Mesmo não querendo, faça acontecer!

Sabe aquele dia em que você não está se sentindo disposto(a) e a sua vontade é apenas ficar de pernas para o ar, sem fazer nada?

Coincidência ou não, este artigo foi escrito em um domingo logo após um feriado. Quer uma razão maior para ficar sem fazer nada quando se trata de trabalho?

A verdade é que para quem não tem uma razão concreta para alcançar suas metas pode estar achando que seja melhor mesmo tirar o final de semana e os feriados para não fazer nada de maneira profissional.

É, talvez em sua opinião seja isso mesmo, quem sou eu criticar ou julgar? O que estou tentando lhe dizer é que se você deseja alcançar resultados diferenciados e ainda está distante disso, não seria mais sensato aproveitar mais dias para que futuramente pudesse curtir seus finais de semana e feriados como quisesse?

“Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer”. Você já ouviu esta frase? É a mais pura verdade e se enquadra em diversos contextos.

Quem não quer uma vida melhor em que possa desfrutar de qualidades que até então nunca ou raramente experimentou? Eu tenho a absoluta certeza que, assim como eu, você que lê este artigo também deseja isso, não é mesmo?

Porém, para que seus sonhos se tornem realidade infelizmente não existe um botão mágico em que você aperte e eles se tornem realidade. Ou você acredita que exista?

Muitas vezes o nosso corpo e mente não estão pedindo um esforço além daquele que já imprimimos, porém precisamos ter cuidado com isso, porque pode ser uma tal de zona de conforto querendo nos tirar do ar ou obstáculos que não nos deixam seguir em frente.

Em 2010 eu fui morar em Vila Velha / ES para participar de um treinamento de 3 meses com o intuito de levar gestão empreendedora para os empresários de MPE’S ao redor do Brasil.

A distância de casa e da família eram fatores muito desconfortáveis, porém especificamente havia algo mais que me tirava o sono: Alguns módulos tinha matemática e eu morria de medo desta ciência desde a minha infância. Desde 17 anos dando aula de Inglês, graduado em Letras, professor de Português, matemática não fazia parte da minha vida acadêmica.

O que fazer então? Recuar e perder a oportunidade de vivenciar um dos momentos mais maravilhosos da minha vida como profissional e pessoal ou ir pra cima? De certeza eu optei em ir para cima e como fui.

Aos finais de semana e feriados eu ficava trancado no apartamento da empresa estudando, estudando, estudando e quando estava cansado eu estudava mais. Para piorar a situação era verão e eu estava a metros da praia. Quer prova maior?

Todavia, eu tinha um propósito maior e não era de ser apenas mais um instrutor dentro da empresa e para isso eu precisava me superar. E sabe qual foi a primeira coisa que eu fiz? Eu me olhei no espelho e me fiz a seguinte pergunta: “Amandio, o que você quer para sua vida? Você escolheu estar aqui, Deus te deu esta oportunidade para que você possa dar uma virada na sua vida e da sua família, então o que você decide? Ir para cima ou recuar?”

Eu não tive dúvidas, fui para cima e posso lhes dizer que foram 7 anos fantásticos que até hoje me rendem bons contratos de consultoria por conta do conhecimento matemático que adquiri.

Portanto, meu amigo e minha amiga, quando você estiver sem disposição de fazer algo ou achar que não vale a pena o esforço, procure se perguntar o porquê está buscando tal objetivo e cuide do seu AUTOCONHECIMENTO!

Quer se conhecer mais e (re)conectar-se com a sua essência para que você se livre de barreiras como crenças limitantes e zonas de conforto? Então acessa este link aqui http://bit.ly/MENTARCX e saiba como participar da mentoria AUTO(RE)CONEXÃO. O inicio é dia 26/06/2019. Vamos nessa?!    

Sucesso sempre!

Como demolir seus paredões.

Como se derruba uma parede? Você provavelmente irá dizer que depende, não é mesmo? De certa forma você tem razão, porém o fato é que se não houver ferramentas próprias, independentemente do tamanho da parece, será muito difícil derrubá-la.

