Portanto, seja líder de si mesmo, depois do outro.

Quer saber mais como exercer a auto liderança? Marque uma reunião comigo para que eu possa te explicar como você pode potencializar esta e muito outras habilidades. É só acessar este link: amandiojunior.com.br/#/calendario. Eu estou lhe aguardando.

Sucesso sempre!