Palavras como sorte, azar ou destino norteiam seu dia a dia e a maneira como você lida com os seus resultados? Ou você ao invés de tais palavras utiliza-se de outras como decisão, estratégia e trabalho?

Segundo o filósofo Francês Jean-Paul Sartre, não importa o que a vida faz de você e sim o que você faz com o que a vida faz de você.

Um dos grandes problemas do ser humano é acreditar que a responsabilidade de sua vida está no acaso, que as coisas acontecem porque têm que acontecer e pronto. Isto é uma forma muito simplista e até cruel de pensar, pois significa se abandonar.

É fato que você não consegue controlar tudo o que acontece, por exemplo: clima, inflação, pessoas lhe criticando, etc. Todavia, a maneira como você lida com os acontecimentos é que vai fazer toda a diferença.

O que você está fazendo de você? Em determinado momento da minha vida eu me fiz esta mesma pergunta e a fiz porque o sentimento de ter perdido as rédeas de tudo estava me consumindo muito.

Um dos fatores predominantes foi entender que a vida é muito curta para vivê-la de maneira medíocre, então eu me olhei no espelho e decidi que tomaria decisões diferentes rumo ao que eu desejava e pararia de ficar vivendo ao acaso.

Apesar de ter me olhado no espelho e tomado as decisões que tomei eu precisei mergulhar no campo do AUTOCONHECIMENTO para poder me compreender melhor. Outro filósofo, o grego Sócrates, disse certa vez: “Conhece-te a si mesmo”. A tradução mais perfeita desta frase é que é muito importante ser mais do que já se é, porém mais importante ainda é saber QUEM VOCÊ É!

Todavia, o cuidado que temos que ter é com a tal da perfeição. Quando alguém acredita que chegou à perfeição de algo que faz, este alguém está perdendo a grande oportunidade de crescer, evoluir, ser cada vez melhor e a falta de autoconhecimento é um dos causadores principais para este comportamento.

A palavra “PERFEITO” vem do latim “PERFECTUM” e significa “FEITO ATÈ O FIM” e pensar que estamos no meio da jornada é bem mais saudável do que pensar estar no fim, não acha?

Ao invés de se considerar “PERFEITO”, considere-se “PERFECTÍVEL”, pois desta forma você se coloca no patamar de TRANSFORMAÇÃO.

Freud costumava se perguntar o porquê das pessoas procurarem tanto a INFELICIDADE através de relacionamentos tuins, empregos obrigatórios e estilos de vida medíocres. Olha para dentro de si, busque o autoconhecimento. A vida só faz sentido se for intensamente vivida e aproveitada dentro de seus objetivos. PENSE NISSO!

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Sucesso sempre!

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