Por incrível que pareça, os paredões internos também precisam de ferramentas precisas para serem derrubados. Você tem conhecimento de seus paredões e das devidas ferramentas para derrubá-los? Se sim, como você as usa? Se não, como você lida com as que aparecem regularmente à sua frente?

Os paredões internos que eu menciono são tudo aquilo que, de alguma forma, lhe atrapalham de seguir em frente e conquistar o que você deseja.

Medos, pânicos, fobias, receios, desconfianças, traumas, enfim… dentro de nós há uma memória chamada de inconsciente que armazena todas estas mazelas que citei há pouco e muito mais. Todavia, tais mazelas não começaram recentemente, muitas delas iniciaram na sua idade de infância, sabia disso? 

Quando eu era criança meus pais eram muito protetores, não me deixavam fazer muitas coisas e eu era muito dependente. Quando cheguei à adolescência eu custei a sair sozinho de casa, por exemplo.

Para você ter uma ideia, toda vez que eu saia de casa para ir a algum lugar o que eu ouvia era: ”Cuidado, a rua é perigosa, não chegue tarde, não converse com estranhos, etc.”

Sabe o que todo este protecionismo resultou? Toda vez que eu saia de casa eu tinha dor de barriga, e sabe por que isso acontecia? Porque a minha memória inconsciente acionava as frases que eu costumava ouvir e acredite você ou não, isso perdurou até minha fase adulta.

Como terminou? Quando eu comecei a ministrar treinamentos pelo Brasil eu tinha que viajar longas distâncias, então comecei a ter bons diálogos internos para derrubar a parede do medo de sair de casa, até eu vencê-la.

Agora, você já pensou se eu não tivesse demolido este paredão, como seria toda vez que tivesse de viajar eu sentisse dor de barriga? Quantos voos eu já não teria perdido?

Talvez você esteja se perguntando: “E as ferramentas que você usou para derrubar as paredes, quais foram?” Então, perceber quando iniciou o trauma é fundamental para começar a quebrar paredões internos; depois disso, veja se hoje em dia faz sentido você alimentar e manter este trauma; por último, faça a seguinte pergunta: “O que eu ganho mantendo esta crença que me atrapalha?”

Você notará que se for algo que te atrapalha, você buscará soluções para reverter a situação. No inicio será difícil, porém com o tempo e o hábito você superará este problema.

O exemplo que eu lhe dei foi um tanto simplório, porém serve para exemplificar como uma crença que inicia na infância se não for tratada talvez perdure por toda sua vida.

Como você já leu neste artigo, todos nós temos crenças que criam paredões e consequentemente podem estar nos atrapalhando de seguir em frente, porém precisamos ter ferramentas que derrubem estas paredes para que sigamos em frente.

Além das ferramentas que citei acima, tenha disciplina, força de vontade, fé, autoconfiança, foco e o que mais estiver ao seu alcance para que você elimine o que te atrapalha.

O que você achou deste artigo? Escreve um comentário aqui embaixo dando sua opinião, ela é muito importante para que ofereça sempre o melhor para você.

Sucesso sempre!

Empreendedor não promete, faz.

Durante uma eleição um dos principais pontos a serem analisados no candidato a um cargo político é o quanto ele cumpre o que promete. Se for um candidato que já possua um tempo de carreira, a tendência é se olhar para seu passado e vir o que realizou, se for novo na profissão será olhada sua vida pessoal, pois é o parâmetro que se tem.

Apesar de eu ter usado a política como exemplo, já reparou que nosso dia a dia é muito comum pessoas prometerem algo e não cumprirem, deixando um misto de expectativa e decepção no outro? Mas porque isso acontece com tanta frequência?

Em algumas regiões do Brasil há em determinadas culturas a dificuldade de dizer “não” com o receio de não deixar a outra pessoa chateada, porém prometer e não cumprir não é até pior? Então porque não ser transparente e dizer a verdade seja lá qual for?

No inicio do ano eu precisei contratar um marceneiro para fazer os pés de uma mesa de jantar com tampão de vidro que se estragou com o tempo. Eu precisei entrar em contato com nada mais nada menos do que 7 “profissionais” e somente o sétimo entregou o serviço como acordado.

Sabe por que eu desfiz o contrato com os outros 6? A falsa promessa de que iriam me entregar em determinada data ou que não poderiam entregar do jeito que eu havia pedido, mas seria algo muito parecido. Nenhum deles, com exceção do sétimo marceneiro, foi transparente comigo.

Quando você passa a desacreditar em uma pessoa? Uma das razões é quando ela não cumpre o que promete. Você já passou por isso? Em qual lado da moeda você se colocou e se coloca? Do lado de quem promete ou do lado de quem é prometido?

Empreender é comportamento, não é função como muitas pessoas acham que é. Você se acha uma pessoa empreendedora? Segundo o seminário EMPRETEC da ONU e ministrado no Brasil pelo SEBRAE, as 10 características do comportamento empreendedor são:

1. Busca de Oportunidades e Iniciativa

2. Persistência

3. Correr Riscos Calculados                   

4. Exigência de Qualidade e Eficiência

5. Comprometimento                                

6. Busca de Informações

7. Estabelecimento de Metas                  

8. Planejamento e Monitoramento Sistemáticos

9. Persuasão e Rede de Contatos         

10. Independência e Autoconfiança

Todavia, há um comportamento que é fundamental e que engloba todos os dez citados acima: a transparência com você e principalmente com quem você lida. Portanto, se você não tem condições de cumprir com algo, não prometa. Seja diferente de muitas pessoas que não tem coragem de assumir suas limitações.

Como você se sente quando alguém lhe promete algo e cumpre? Eu tenho quase certeza que você fica muito feliz com tal pessoa, não é mesmo? Assim acontece com as pessoas em relação a você e aquela máxima, não faça com os outros o que você não gostaria que fizesse com você é pura verdade, concorda?

O que você achou deste artigo? Escreve um comentário aqui embaixo dando sua opinião. Além disso, eu quero lhe fazer um convite.

Eu administro dois grupos no WhatsApp. Um é voltado para o empreendedor pessoa física chamado de “Empreendedorismo eficaz”. O seu objetivo é levar ideias a pessoas que queiram crescer como pessoa e profissionais.

O outro grupo é para empresários que desejam crescer com seus negócios. O nome é “Mundo Business”.

Seguem abaixo o link de ambos:

Empreendedorismo eficaz – https://chat.whatsapp.com/I50WupMJiP1DJBHinl2AR0

Mundo Business – https://chat.whatsapp.com/DFi1f853BvW8lt1W54Afey

Sucesso sempre!

4 Verdades por detrás do foco

Muito se fala sobre “manutenção de foco”, que para atingir o seu apogeu de sucesso o individuo precisa focar naquilo que tanto deseja e esquecer tudo mais que não agregue ao seu objetivo, não é mesmo? Porém eu lhe pergunto: Quantas pessoas do seu círculo de convivência começam e terminam algo mantendo 100% do foco necessário? E você? Tem conseguido?

Quando se fala em manter o foco algumas pessoas sentem um grande calafrio e muito medo. Eu não sei se é o seu caso, mas o desafio maior de se permanecer no trilho sem desviar caminho se chama DISCIPLINA.

Disciplina é a capacidade de seguir em frente mesmo em situações adversas, quando a mesma não é seguida é comum que projetos fracassem por falta de controle e persistência em sua execução.

A disciplina vem acompanhada de vários outros itens que descrevo abaixo para que você perceba (caso ainda não tenha percebido) que manter o foco não é tão simples assim, porém pode ser muito bem administrado.

Se você parar para refletir talvez você seja uma pessoa bastante disciplinada para alguns aspectos da sua vida, todavia pode também deixar a desejar em outros. Mas o que te leva a ter este desequilíbrio? Eu citarei abaixo 4 verdades por detrás do foco que lhe farão perceber o porquê de você depositar mais esforços em algumas metas e consequentemente no foco das mesmas do que em outras.

  1. Saber o que quer, mas não saber como alcançar. É muito difícil manter o foco em algo quando não sabemos qual caminho percorrer. O plano de ação, que é o passo a passo de sua jornada, vai determinar o foco que você precisa colocar para ser bem sucedido;
  2. Não sentir-se capaz de levar a meta adiante. Você já deve ter ouvido falar em crenças limitantes, não é mesmo? No meu artigo “O poder das crenças limitantes” eu falo mais sobre elas. Todos nós temos barreiras internas que nos bloqueiam e impedem de avançar rumo ao que desejamos. Quando damos ênfase a estas barreiras nos sentimos enfraquecidos, consequentemente o nosso poder de foco se enfraquece também, podendo acarretar na desistência do que nos propomos.
  3. Focar em várias coisas ao mesmo tempo. Este é um dos erros mais comuns, querer tudo ao mesmo tempo, principalmente quando o que desejamos são coisas desconexas umas das outras. O que se deve fazer é listar suas metas e colocá-las em ordem de prioridade.
  4. Ser um adepto da procrastinação. Procrastinar é adiar o que deve ser feito para outro momento e perder grandes oportunidades na vida (leia meu artigo “Pare de procrastinar e faça o que tem de ser feito”). Quem tem o hábito de procrastinar perde o foco muito facilmente, pois fica colocando desculpas para não fazer o que tem de ser feito e com isso vai se desviando de sua meta.

Como você pode perceber, manter o foco em algo requer bastante disciplina e autoconhecimento e como se conquista isso? Sabendo exatamente o que você deseja para você e sua vida. Evite focar em algo que não faça real sentido para você, isso pode trazer consequências desastrosas. FICA A DICA!

Portanto, não se deixe enganar pela aparência de que apenas focar em algo que você deseja seja o suficiente. Eu posso lhe dizer isso com toda propriedade, pois diversas vezes foquei em algo que desisti no meio do caminho sem ao menos saber o porquê de eu estar me dedicando em algo que não fazia o mínimo sentido pra mim.

Este artigo fez sentido para você? Então você gostará de conhecer o método 3P’S. Clique aqui http://bit.ly/Método3Ps e comece a mudar os rumos de sua vida através de um método que lhe fará alcançar o que deseja através do autoconhecimento.

Sucesso sempre!

O poder das crenças (limitantes)

“Querer é poder”, frase muito conhecida e utilizada em diversos contextos, você provavelmente já deve tê-la pronunciado diversas vezes, não é mesmo? Com o tempo apareceu uma variação da mesma: “Querer nem sempre é poder”. Qual das duas está correta?

A mente do ser humano é um espaço infinito onde tudo cabe inclusive o que ele não é capaz de realizar. Mas para que ficar pensando em algo que eu considero impossível de realizar? Para que perder meu tempo? Não seria melhor focar em algo que é possível? Não seria mais relevante e prazeroso?

Acontece que possível e impossível caminham juntos na mente de todos nós e muitas vezes damos ênfase ao que não queremos, porém isso não acontece aleatoriamente.

Nesta ciranda do poder ou não poder, ser capaz ou não, há crenças que estão instaladas dentro de cada um de nós, que foram criadas pela nossa mente de alguma forma e muitas delas nos limitam. Elas podem ser classificadas em 3 tipos:

Crenças herdadas. São as que ouvimos durante toda nossa vida vindas principalmente de nossos pais e que depois de um determinado tempo nem sabemos o porquê de acreditarmos nelas;

Crenças divididas ou emprestadas. São aquelas que ouvimos, não sabemos como surgiram, mas acabamos “comprando a ideia” de que são verdadeiras;

Crenças vividas. São as que, ao vivê-las, criamos experiências práticas o suficiente para colocá-las em nosso currículo e compartilhá-las.

No meio dos três tipos de crenças há uma que se instala e que é muito mais difícil de expurgar de sua vida, pois está enraizada no seu subconsciente e como uma “proteção” toda vez que aparece algo novo na sua vida sua mente a dispara e lhe puxa para trás como um imã. Seu nome? Crenças limitantes.

As crenças ou barreiras limitantes são as que não o deixam seguir em frente, pois por detrás delas há medos, traumas, incertezas e outros sentimentos negativos impedindo o ser humano de sair do estado atual para o estado desejado.

Eu tive um coachee (pessoa que passa pelo processo de Coaching) que começou as sessões querendo muito algo novo em sua vida, porém colocava muitas dificuldades em cima, até estabelecendo alguns pontos como “impossíveis” de acontecer.

Com o decorrer das sessões, ele foi quebrando algumas barreiras que o impediam de crescer e o mais interessante foi ele se dar conta de que muitas destas crenças limitantes eram herdadas de seu pai, pois ele mesmo de vez em quando dizia: “Nossa, estou falando igualzinho minha mãe ou meu pai”.

Então, Amandio, como fazer para quebrar tais barreiras que me impedem de seguir em frente? Como tudo na vida, isto também tem solução e ela acontece em três passos:

Passo 1 – Pergunte-se de onde vem a crença limitante que está evidente na sua mente;

Passo 2 – Averigue se ela é realmente real e relevante na sua vida;

Passo 3 – Transforme-a, ou seja, ao invés de pensar no que você não quer pense no que você quer.

As crenças não nascem do nada dentro de nós, elas são criação nossas e isso acontece quando não temos o devido controle de nossos pensamentos. Portanto, acreditar que algo é impossível ou não de ser realizado só depende de suas crenças e como você cuida delas.

Este artigo fez sentido para você? O que acha de conhecer melhor o processo de Coaching? Eu lhe convido para uma sessão experimental via Skype comigo. Acessa meu número de WhatsApp através deste link aqui http://bit.ly/AmandioJunior e entra em contato, eu terei o maior satisfação em lhe apoiar na busca de seu estado desejado.

 

Sucesso sempre!

E quando eu não conseguir, o que fazer?

Certa vez uma pessoa que exerce um cargo de liderança em uma empresa na minha cidade me relatou o seguinte fato: “A empresa estava passando por um momento financeiro bem difícil, precisávamos capacitar nossos funcionários, porém não havia dinheiro para investir em um profissional. Então, um dos diretores sugeriu que cada líder treinasse sua equipe e foi aí que meus pesadelos começaram”.

A pessoa que me contou esta situação disse que a primeira coisa que passou em sua cabeça foi pedir demissão não pelo treinamento, mas por ter que falar em público apesar de exercer um cargo de liderança.

Como isso é possível? Alguém ser líder e ter medo de falar com seus liderados? Na minha experiência como trainer e consultor deparei com várias pessoas sem as mínimas condições de exercer as funções que lhe foram deliberadas justamente por tremerem na hora de falar em público.

Pessoas que sofrem deste problema não conseguem relaxar porque possuem um nível de ansiedade muito grande a ponto de se arriscarem a adivinhar o que irá acontecer quando estiverem à frente de seus liderados.

Outra coisa que os fazem sofrer é se tiveram algum trauma passado ao falarem em público e não conseguem se desvencilhar do mesmo.

Traumas não são tão simples de serem tratados, porém eu gostaria de lhe dar algumas dicas para mudar o seu mindset em relação a falar em público:

1) Foque no agora, no resultado que você deseja alcançar;

2) Se não for capaz de superar esta situação sozinho(a) busque ajuda de um profissional (psicólogo ou coach por exemplo);

3) Não se menospreze perante sua audiência, eles precisam saber que a sua frente está uma pessoa que fará a diferença na vida deles.

O medo de falar em público atormenta muita gente, porém a solução de seus problemas está nos seus filtros, na maneira como você lida com a situação e o momento. Eu costumo dizer que enfrentar uma plateia é primeiramente enfrentar a si mesmo. Portanto, olhe para seu interior, descubra de onde vem esta barreira e trate de quebrá-la, você só tem a ganhar.

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Sucesso sempre!

Como tocar o coração de sua plateia

O que acontece quando você se prepara para realizar uma apresentação e dá no show (ninguém aparece)?

Qual a sensação que bate no seu coração quando a mensagem que você está tentando passar não é alcançada pelas pessoas que estão à sua frente?

O que fazer quando sua plateia não está prestando atenção no que você está tentando transmitir?

Algumas dessas perguntas já foram feitas a pessoas que conversaram comigo a respeito de falar em público. O que elas têm em comum?

A resposta mais direta seria que você não conseguiu tocar o coração delas, nem para comparecer ao seu evento e muito menos para ficarem focados no que você tem para passar como mensagem.

Todavia, o que aconteceu ou acontece para que você não esteja conseguindo tocar o coração das pessoas a ponto delas menosprezarem sua mensagem ou até mesmo gostarem, porém sem continuidade?

Eu coloquei aqui algumas razões para sua reflexão:

1) Estou me comunicando com o público errado;

2) Não domino o assunto suficientemente para obter atenção;

3) Não tenho autoconfiança.

As pessoas só irão prestar atenção em você mediante três fatores:

1) Você precisa detectar quais são as necessidades delas;

2) Procure saber muito sobre o assunto que irá abordar;

3) Prepare-se incondicionalmente para o que vai falar.

Muita gente pode achar comum a falta de interesse das pessoas não quererem te ouvir, porém tenha certeza de que não é normal. Os fatos que coloco neste artigo fizeram parte da minha história por muito tempo, até que eu caí na real.

Portanto, se isto também está acontecendo com você leia e releia com carinho tudo o que eu relato aqui, isto é muito sério.

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Sucesso sempre!

Como reage seu emocional ao falar em público?

Eu quero iniciar este artigo lhe colocando três situações:

Situação 1 – Você está em uma reunião de trabalho e foi convidado e falar à equipe de improviso;

Situação 2 – Você terá que realizar uma apresentação acadêmica e tem 5 dias para se preparar;

Situação 3 – Um dos funcionários faltou e você terá que substitui-lo em uma importante reunião.

Considerando que você seja uma pessoa que tem pavor de falar em público, como ficaria seu emocional nestas três situações?

Você muito provavelmente sentiria pânico nas três, não é verdade? Em qual seria mais doloroso pra você? O fato é que sentir mais dor ou menos dor é um fator 100% interno.

Já ouvi pessoas falarem que morrem de medo de seus chefes ou de sua equipe, que se comunicar com eles é a pior coisa que existe na vida.

Se usarmos uma analogia seria como uma pessoa que tem pavor de barata enxergar um elefante ao se deparar com aquele minúsculo. Minha pergunta é: A barata é um elefante? Claro que não! Então onde está esta transformação de animais e tamanhos? A resposta é: DENTRO DE VOCÊ!

Na sua mente mais profunda há muitas coisas enraizadas, entre elas fatos do passado que podem se intrometer no seu presente e futuro se assim você permitir. Estes fatos se não forem detectados, bombardeados e de preferência eliminados lhe darão muita dor de cabeça.

Um dos exemplos de que sua mente está cheia de fatos enraizados é que você deve ter muitos traumas guardados, como talvez o de falar em público. Pode ser que em um passado próximo ou distante você tenha sofrido bullying ou tenha sido vaiado perante um grupo de pessoas. Isso foi o suficiente para que você não quisesse mais encarar uma audiência, independentemente do tamanho.

Eu tive este problema quando criança, sempre fui uma criança gordinha e sofria muito bullying (o termo era outro na época) e o resultado disso era não querer futebol com os colegas, pois minha performance era muito aquém devido meu peso.

Pessoas que ficam muito presas ao passado têm tendência de ter depressão, porque acionam suas crenças e valores que não voltarão mais. O problema de falar em público é exatamente este para quem valoriza o passado.

Por outro lado, pessoas que ficam muito presas ao futuro, querendo adivinhar o que irá acontecer têm tendência de sofrer de ansiedade.

Eu também já sofri deste problema, queria que as coisas acontecessem e fossem resolvidas à minha maneira e não sabia relaxar. O interessante é que eu não ganhava nada com isso, assim como ninguém ganha.

Como então isso foi resolvido em mim? Focando no presente, simplesmente. Ao falar em público mantenha no que vai dizer se libertando de armadilhas passadas e futuras. Aqui vão quatro dicas que ir]ao te ajudar:

1) Lembre-se de que as pessoas que irão lhe assistir supostamente não sabem o que você irá apresentar, portanto procure dominar ao máximo o assunto;

2) Se houver muita gente olhando, procure não olhar nos olhos delas, foque no cabelo ou no máximo na testa;

3) Entenda 100% do que você vai falar, se algo não fizer sentido para você então estude mais. Afinal de contas, como você irá explicar algo que nem você entende?

4) Se você sentir que está lhe dando o famoso “branco” é porque sua concentração está no passado (“Meu Deus, eles não estão gostando. Está vendo? Eu já fiz isso uma vez e foi um desastre, então porque eu insisto?”) ou no futuro (“Meu Deus, eles estão me olhando de maneira diferente, com certeza não estão gostando”.) O que fazer? Foque no PRESENTE!

Portanto, saiba que sua mente está rodeada de “coisas” que podem lhe prejudicar e elas estão ligadas ao passado e ao futuro.

Então viva o presente! Vá para frente de sua plateia confiante de que naquele momento você está mais preparado do que eles, certo?

Quer adquirir mais conhecimento de como fazer uma apresentação diferenciada? Então clica neste link aqui http://bit.ly/treinamentoMP e saiba mais sobre o treinamento MASTER PRESENTER. Um evento que poderá lhe levar rumo ao sucesso.

 

Sucesso sempre!

Como superar a glossofobia?

João (nome fictício) realiza o sonho que vinha buscando há muito tempo: finalmente ele consegue a tão desejada promoção.

Ele acabara de sair da sala de seu diretor com a notícia de que em uma semana assumirá o cargo de gerente de vendas deixando o de vendedor exercido por 5 anos.

No dia seguinte João é chamado novamente à sala de seu diretor para receber uma notícia que lhe fez tremer, em seu primeiro dia como gerente de vendas ele seria apresentado à sua equipe e comandaria sua primeira reunião.

Ao receber esta noticia, João começou a disparar um processo que é muito comum a ele quando tem que falar em público: pânico.

O pânico de falar em público é chamado tecnicamente de “GLOSSOFOBIA”, glosso – língua e fobia – medo ou temor e assim como o João, milhões de pessoas sofrem deste problema.

Não há ainda uma causa exata para a glossofobia, porém pode ser que traumas no passado possam ter provocado este medo, fazendo com que as pessoas que possuam este problema apresentem picos de ataques de pânico caracterizados por sudorese ou tremores, boca seca, náuseas e vômitos em casos extremos, rigidez nos músculos do pescoço e nas costas, voz tensa, fraca ou trêmula entre outras coisas.

Além dos possíveis traumas do passado, a baixa autoestima e o perfeccionismo podem também ser causas muito fortes da glossofobia.

Mas há cura para tal problema? A experiência de quem trabalha com educação há mais de 30 anos me ensinou que o autoconhecimento é o melhor remédio para pelo menos minimizar os problemas causados pela glossofobia. Todavia, eu listo abaixo algumas dicas que acredito serem muito importantes para você que deseja viver sem este trauma (caso tenha, é claro!)

  1. Tenha pleno domínio do assuntoQuanto mais você dominar o assunto que você irá falar, melhor. Estude-o profundamente, tire algum tempo para considerar possíveis questionamentos da plateia para poder construir seus argumentos.
  2. Elabore um roteiro de segurança – Planeje antecipadamente e cuidadosamente a sua apresentação, incluindo áudio ou ajudas visuais que você vai usar. Tais recursos lhe ajudarão a criar mais solidez ao que irá falar. Quanto mais organizado for, menos nervoso você ficará. Leve com você um pequeno cartão no bolso com os tópicos que irá falar. Se possível, tire tempo para visitar o local onde você estará falando e avaliar equipamentos disponíveis antes de sua apresentação.
  3. Ensaie antes da apresentação – É muito bom você ensaiar sua apresentação antes do dia D. Mostre-a para algumas pessoas com quem você se sente confortável. Peça-lhes para lhe dar feedback. Se achar necessário, grave com uma câmera de vídeo e se assista de modo que você possa enxergar oportunidades de melhoria.
  4. Respire fundo – A respiração ajuda a oxigenar o cérebro. Procure respirar profundamente e lentamente antes de começar sua apresentação.
  5. Concentre-se em seu material – Apesar de você estar se apresentando para contemplar sua plateia, é importante ter em mente que as pessoas não sabem o que você irá mostrar a elas. Portanto, se você se concentrar em seu material elas não perceberão o seu nervosismo e não percebendo irão gostar do que assistirão.
  6. Não tenha pressa de acabar – Se você perder o controle do que você está dizendo ou começar a se sentir nervoso e der branco, faça pequenas pausas. Isto demonstra que você está raciocinando em cima do que está dizendo e é muito bom, as pessoas gostam.
  7. Busque apoio – Hoje em dia é muito comum haver grupos de um mesmo tema, procure algum que ofereça apoio a pessoas que têm dificuldade em falar em público, presencial ou virtual (Facebook ou WhatsApp, por exemplo).

Se você prestar atenção, todas as dicas que dou acima precisam ter um autocontrole grande e para isso acontecer o autoconhecimento é fundamental.

Outra dica que dou é começar devagar, apresente-se para pequenas plateias e logo dominará as maiores.

Além das dicas que escrevo neste artigo eu também preparei um e-book que ensina 5 passos para uma comunicação eficaz totalmente baseado nos meus mais de trinta anos de experiência lidando diretamente com audiências através de aulas, palestras, seminários, workshops e treinamentos.

Então clica neste link aqui http://bit.ly/apresentaçãocincodicas e faça já o download do e-book “Aperfeiçoe sua apresentação em 5 dicas”. É GRÁTIS!

Sucesso sempre!

Você sabe transmitir o que deseja?

Você já foi desafiado a falar em público? Acredito que já teve esta experiência, não é mesmo? E como foi? Você se sentiu tranquilo, à vontade ou foram os piores momentos de sua vida?

O jornal Sunday Times fez uma pesquisa e constatou que a população Americana tem mais medo de FALAR EM PÚBLICO do que de MORRER, isso mesmo, exatamente o que você acabou de ler.

Pessoas que falam à vontade em público apresentam as seguintes características:

1) Conhecem bem do assunto que falam;

2) Ensaiam incansavelmente até atingirem o ponto que desejam;

3) Preocupam-se mais com o outro do que com elas;

Eu comecei minha carreira como professor aos 17 anos e os três itens que pontuei acima eram totalmente desconhecidos por mim, eu não me importava muito em conhecer o assunto com excelência, não ensaiava quase nada e a preocupação era mais comigo.

As consequências disso é que de vez em quando aparecia um aluno que fazia uma pergunta que me derrubava, não por maldade mas por despreparo meu, além disso a falta de ensaios e treinos faziam com que eu não passasse segurança.

Após apanhar bastante e observar grandes gurus da docência eu decidi mudar minha postura para que pudesse contemplar 100% quem me ouvisse e os resultados foram e têm sido incríveis, pois eu entendi definitivamente que eu sou um meio e não um fim.

Portanto, se você deseja se comunicar de maneira eficaz siga pelo menos os 3 passos que escrevi acima e entenda que você não é o centro das atenções e sim sua audiência.

É claro que os três passos não são os únicos a serem levados em conta, há muito mais para você absorver.

Pensando nisso é que gostaria de lhe dar um presente, um e-book que ensina 8 passos para uma comunicação eficaz totalmente baseado nos meus mais de trinta anos lidando diretamente com audiências através de aulas, palestras, seminários, workshops e treinamentos.

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Sucesso sempre!